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	<title>Bau De Long Playing</title>
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	<description>Dedicado a Long Playing Remasterizados</description>
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		<title>Kaoma &#8211; World Beat (1989)</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 12:16:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Lambada]]></category>

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		<description><![CDATA[Kaoma &#8211; World Beat (1989) Resenha do Álbum Muitos ainda se lembram da explosão da lambada, no final da década de 1980, começo da de 90. O ritmo surgiu no Pará, no decorrer dos anos 1970, tendo como base o carimbó e a guitarrada (inventada pelo guitarrista e compositor Mestre Vieira), influenciado por ritmos caribenhos como a cúmbia e o merengue. Historicamente, a primeira gravação do gênero data de 1976, quando Pinduca, o rei do carimbó lá no Pará, lançou a música &#8220;Lambada (Sambão)&#8221;. A lambada conquistou o público do Norte e Nordeste, mas o grande sucesso do ritmo só aconteceu quando empresários franceses entraram na jogada. E foi um deles quem criou o grupo Kaoma, exatamente com o álbum que o Baú de Long Playing ora nos oferece. Trata-se do primeiro de três LPs gravados pela banda, cuja vocalista era a carioca Loalwa Braz (n. 1953). E convém esclarecer que a faixa de abertura, &#8220;Lambada&#8221;, na verdade se intitula &#8220;Chorando se foi&#8221;. É uma composição, em ritmo de saya (toada lenta), dos irmãos bolivianos Ulisses e Gonçalo Hermosa, e foi vertida para o português pela cantora Márcia Ferreira e seu marido José Ari. A gravação de Márcia, em ritmo [...]]]></description>
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		<title>José Orlando &#8211; José Orlando (1961)</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 14:24:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Velha Guarda]]></category>

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		<description><![CDATA[Repostagem de LP (Uma Nova Edição) &#8211; Postagem Original em 10/2010 José Orlando &#8211; José Orlando (1961) Resenha do Álbum Existem certos cantores cujas biografias não estão disponíveis em lugar algum, mesmo com as facilidades de comunicação dos dias atuais. É o caso de nosso focalizado de hoje no Baú de Long Playing, o cantor José Orlando. Por incrível que pareça, não existe nenhuma informação biográfica disponível sobre este ídolo popular dos anos 1960. O único José Orlando do qual se encontra biografia, ao menos na internet, é um cantor nascido no Maranhão, atual ícone do gênero romântico-brega, e ídolo no Norte e Nordeste. Mas sobre este José Orlando aqui&#8230; nada! Creio que ele tenha nascido no Recife, uma vez que sua estréia em disco aconteceu justamente numa gravadora ali sediada, a Mocambo, dos irmãos Rozenblit, por sinal a única que nos anos 1950/60 tinha sede fora do eixo Rio-São Paulo. Ele cantava, em seu primeiro disco, um frevo-canção dos irmãos Raul e João Vítor Valença para o carnaval de 1956, chamado &#8220;Ninguém me tira o pedaço&#8221;, ocupando o lado B do 78 RPM de número 15025, que abria com o frevo de rua &#8220;Você é a maior&#8221;, executado pela [...]]]></description>
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		<title>Vários &#8211; An Adventure In Stereo (1968)</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 13:26:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vários &#8211; An Adventure In Stereo (1968) Resenha do Álbum A estereofonia é um sistema de reprodução de áudio que usa dois canais de som distintos, o direito e o esquerdo, sintonizados no tempo. É diferente do sistema mono, em que é utilizado apenas um canal. A palavra &#8220;estéreo&#8221;, por sua vez, deriva do grego &#8220;stéreos&#8221;, literalmente significando sólido, tridimensional. O primeiro sistema de som estereofônico foi apresentado em Paris, em 1881, por Clément Adler, transmitindo uma ópera por meio do teatrófono, um tipo de telefone que produzia uma sensação de som espacial para quem estivesse ouvindo. O sistema estereofônico foi lançado comercialmente em 1957, ano em que também surgiram os primeiros LPs gravados em estéreo. Aqui no Brasil, o som estéreo demorou a pegar, e durante muito tempo as gravadoras aqui instaladas lançaram discos principalmente em mono (até os álbuns dos Beatles, lançados em mono e estéreo na Inglaterra e nos EUA, saíram no Brasil apenas em mono quando o grupo estava no auge). No final da década de 1960, vários LPs foram lançados no Brasil em versões mono e estéreo, simbolizando uma fase de transição de um sistema a outro. Por volta de 1971, o som estéreo já [...]]]></description>
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		<title>Evaldo Braga &#8211; O Idolo Negro Vol. 03 (1973)</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 14:06:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Evaldo Braga]]></category>
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		<category><![CDATA[MPB]]></category>

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		<description><![CDATA[Evaldo Braga &#8211; O Idolo Negro Vol. 03 (1973) Resenha do Álbum Apresentamos hoje no Baú de Long Playing mais um grande ídolo popular, cuja morte trágica e prematura foi bastante chorada e sentida: Evaldo Braga. Ele era fluminense de Campos, onde nasceu em 26 de maio de 1945, e filho de Antônio Braga, fruto de um relacionamento extraconjugal, e por isso não era querido pela esposa de seu pai, com quem chegou a viver algum tempo junto com seus irmãos. Evaldo não conheceu a mãe biológica, que, como se soube mais tarde, morreu queimada. Há um boato de que a mãe biológica de Evaldo Braga o teria jogado numa lata de lixo, mas seu irmão Antônio garante que isso não é verdade. Evaldo foi garoto de rua e ex-interno do SAM (Serviço de Amparo ao Menor, precursor da FEBEM e da Fundação Casa). Foi ainda engraxate perto da extinta Rádio Mayrink Veiga, e lavador de carros de artistas do mundo musical. Nessa última atividade, conheceu vários deles, entre os quais Nilton César, através do qual conseguiu seu primeiro emprego, com o divulgador do intérprete de &#8220;A namorada que sonhei&#8221;. Em 1968, teve sua primeira música gravada, na interpretação do [...]]]></description>
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		<title>Orquestra Imperial  &#8211; Isto É Parada de Sucessos Vol. 06 (1965)</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 13:35:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Instrumental]]></category>

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		<description><![CDATA[Orquestra Imperial  &#8211; Isto É Parada de Sucessos Vol. 06 (1965) Texto Contracapa Todo disco se parece um pouco com um dêsses pratos nortistas, o vatapá, por exemplo, que leva um pouco e tudo. Quando se começa a fazer um vatapá, parece que não vai sair grande coisa. E tome pimenta malagueta, e tome dendê, “um bocadinho mais&#8230;” E no final, fumegante, cheiroso, gostoso, sai aquela “coisa”, aquele monumento de arte culinária, que satisfaz aos paladares mais exigentes&#8230;  Êste disco também levou um pouco de tudo. Cuidado na escolha do repertório, talento na confecção dos arranjos, arte na execução magistral da ORQUESTRA IMPERIAL e técnica perfeita na gravação e corte. E dêsse conjunto de ingredientes, “um bocadinho mais&#8230; um bocadinho mais&#8230;”, mexendo sempre que era para não embolar, saíram coisas lindas, numa rica mistura de cordas, metais e ritmo. Um vatapá musical caprichado, que levou 16 violinos, 4 violas, 4 celos, 3 trombones, 2 pistons, 1 sax, 1 clarone, flauta, clarinete, guitarra rítmica e ritmo. E mais a beleza imperecível de faixas como “Amore Scusami”, “&#8230; Das Rosas&#8230;”, “Ma Vie”, “Sentimental Demais, “Rosas Vermelhas para uma Dama Triste” e muitas outras que o gôsto do publicou elegeu como suas favoritas. [...]]]></description>
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		<title>Vários &#8211; Homenagem Às Mães (1982)</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 13:53:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Compacto Duplo]]></category>

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		<description><![CDATA[Álbum: Homenagem Às Mães Ano/Gravadora:  (1982) Copacabana CD &#8211; 4059 Intérprete(s): Vários Acervo: Luis Cesar Editado por: Luis Cesar Forrmato: MP3 &#8211; kBit/s: 320 &#8211; Áudio: Ótimo Fonogramas Lado A A01. Mamãe &#8211; (Herivelto Martins &#8211; David Nasser) &#8211; Intérprete(s): Angela Maria e João Dias &#8211; (Irmãos Vitalle) A02. Homehagem Às Mães &#8211; (Paulo Roberto) &#8211; Intérprete(s): Paulo Roberto / Fundo Musical: Vicente Paiva) Fonogramas Lado B B01. O Amor Mais Puro &#8211; (Palmeira) &#8211; Intérprete(s): Coro Popular Samuel Rosemberg / Declamação de Colid Filho &#8211; (Fermata) B02. Minha Prece -  (Gomes Cardim) &#8211; Intérprete: Sonia Maria Dorce &#8211; (Irmãos Vitale) &#160; Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo lado A e Selo Lado B do Long Playing Crédito: Luis Cesar  Link para Download: 4shared]]></description>
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		<title>Vários &#8211; O Mundo Colorido da RCA (1970)</title>
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		<pubDate>Sat, 12 May 2012 12:18:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Coletânea]]></category>

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		<description><![CDATA[Vários &#8211; O Mundo Colorido da RCA (1970) Resenha do Álbum O Baú de Long Playing traz uma coletânea lançada em 1970 com os maiores sucessos de então interpretados pelo cast da RCA Victor. Pra quem não lembra, era uma gravadora que tinha como símbolo um cachorrinho chamado Nipper (que existiu de verdade), ao lado de um gramofone. Ela começou a operar entre nós em 1929, com o nome de Victor Talking Machine Company of Brazil. Nesse mesmo ano, a RCA (Radio Corporation of America), uma cadeia de emissoras de rádio dos EUA, comprou a Victor, nascendo daí o nome RCA Victor, pelo qual a empresa seria conhecida por vários anos. A RCA também se notabilizou como um autêntico gigante mundial da eletrônica, produzindo rádios, aparelhos de televisão e seus componentes (válvulas, tubos de imagem, etc.), e para milhões de americanos, o nome RCA designava produtos da mais alta qualidade. Quando a empresa foi comprada pela General Electric, em 1985, esta não se interessou em continuar no negócio de discos, e vendeu a gravadora para o conglomerado alemão Bertelsmann, passando a se denominar BMG (Bertelsmann Music Group), mantendo RCA como uma de suas marcas. Em 2004, a fim de enfrentar [...]]]></description>
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		<title>Gregório Barrios &#8211; Aqueles Ojos Verdes (1986)</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 20:13:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Latina]]></category>

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		<description><![CDATA[Gregório Barrios &#8211; Aqueles Ojos Verdes (1986) Resenha do Álbum Creio que, atendendo a vários pedidos, o Baú de Long Playing traz de volta o espanhol Gregório Barrios, aqui em um de seus últimos trabalhos em disco, lançado pela Continental dois anos antes de seu falecimento, em 1976. Vocês já conhecem a gloriosa trajetória deste grande intérprete do bolero, posto que já a contamos aqui anteriormente. A capa, fazendo jus ao próprio título deste disco, traz na foto uma bela jovem de olhos verdes&#8230; E a música-título, &#8220;Aquellos ojos verdes&#8221;, é bastante conhecida, data do início da década de 1930, originalmente composta em ritmo de rumba (no Brasil, em versão de João de Barro, o Braguinha, foi sucesso em 1932 na voz de Castro Barbosa, o futuro criador da &#8220;PRK-30&#8243; no rádio). O acompanhamento em algumas faixas, embora não creditado, parece ser da Tropical Brazilian Band, formada por músicos da cidade de São José do Rio Preto, interior de São Paulo, e que acompanhou Gregório nos últimos anos de sua vida, em discos e shows ao vivo. O repertório é de qualidade, como, aliás, em todos os trabalhos do &#8220;rei do bolero&#8221;, apresentando verdadeiros clássicos da música hispânica. Barrios recorda [...]]]></description>
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		<title>The Royal Philarmonic Orchestra &#8211; Plays The Quenn Collection (1982)</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 12:12:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[The Royal Philarmonic Orchestra]]></category>
		<category><![CDATA[Instrumental]]></category>

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		<description><![CDATA[The Royal Philarmonic Orchestra &#8211; Plays The Quenn Collection (1982) Resenha do Álbum Quem foi jovem nos anos 1970/80 se lembra, e com saudades, do Queen, uma das mais populares bandas de rock britânicas dessa época. O grupo era formado por Freddie Mercury (vocal e piano), Brian May (guitarras, harpa, teclado e vocal), Roger Taylor (bateria, percussão e vocal) e John Deacon (baixo, guitarra, teclado e vocal). O Queen foi responsável pelo chamado rock arte, cheio de excentricidades, instrumental cuidado e passagens vocais complexas, além de marcantes apresentações ao vivo, cheias de luzes, pirotecnias e outros efeitos especiais. Eles estiveram duas vezes no Brasil, a primeira em 1981, quando se apresentaram no Estádio do Morumbi, em São Paulo, e a segunda em 1985, na primeira edição do Rock in Rio. O astro principal da banda, claro, era o vocalista Freddie Mercury, uma figura cheia de energia e carisma. No dia 23 de novembro de 1991, Mercury admitiu, após diversos rumores, que estava com o vírus da AIDS, e, apenas doze horas depois, faleceu de broncopneumonia, aos 45 anos de idade. Ele foi cremado e suas cinzas estão no Garden Lodge, em Londres. Já em 1997, o baixista John Deacon abandonou [...]]]></description>
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		<title>Orquestra Los Porteños &#8211; Poema (1972)</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2012 13:33:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carlos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Orquestra Los Porteños &#8211; Poema (1972) Resenha do Álbum Pesquisando no site do Instituto Memória Musical Brasileira, descobri que este álbum que o Baú de Long Playing oferece hoje foi lançado originalmente em 1959, pela Musidisc, com o título &#8220;Poema &#8211; Tangos em hi-fi&#8221; (sigla de &#8220;high fidelity&#8221;, ou seja, alta fidelidade), e seu número de catálogo original era HI-FI-2022. Esta reedição, feita em 1972 pela RCA sob o selo Camden (naquele tempo, de cor azul) foi devidamente licenciada pela empresa Hara Internacional Música e Filmes Ltda., que até hoje detém os direitos sobre o acervo da Musidisc, gravadora que foi fundada nos anos 1950 pelo cantor, compositor e maestro Nilo Sérgio, e uma das pioneiras do LP no Brasil. É a mesma que lançou a Orquestra Românticos de Cuba, que na verdade era a Tabajara de Severino Araújo com outro nome. Quanto a esta outra orquestra, a Los Porteños, certamente não passou deste álbum, pelo menos é o único registrado em nome da mesma. E é mais uma tremenda incógnita, como a dos Tremendões outro dia. Simplesmente não se sabe quem seriam os músicos da tal orquestra. Possivelmente a orquestra era dirigida pelo próprio Nilo Sérgio (não tenho certeza, [...]]]></description>
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