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Astor Piazzolla – Os Grandes Sucessos de Astor Piazzolla (1973)

10/04/2012
Por

Astor Piazzolla – Os Grandes Sucessos de Astor Piazzolla (1973)

Resenha do Álbum

O Baú de Long Playing oferece hoje, para os apreciadores do bom tango argentino, uma seleção dos melhores momentos daquele que é considerado o maior renovador do gênero: o compositor e executante de bandoneón Astor Pantaleón Piazzolla. Como indica o sobrenome, ele era filho de imigrantes italianos (Vicente Piazzolla e Assunta Manetti), e veio ao mundo na cidade argentina de Mar del Plata, em 11 de março de 1921. Aos quatro anos de idade, mudou-se com a família para os EUA, mais precisamente Nova York, em busca de melhores condições de vida. Em seu período naquele país, o menino Astor se tornou fluente em espanhol inglês, italiano e francês. Em 1929, ganhou seu primeiro bandoneón, das mãos do papai Vicente, e quatro anos depois começou a ter aulas de piano com o húngaro Bela Wilde, discípulo de Sergei Rachmaninoff. Lá mesmo em Nova York, Astor conheceu o “rei do tango”, Carlos Gardel (nascido na França e radicado na Argentina), enquanto ele lá estava para filmar “El dia que me quieras”, e até apareceu no filme como um garoto que entregava jornal. Estudou harmonia e música erudita com a compositora e maestrina francesa Nadia Boulanger, e na juventude tocou e fez orquestrações para outro importante nome do tango, Aníbal Troilo. Foi o compositor de tango mais importante da segunda metade do século XX, e quando começou a fazer inovações no gênero, no tocante a ritmo, timbre e harmonia, foi metralhado pelos tangueiros mais antigos, que diziam: “Isso não é tango de fato!” Ao que Piazzolla respondeu: “É a música contemporânea de Buenos Aires”. E com forte influência do jazz, estabelecendo uma nova linguagem para o tango. Costumava tocar seu bandoneón de pé, em vez de sentado, e seu público era composto basicamente de universitários, jovens e intelectuais. Deixou uma discografia invejável (em torno de cinqüenta títulos), tendo gravado, entre outros, com Tom Jobim, Gary Burton e o violinista Fernando Suárez Paz. Entre seus parceiros de maior destaque na Argentina estão à cantora Amelita Baltar, o poeta Horácio Ferrer e o escritor Jorge Luís Borges. Nesta coletânea do selo Harmony/CBS, alguns dos momentos mais expressivos da carreira de Astor Piazzolla, inclusive com a presença de Amelita Baltar na famosa “Balada para un loco”, uma das três “baladas” compostas por Horácio Ferrer, tendo Piazzolla como parceiro. Outra faixa bastante conhecida é “Adiós, Nonino”, que Piazzolla compôs em 1959, em homenagem a seu pai Vicente (apelidado de Nonino), então já à beira da morte. Vinte anos mais tarde, o próprio autor declarou ter sido esta sua mais bela melodia, não sabendo se iria fazer algo melhor. “Talvez eu estivesse rodeado de anjos”. “Adiós, Nonino” ficou sem letra durante anos, pois Piazzolla se recusava a escrever letras para suas composições. Mas a cantora argentina Eladia Blásquez apresentou-lhe um poema que havia escrito sob a melodia de “Adiós, Nonino”, e Piazzolla, comovido, aceitou os versos de Eladia (por sinal ela abriu mão dos direitos autorais sobre os versos da música). Ao lado de composições próprias (“Lo que vendrá”, “Buenos Aires, hora cero”, “Fracanapa”), aparecem também obras de compositores consagrados do tango argentino, como Enrique Santos Discépolo, Marianito Mores (parceiros no famoso “Cafetin de Buenos Aires”), os irmãos Expósito (“Maquillaje”), Homero Manzi (“Milonga triste”), Emílio Balcarce (“Sideral”) e Enrique Cadícamo (“Los mareados”). Astor Piazolla, nos últimos anos de vida, preferia se apresentar em concertos como solista acompanhado de orquestra sinfônica, e vez por outra com seu quinteto. Um dos momentos mais importantes de sua carreira (fez também algumas temporadas no Brasil) foi o concerto que realizou em Nova York, no Philarmonic Hall. Piazzolla faleceu em 4 de julho de 1992, em Buenos Aires, aos 71 anos, porém deixando como legado a enorme influência de seu estilo e sua obra inestimável.

Samuel M. Filho

 Álbum: Os Grandes Sucessos de Astor Piazzolla
Ano/Gravadora: (1973) HARMONY 148.086
Artista(s): Astor Piazzolla
Interprete(s): Vários
Acervo: Carlão
Editado por: Carlão
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo

 Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo lado A e Selo Lado B do Long Playing

Crédito: Carlão

Fonogramas Lado A
A01. Lo Que Vendra (O Que Virá) – (A. Piazzolla) – (ASTOR PIAZZOLLA E SEU “NUEVO OCTETO”)
A02. Milonga Triste – (H. Manzi, S. Piana) – (ASTOR PIAZZOLLA E SEU QUINTETO “NUEVO TANGO” E Héctor de Rosas)
A03. Los Mareados – (E. Cadícamo, J. C. Cobián) – (ASTOR PIAZZOLLA E SEU QUINTETO “NUEVO TANGO”)
A04. Balada Para Un Loco – (Balada Para Um Loco) – (A. Piazzolla, H. Ferrer) – (AMELITA BALTAR COM ACOMPANHAMENTO DE ORQUESTRA)
A05. Cafetin De Buenos Aires (Cafezinho de Buenos Aures) – (E. S. Discépolo, M. Mores) – (ASTOR PIAZZOLLA E SEU QUINTETO “NUEVO TANGO”)
Fonogramas Lado B
B01. Adios Nonino (Adeus Nonino) – (Coulanges, A. Piazzolla) – (CACHO TIRAO)
B02. Maquillaje (Maquilagem) – (H. Expósito, V. Expósito) – (ASTOR PIAZZOLLA E SEU QUINTETO “NUEVO TANGO”)
B03. Sideral – (E. Balcarce) – (ASTOR PIAZZOLLA E SEU “NUEVO OCTETO”)
B04. Buenos Aires Hora Cero (Buenos Aires hora zero) – ( A. Piazzolla) – ( A. Piazzolla)
B05. Fracanapa – ( A. Piazzolla) – (ASTOR PIAZZOLLA E SEU QUINTETO “NUEVO TANGO”)

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Francisco Canaro – Francisco Canaro (1967)

17/10/2011
Por

Francisco Canaro – Francisco Canaro (1967)

Texto Contracapa

Nos anos que antecederam a primeira guerra mundial, digamos de 1910 a 1914, diversas eram as danças na moda. “Entre elas prevaleciam os tangos, brasileiros e argentinos, seguidos pelo “Double Boston”, “Triple Boston”, a “Matchiche Brésilienne” (já, em 1913, com a nova grafia de Maxixe também na França), e ainda, a “Dança do Urso”, o “One Step”, o Turkey Trot”, a “Mazurka Russa” e o “Scotch Time”
O Maxixe nessa época era veterano em Paris e era apenas uma maneira de dançar o tango brasileiro. Essas danças tôdas, com seus passos complicados, sua atitudes sensuais, seriam riscado do mapa pela guerra e substituídas, logo após o conflito pelo Charleston americano, extremamente movimentado e que encontraria um paralelo no segundo após-guerra com o “Rock-and-roll”.
Só uma dança sobreviveria entre tôdas: o Tango
O seu ingresso na Europa, entretanto, não fôra fácil.
O tango desembarcara na elegante praia de Deauville, na França, no verão de 1910. Nessa época não havia biquínis nem mini-saias, mas numa cidade de veraneio elegante como Deauville, a dança que desembarcara oriunda da América do Sul apresentava elementos fascinantes de sensualidade, exotismo, arrebatamento. Foram êsses elementos, aliás, que fizeram derramar rios de tinta nos jornais, declarando, sem apelação, escandalosa e imoral dança, a ponto de interessar ao próprio Vaticano: o Papa Pio X quis que o Tango fôsse dançado na sua presença.
Apesar disso, ou melhor, talvez graças a isso, a classe “bem” de tôda a Europa aderiu com entusiasmo ao Tango. Naturalmente não era o tango-tango e sim algo parecido. A êsse propósito, uma sisuda revista parisiense de maio de 1913, com profundo conhecimento da história e geografia, afirmava que essa “comme Le Maxixe, était exclusivemente par Le peuple depuis des siècles”. “Há quantos séculos brasileiros e argentinos dançavam o Tango, a revista não diz, Aliás, acrescenta: Les gaúchos et les cow-boys La moment volontiers”. Um pouco difícil imaginar cow-boys de 1913 dançarem o Tango.
A coisa, enfim, estava nessa confusão, acrescida por uma imediata codificação européia dos vários movimentos e passos do Tango, como “el corte”, “el medio corte”, “el paseo”, “la media luna”, “el veteo”, “el cruzado cortado, “el cruzado por ocho” e outros quando surgiu um João-Ninguém, apelidado de “Pirincho” que de um modesto bairro popular de Buenos Aires se projetaria no mundo, devolvendo ao Tango argentino aquelas características portenhas que se estavam diluindo em centenas de fragmentos descaracterizados.

“Pirincho” tocava seus tangos e milongas na guitarra, logo substituído pelo violino. Surgia, pouco depois, um trio típico, marco inicial de uma fulgurante e longa carrreira: a carreira de FRANCISCO CANARO.

O que Canaro fêz para a difusão e afirmação do verdadeiro Tango argentino, em mais de meio século de atividade, é difícil de se escrever: basta lembrar a sua “tournée” triunfal no Japão, um pouco antes de sua morte, “tournée” realizada exatamente cinqüenta anos depois de sua primeira apresentação no exterior, em Paris, para têrmos uma idéia do grande papel que Francisco Canaro, o “Pirincho”, representou na história da música popular de sua Terra

Maurício Quadrio

Álbum: Francisco Canaro
Ano/Gravadora: (1967) ODEON MOFB 377
Artista(s): Francisco Canaro
Acervo: Sepin
Editado por: Sepin
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing

Crédito: Sepin

Fonogramas Lado A
A01. Quiero Verte Una Vez Más – (Mário Canaro – José Maria Contursi)
A02. Corazón Encadenado – (Francisco Canaro – Ivo Pelay)
A03. Paciencia – (Juan D’Arienzo – F. Gorrindo)
A04. Los Ojos Mas Lindos – (Francisco Canaro)
A05. Sombras… Nada Más – (Francisco J. Lomuto – José Maria Contursi)
A06. Duelo Criollo – (Juan Razzano – Lito Bayardo)
Fonogramas lado B
B01. Tiempos Viejos – (Francisco Canaro – Manuel Romero)
B02. Necesito Olvidar – (S.Sciammarella – Manuel Romero)
B03. Lo Pasao Paso – (Miguel Busino)
B04. Milonguita – (E. Delfino – S. Linning)
B05. Queja Indiana – (Juan Rodrigues – Juam M. Velich)
B06. Toda Mi Vida – (Anibal Troilo – José Maria Contursi)

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Donato Racciatti Y Su Orquesta – A Era de Ouro do Tango Vol. 3 – (1977)

03/10/2011
Por

 

Donato Racciatti

Donato Racciatti (Montevidéu, 18 de outubro de 1918 — Montevidéu, 27 de maio de 2000) foi um bandoneonista, compositor e diretor de orquestra uruguaio.

Biografia

Nascido no bairro Aires Puros, da capital uruguaia, Racciatti que tocava o bandoneón desde criança começa sua carreira profissional no rádio em 1938.[1]

Em 1940 se incorpora ao conjunto dirigido pelo afamado compositor Pedro Laurenz, que estava radicado em Montevidéu e em 1945 é convidado para dirigir a orquestra que acompanhava o cantor Luis Alberto Fleitas, com quem faz as suas primeiras gravações.[1]

Em 1948, Racciatti forma a sua própria orquestra, se transformando logo em um dos ícones do tango no Uruguai, vendendo muitos discos e se apresentando constantemente no interior do Uruguai e também no Brasil.[1]

A etapa mais brilhante de sua orquestra ocorre entre 1953 e 1960, em que se destacaram vozes femininas como de Nina Miranda e Olga Delgrossi, ambas brilhariam posteriormente na Argentina.

Segundo os especialistas do gênero, a orquestra de Racciatti tinha um estilo de executar tangos parecida com a de Juan D’Arienzo, em uma estrutura clássica do 2×4 dos tangos primitivos que tinha muitos aficcionados tanto que Racciatti se apresenta até no Japão.

[Saiba mais]

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre

Álbum: A Era de Ouro do Tango Vol. 3
Ano/Gravadora: (1977) Polyfar/Philips 2494 531
Artista(s): Donato Racciatti Y Su Orquesta
Artista do Álbum: Donato Racciatti
Acervo: Sérgio
Editado por: Sérgio
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo

Fonogramas Lado A
A01. La Cumparsita – (M. Rodriguez / Contursi / E. P. Maroni)
A02. Caminito – (Gabino Coria Peñaloza / Juan de Dios Filiberto)
A03. Felicia – (Enrique Saborido)
A04. Adios Pampa Mia – (Francisco Canaro / Mariano Mores / Ivo Pelay)
A05. Clavel Del Aire – (Juan de Dios Filiberto / Fernan Silva Valdez)
A06. El Once – (Osvaldo Fresedo / Emílio Fresedo)

Fonogramas Lado B
B01. A Media Luz – (Edgardo Donato / Carlos César Lenzi)
B02. Uno – (Mariano Mores / Enrique Santos Discépolo)
B03. El Pañuelito – (Juan de Dios Filiberto / Gabino Coria Peñaloza)
B04. Granada – (Agustin Lara)
B05. El Amanecer – (R. Firpo / Vrs. Virgínia Vera)
B06. Rodriguez Peña – (Vicente Greco / Juan M. Velich)
B07. Taquito Militar – (Mariano Mores)

Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira
Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing

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Crédito: Sérgio

Jorge Sobral – Uma Noite Em Buenos Aires – (1976)

07/06/2010
Por

Jorge Sobral - Uma Noite Em Buenos Aires - (1976)

Jorge Sobral

Sobral, Jorge. (Nome de família: Edelmiro Sobredo). Cantor. Tudo começou em 1952 integração da orquestra Mario Demarco com o qual gravou um série de versões Pan-tangos e quando eu vou, incluindo a falta de selo Pathé. Em 1953, ela cantou com a orquestra de Lorenzo Barbero, e em 1954, com Mariano Mores. Desde 1955, ela se apresentou como solista com a orquestra de cordas de Astor Piazzolla gravaram suas performances para os rótulos Antar Telefunken e Music-Hall (Always Paris, mais tarde / adeus, Nós). Ao viajar a Nova York Piazzolla foi ligado ao grupo de Francisco Petrone para o início de A Lenda de Juan Moreira. A declaração mais tarde nas filmagens de vários filmes, incluindo o dinheiro de Deus (1959), Don Frutos Gómez (1960), Buenas Noches, Buenos Aires (1963). Em 1961, ele viajou para o Chile, e em 1962 estreou na TV Estou Porteño, transmitido no canal 13. Gravou discos solo, acompanhada pela orquestra conduzida e dispostos, respectivamente, por Osvaldo Tarantino, Demarco Mario e Armando Calderaro e repertório crioulo com a guitarra em discos com TK (Ver: Uma noite em Buenos Aires). Ele morreu em 10 de Abril 2005. Horacio Ferrer Fonte

2 Biografia

Cantor
(25 de agosto de 1931 – 10 de Abril de 2005)
Nome Real: Sobredo Edelmiro
Com um registo de baixo-barítono grande, Jorge Sobral foi um dos maiores representantes da geração imediatamente após os cantores dos anos quarenta. Refinado, elegante e usando uma técnica vocal que revela seu estudo lírico com o professor Fermin Favero, foi sem dúvida um excelente jogador.
Em sua juventude ea direcção do seu professor, apareceu no Children’s Orchestra Favero, depois de Jorge Lavalle, o conjunto “Ases” ea formação de Forti-Parodi, onde estavam os cantores e Luis Tolosa Cobos Juan Carlos.

Sua imagem está ligada à televisão na Argentina, onde seu talento como cantora se juntou a um ator de trabalho interessante. Um exemplo é sua participação na série de sucesso “Eu sou de Buenos Aires”, que foi mantida por vários anos consecutivos na tela do Canal 13.

Tudo começou em 1952 com a orquestra de Mario Demarco, a gravação para a etiqueta tango Pathe “Amanhã vela de um barco” no engate tem a instrumental “Welcome”. Depois de “Pan”, de Eduardo Pereyra e Celedonio Flores, “Chip”, de Mario Demarco e Ali Jacinto, eo tango de Jaime Antonio Vila e cantou: “Quando eu vou”, entre outros.

Em 1953, ingressou na orquestra conduzida por Lorenzo Barbero, compartilhando com o vocalista Robert Florio. No ano seguinte, ela se apresentou com a orquestra de Mariano Mores.

A partir de 1955 entrou para a orquestra de Astor Piazzolla, onde permaneceu quatro anos, deixando a sua impressão de voz nos seguintes temas: “Black Beauty”, “sempre Paris”, “Nós”, “Eu sou o negro” e “Na noite de despedida.”

Em 1959 juntou-se à companhia de teatro dirigida pelo actor Francisco Petrone participar no jogo “The Legend of Juan Moreira”.

Em 1961, ele saiu em turnê para o Chile e Peru. Então ele fez uma série de temas, para a televisão, acompanhado por orquestras de Osvaldo Tarantino e Armando Calderaro e repertório crioulo, acompanhada de um violão “O La Plata”. Além do referido programa: “Eu sou de Buenos Aires”, estrelado por atrizes com Marilina Ross e alemã Forest “Buenos Aires 2040″ eo musical dos principais programas do Canal 13.

Em 1973 ele foi contratado para atuar em Porto Alegre, Brasil, no “Tango Festival at Sea”, com Roberto Goyeneche, Solis Alba, Deval Horacio, Berlingieri-Baffa, Osvaldo Piro, Gloria e Eduardo, entre outros. Foi do reconhecimento concedido pelo público em 1975, volta a por uma semana com Juan Carlos Copes, Maria Graña e Sexteto Mayor. Em 76 funciona este país com o show “Uma Noite em Buenos Aires”, dirigido por ele, com a participação do Sexteto Mayor, após o Sexteto Tango e orquestra de Osvaldo Piro, com Roberto Achával, Vozes e Victor Branco Ayos Monica.

Como já foi dito, sua carreira corre em paralelo com o trabalho vocal e é importante para destacar a sua participação em uma dúzia de filmes em casa e no exterior, dividindo o palco com figuras notáveis do cinema. Entre outros destaques: “Dinheiro é Deus” (1959), “Don Frutos Gómez (1960),” Buenas noches de Buenos Aires “(1963),” Maria e os outros “made in Spain, de volta em 67.

Durante sua carreira ganhou vários prêmios, incluindo: vencedor do Festival Eurovisão da Canção 1965 finalista do Festival de Benidorm 1967 (Valência, Espanha), disco de ouro em 1968 (Caracas, Venezuela). Ganha o “Florencio Sánchez”, melhor diretor musical, 1973-1974 temporada em Mar del Plata. Como cantor e cantora recebeu o prêmio “Golden Quinquela Martin, em 1991 e no ano seguinte o” Prémio Goya “em Madrid.

Em novembro de 1969 foi galardoado com o Primeiro Buenos Aires Festival da Canção e Dança, com o tango “Até o último trem”, de Julio Ahumada e letras de Julio Camilloni, relegando para o segundo lugar na famosa “Balada Para Un Loco” Astor Piazzolla e Horacio Ferrer.

Em 1993 gravou um CD interpretando o papel de Juan Perón, na ópera “Evita”, o maestro Andrés Pedro Risso, e retratou com êxito os papéis nas óperas “Amália”, “Lola Mora” e “Alfonsina”, do mesmo autor . A soprano Marcela Rios foi a figura principal nos três mulheres.

Em 1995, durante cinco meses, foi apresentado no teatro “Na Praça”, com o espetáculo “Forever Tango San Francisco, Califórnia, junto com os bailarinos e Maria Elsa Mayoral e cantora Marcela Ríos.

Em seu retorno a 2005, ele se apresentou em locais diferentes, como, tais como: El Viejo Almacén, na sua reabertura, o Mahler Café, Orion Cafe de Mar del Plata, e os novos Caño 14 no bairro da Recoleta, Buenos Aires.

Em 25 de maio de 2000, realizada no Festival de Tango de esgoto em Murcia, e aproveitando a sua estada em Espanha, gravou dois compactos, em Madrid, mestre Dioni Velázquez.

Em sua longa carreira levou a gravar mais de três centenas de itens, dos quais destacam as gravações orquestrais com o pianista Juan José Paz, onde, entre outros, gravou o premiado “até o último trem”, sua canção “Che Caracas” e curiosa versão de José Larralde milonga “porquê”. Anibal Marconi xww.todotango.com tango Source Todos

Fonte de Pesquisa: EL TANGO Y SUS INVITADOS

Álbum: Uma Noite Em Buenos Aires
Ano/Gravadora: (1976) MusiColor 1-04-405-144
Artista(s): Jorge Sobral
Acervo: Quelinho
Restauração: Quelinho
Formato: mp3
Bitrate: 320 kbps
Áudio: Ótimo

Fonogramas Lado A
A01. Balada Para Un Loco – (A. Piazzola – H. Ferrer)
A02. Mano A Mano – (Gardel – Fazzani – Flores)
A03. Que Sera De Ti – (Antônio Marcos – Mário Marcos)
A04. Cambalachi – (E. S. Descepelo)
A05. Guitarra, Guitarra Mia – (Gardel – Le Pera)
A06. Adios Pampa Mia – (F. Canaro – M. Morez – I. Pelay)

Fonogramas Lado B
B01. Nostalgias – (J. C. Cobian – E. Cadicamo)
B02. Garufa – (J. C. Collázo – Fontaina – V. Solino)
B03. Cielo de Estrellas – (Sílvio caldas – Orestes Barbosa)
B04. Yira… Yira – (E. S, Discepolo)
B05. Rio Rebelde – (R. M. Uballes – F. A. Aguirre)
B06. Balada De Mi Muerte – (A. Piazzola – H. Ferrer)
B07. Cuando Mi Madre Era Niña – (Alberto Mastra)

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do do Long Playing

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Crédito: Quelinho

 

José Fernandes e Sua Orquestra Típica – Tangos Nota 10 – Vol. 02 – (1977)

30/04/2010
Por

José Fernandes e Sua Orquestra Típica - Tangos Nota 10 - Vol. 02 - (1977)

Álbum: Tangos Nota 10 – Vol. 02 – José Fernandes e Sua Orquestra Típica
Ano/gravadora: (1977) RCA Camden 107.0266
Artista(s): José Fernandes
Acervo: Quelinho
Restauração: Quelinho
Formato: mp3
Bitrate: 320 Kbps
Áudio: Ótimo

Fonogramas Lado 01
A01. Mi Refugio – (Juan Carlos Cobián / P. N. Córdoba)
A02. La Última Cita – (Agustin Bardi / Francisco Garcia Jimenez)
A03. Uno -  Madreselva – (Mariano Mores / Enrique Santos Discépolo) (Francisco Canaro / Luis César Amadori) – Intérprete(s): José Fernandes / Luis César
A04. Buen Amigo – (Julio de Caro / C. Marambio)
A05. Felicia – (Enrique Saborido)
A06. Noche de Reyes – (Jorge Curi / Pedro Maffia) – Intérprete(s): José Fernandes / Perez Moreno

Fonogramas Lado 02
B01. À Eduardo Arolas – (José Fernandes)
B02. Cuesta Abajo – Tomo Y Obligo -  (Carlos Gardel / Alfredo Le Pera)  (Carlos Gardel / Manuel Romero)
Intérprete(s): José Fernandes / Fernando Morais
B03. Canaro – (José Martinez)
B04. Esta Noche Me Emborracho – (Enrique Santos Discépolo) – Intérprete(s): José Fernandes / Perez Moreno
B05. Recuerdo – (Adolfo Pugliese)
B06. Maipo – (Eduardo Arolas)

Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira
Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing

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Crédito: Quelinho

José Fernandes e Sua Orquestra Típica – Tangos Nota 10 – (1976)

29/04/2010
Por

José Fernandes e Sua Orquestra Típica - Tangos Nota 10 - (1976)

José Fernandes

Maestro e músico José Fernandes, ou Zé Fernandes, notabilizou-se por participar como jurado em programas de calouros.

Além de participar, nos anos 60, do “Programa Flávio Cavalcanti”, José Fernandes atuou como jurado no “Show de Calouros” do Programa Sílvio Santos.

José Fernandes era o terror dos calouros. Quando estava de bom humor , dava nota 1.

O “Rei das notas 0″ não é muito conhecido pelas novas gerações, mas fez história na TV.

Reza a lenda que nunca nenhum candidato jamais o viu sorrir.

Em 1976, Guilherme Arantes se apresentou no programa “Show de Calouros”, com o seu primeiro sucesso “Meu Mundo e Nada Mais”, que era tema da novela “Anjo Mau”. O cantor recebeu nota máxima de todos os jurados, menos de José Fernandes, que deu 4.5 (a nota máxima era 5), alegando que o trecho da letra “só sobraram restos”, formava o cacófato “sóçobraram restos”. Guilherme discutiu com o jurado, e Silvio pôs panos quentes, dizendo que os candidatos não deveriam comentar as opiniões do júri.

José Fernandes faleceu em 1977.

Fonte de pesquisa: Memória do Rádio

Álbum: Tangos Nota 10 – José Fernandes e Sua Orquestra Típica
Ano/Gravadora: (1976) RCA Camden 107.0244
Artista(s): José Fernandes
Intérprete(s): José Fernandes e Sua Orquestra Típica
Acervo: Quelinho
Restauração: Quelinho
Formato: mp3
Bitrate: 320 Kbps
Áudio: Ótimo

Fonogramas Lado 01
A01. Ojos Negros – (Vicente Greco) – (Instrumental)
A02. Caminito – (Gabino Coria Peñaloza / Juan de Dios Filiberto) – Canta: (Perez Moreno)
A03. Derecho Viejo – (Eduardo Arolas) – (Instrumental)
A04. Nostalgias – (Enrique Cadicamo / Juan Carlos Cobián) – Canta: (Fernando Moraes)
A05. Ré-fá- – (Enrique Delfino) – (Instrumental)
A06. A Media Luz – (Edgardo Donato / Carlos César Lenzi) – Canta: (Luiz Cesar)

Fonogramas Lado 02
B01. Quejas de Bandoneon – (Juan de Dios Filiberto) – (Instrumental)
B02. Tango Pra Teresa – (Jair Amorim / Evaldo Gouveia) – Canta: (Luiz Cesar)
B03. El Choclo – (A. Villoldo / Enrique Santos Discépolo / C. M. Catam) – (Instrumental)
B04. Volver – (Carlos Gardel / Alfredo Le Pera) – Canta: (Perez Moreno)
B05. La Maleva – (A. Buglione / M. Prado) – (Instrumental)
B06. Yira Yira – (Enrique Santos Discépolo) – Canta: (Fernando Moraes)

Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira
Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing

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Crédito: Quelinho

 

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