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Jair Rodrigues – Antologia Da Seresta – (1979)

27/08/2011
Por

Jair Rodrigues
Jair Rodrigues de Oliveira
* 6/2/1939 Igarapava, SP

Biografia

Cantor. Compositor.

Na infância, cantava música religiosa em igreja. Antes de ingressar na vida artística, trabalhou como engraxate, mecânico, servente de pedreiro e ajudante de alfaiate. Em 1958, participou pela primeira vez de um programa de calouros, em São Carlos (SP). Em seguida, mudou-se para a capital paulista, onde trabalhou na alfaiataria Primor. Seu filho Jairzinho também ingressou na vida artística, tendo participado, na década de 1980, do programa infantil da TV Globo “Balão mágico”, iniciando, mais tarde, uma bem-sucedida carreira como cantor, já na virada da década de 1990 para o ano 2000.

[Saiba mais]

Fonte de pesquisa: Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira

Álbum: Antologia Da Seresta
Ano/Gravadora: (1979) Philips 6349 416
Artista(s): Jair Rodrigues
Acervo: Quelinho
Editado por: Quelinho
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Bom

Fonogramas Lado A
A01. Boa Noite Amor – (José Maria de Abreu – Francisco Matoso)
JOSÉ MARIA DE ABREU – (1911 – 1966) – Pianista, viveu algum tempo fazendo demonstrações nas lojas de música, para os que queriam comprar  “partes de piano”. Compositor, especializou-se nas valsas sentimentais. “Boa Noite, Amor” é uma das mais belas

FRANCISCO MATOSO – (1913 – 1941) – Pianista e compositor, viveu, artisticamente, a melhor fase da primeira metade do século: a década dos trinta. Deixou uma obra onde figuram, como exemplos principais. “Boa Noite, Amor” e “Eu Sonhei Que Tu Estavas Tão Linda
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A02. Popurri
- Três Lágrimas – (Ary Barroso) (Pedro de Sá Pereira / Ari Pavão) (Freire Júnior)
ARY BARROSO – (1903 – 1964) – No fundo, era um sentimental. Todo aquele temperamento explosivo revestia uma alma sensível e poética, cujo talento se refletia em marchinhas carnavalescas, sambas de exaltação, canções e valsas belíssimas. Em “Três Lágrimas”, um momento de intenso lirismo.

- Chuá, Chuá – (Pedro de Sá Pereira / Ari Pavão)
PEDRO SÁ PEREIRA – Ligado ao teatro de revista, numa época em que era nele que nasciam os grandes sucessos populares, sua canção “Chuá, Chuá atesta o valor de uma obra, Por causa desta canção, seu nome nunca há de ser esquecido.

ARY PAVÃO – Outro nome relacionado com o movimento teatral, principalmente com as revistas que fizeram a glória de artistas, músicos e autores e que foram a alegria de um público fiel. A letra de Chuá, Chuá é dele. Era jornalista e romancista

- Malandrinha – (Freire Júnior)
FREIRA JÚNIOR – (1881 – 1986) – Teatrólogo de renome, poeta e compositor, contribuiu para o teatro musicado com quase 120 peças, dentre as a revista “A Malandrinha”, levada à cena no Teatro S. José, em 1928 cuja canção título passou a ser um clássico da serenata brasileira
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A03. Lábios Que Beijei – (J. Cascata / Leonel Azevedo)
LEONEL AZEVEDO – (1908) – Sonhou se engenheiro, não pode. Foi para na Telefônica e lá ficou 35 anos. Menino, começou a fazer versos e a tocar violão. Cresceu, foi para o rádio, cantou e compôs. Tem nome maiúsculo na música brasileira por causa de “Lábios Que Beijei” e de muitos outros sucessos.

J. CASCATA – (1912 – 1961) – Chamava-se Álvaro Nunes. O apelido veio de tempos em que aprendia a falar e mal conseguia pronunciar a palavra “cascata”, encantado pela fonte de praça. O “J.” foi adotado quando se tornou compositor, cuja fama cresceu a partir de “Lábios Que Beijei”
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A04. Última Inspiração – (Peterpan)
PETERPAN – (1911) – José Fernandes de Paula, compositor e pianista, destacou-se na área do samba, da marcha, da toada, mas assinou também canções e valsas  sentimentais, como “Última Inspiração”, indispensável nua boa seresta
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A05. A Voz do Violão – (Francisco Alves / Horácio Campos)
FRANCISCO ALVES – (1898 – 1952) – Cantar era seu legítimo destino. Compor foi uma conseqüência. Tanto o cantor quanto o compositor foram expressões de uma época histórica que nos deixou o eco de uma voz linda e de uma canção eterna: “A Voz Do Violão”.

HORÁCIO CAMPOS – (1892 – 1933) – Sua incursão no terreno da música pode ser avaliada, quase que exclusivamente, por ter escrito os versos de “A Voz Do Violão”, para uma peça de teatro da Companhia Jardel Jércolis. O bastante para o seu nome ficar na história
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A06. Gente Humilde -   (Garoto / Vinicius de Moraes / Chico Buarque)
GAROTO – (1915 – 1955) – Anibal Augusto Sardinha ficou sendo conhecido pelo apelido porque, ainda garoto, tocava qualquer instrumento de corda. Não conheceu o sucesso de “Gente Humilde”, cujos versos só foram feitos depois que ele havia morrido

CHICO BUARQUE – (1942) – Um os mais amplos talentos da nova geração. Bom compositor, bom poeta. Tinha quase treze anos, quando Garoto morreu e já era adulto quando escreveu os versos de “Gente Humilde”, juntamente com Vinicius de Moraes.

VINICIUS DE MORAES – (1913) – Desde menino faz versos. Formou-se em Direito, seguiu a carreira diplomática, mas deixou tudo pela poesia e pela música popular. Destacou-se ao tempo da bossa-nova, criou, inovou, fez-se ídolo. Os versos de “Gente Humilde” são dele e do Chico Buarque
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Fonogramas Lado B
B01. Eu Sonhei Que Tu Estavas Tão Linda – (Lamartine Babo / Francisco Matoso)
LAMARTINE BABO – (1904 – 1963) – Fez humorismo, mas era um romântico. Dotado de grande fertilidade artística, era fácil para ele, fazer versos ou compor melodias de alto sentido popular… marchinhas de carnaval, sambas, marchas de rancho e valsas lindas, como “Eu Sonhei Que Tu Estavas Tão Linda”.

FRANCISCO MATOSSO – (1913 – 1941) – Pianista e compositor, viveu, artisticamente, a melhor fase da primeira metade do século: a década dos trintas. Deixou uma obra onde figuram, como exemplos principais, “Boa Noite, Amor”, e “Eu Sonhei Que Tu Estavas Tão Linda”.
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B02. Popurri
- A Última Estrofe – (Cândido das Neves “Índio”) (Capiba) (Joubert de Carvalho)
CÂNDIDO DAS NEVES – (1899 – 1934) – Também era chamado de “Índio”, Filho do famoso Eduardo das Neves, herdou a veia artística do pai e foi um dos grandes poetas da nossa música, ao nível da Catulo e Hermes Fontes. “A Última Estrofe” é um clássico da seresta.

- Maria Betânia – (Capiba)
CAPIBA – (1904) – Lourenço da Fonseca Barbosa é uma força viva da música pernambucana. Dedicando ao frevo e ao maracatu, compõe em vários gêneros e a canção que ele escreveu, em 1944, para a peça de Mário Sette. “Senhora de Engenho”, deu ensejo a que muita criança se batizasse com o nome de “Maria Bethânia”.

- Minha Casa – (Joubert de Carvalho)
JOUBERT DE CARVALHO – (1900 – 1977) – Fez questão de ser médico e exerceu a profissão. Mas nunca se afastou da música, que começou a compor com oito anos. Há quem diga que suas melodias são elegantes. É, talvez, uma forma de definir da beleza de canções como “Minha Casa”
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B03. Chão de Estrelas – (Silvio Caldas / Orestes Barbosa)
ORESTES BARBOSA – (1893 – 1966) – Foi o que se costuma chamar de “jornalista brilhante e combativo”, que começou na revisão do jornal de Rui Barbosa. Um nome eternamente ligado à música seresteira, por causa de um repertório que inclui entre outras. “Chão e Estrelas”

SILVIO CALDAS – (1908) – Aos cinco anos cantou em público pela primeira vez. Pode-se dizer que não parou mais da cantar. É uma legenda viva da nossa música, E de tudo compôs, bastaria “Chão de Estrelas” para consagrá-lo.
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B04. Patativa – (Vicente Celestino)
VICENTE CELESTINO – (1989 – 1968) – O imenso prestígio do cantor de voz possante e bala ganhou amplos horizontes a partir do momento que ele passou a ser, também, autor e ator teatral, artista de cinema e compositor. E no campo da composição. “Patativa” foi um sucesso definitivo.
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B05. Número Um – (Benedito Lacerda / Mário Lago)
MÁRIO LAGO – (1911) – Começou escrevendo para o teatro. Depois, fez letras para muita música. Radioator, novelista, ator de teatro e televisão, compositor, um talento múltiplo. Tem composições somente dele, mas é nas letras que está o seu forte, com imagens poéticas encantadoras. A valsa “Número Um, por exemplo.

BENEDITO LACERDA – (1903 – 1958) – Grande flautista! Criou o grupo “Gente do Morro” que se transformaria, mais tarde e com outro nome, no maior conjunto regional de seu tempo. Uma obra vastíssima de choros, sambas, marchas e música romântica, como a valsa “Número Um”.
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B06. Ave-Maria – (Erothides de Campos)
EROTHIDES DE CAMPOS – (1896 – 1945) – Professor de química, diretor da Escola Normal de Piracicaba, orientador da Cultura Artística de lá, sua grande vocação era a música. Flautista, compositor, deixou muitas melodias, mas nenhuma tem a fama de “Ave Maria”
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Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira
Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing

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Crédito: Quelinho

Roberto Morais e Os Seresteiros da Ilha do Sonho – Serestas Com Amor – (1980)

26/08/2011
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Saudade não tem idade

Dois preciosos lançamentos para quem aprecia a seresta, ambos com bom marketing para impulsionar suas vendas à uma faixa bem ampla de consumidores. Afinal, a promoção que a Sigla/ Som Livre garante via Rede Globo de televisão de seus lançamentos, fará com que não só os consumidores tradicionais da música do passado venham a se interessar por “Serestas com Amor”, mas também uma faixa mais jovem possa, através desta cuidadosa produção de Sidney Santos (ex-Os Três Moraes, agora artisticamente Santos Morales). Em seis grandes blocos, foram reunidos 40 clássicos da seresta – de “Chão de Estrêlas” (Orestes Barbosa/ Silvio Caldas) a “Serenata do Adeus” (Vinícius de Moraes). Para interpretar um punhado de músicas que ao longo de mais de 50 anos são cantadas Brasil afora, foi convocado Roberto Morais e “Os Seresteiros da Ilha do sonho”, pseudônimo de um grupo vocal que inclui Cibele (do Quarteto en Cy), Luna e o próprio Sidney Moraes (Santos Morales). Os arranjos vocais de Sidney e a regência dividida entre Edson José Alves e Daniel Salinas procurou dar um toque novo – embora respeitoso – ao repertório selecionado, tornando-o facilmente assimilável.

[Saiba Mais]

Texto de Aramis Millarch, publicado originalmente em:
Veiculo: Estado do Paraná Caderno ou Suplemento: Nenhum
Coluna ou Seção: Jornal da Música
Página: 29
Data: 17/05/1981

Álbum: Serestas Com Amor
Ano/Gravadora: (1980) Som Livre 403.6222
Artista(s): Roberto Morais e Os Seresteiros da Ilha do Sonho – Santo Morales
Artista(s) do Álbum: Roberto Morais
Dados adicionais: • Participação: Santo Morales
Vocal: Cibele, Luna, Sydnei e Roberto
Acervo: Heleno
Editado por: Quelinho
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo

Fonogramas Lado 1
A01. Chão de Estrelas – Serenata – Uma Grande Dor Não Se Esquece – Mulher – Súplica – Lábios Que Beijei – Boneca – Quase Que Eu Disse -     (Silvio Caldas / Orestes Barbosa) (Silvio Caldas / Orestes Barbosa) (Antenógenes Silva / Ernâni Campos) (Custódio Mesquita / Sady Cabral)     (Otávio Gabus Mendes / José Marcílio / Déo) (J. Cascata / Leonel Azevedo) (Benedito Lacerda / Aldo Cabral) (Silvio Caldas / Orestes Barbosa)

A02. Lamentos – Patativa – Suburbana – Algum Dia Te Direi – Por Ti – Bodas de Prata – Eu Sonhei Que Tu Estavas Tão Linda – Quero-te Assim -  Bandolins – (Paraguassu) (Vicente Celestino) (Silvio Caldas / Orestes Barbosa) (Cristóvão de Alencar / Felisberto Martins) – (Leonel Azevedo / Sá Róris) (Roberto Martins / Mário Rossi) (Lamartine Babo / Francisco Matoso) – (Tito Madi) (Oswaldo Montenegro)

Fonogramas Lado 2
B01. Neusa – Lágrimas de Rosa – … Das Rosas – Modinha – Rosa – (Antônio Caldas / Celso de Figueiredo) (Dante Santoro / Kid Pepe) (Dorival Caymmi) (Sergio Bittencourt) Pixinguinha / Otávio de Souza)

B02. Gente Humilde – É Só Saudade – Nanci – (Garoto / Vinicius de Moraes / Chico Buarque) (Sidney Morais / José Marques da Costa) (Bruno Arelli / Luis Lacerda)

B03. Malandrinha – Deusa Da Minha Rua – Velho Realejo – Canta Maria – Devolve – (Freire Júnior) (Newton Teixeira / Jorge Faraj) (Custódio Mesquita / Sady Cabral) (Ary Barroso) (Mário Lago)

B04. A Última Canção – Última Inspiração – Serenata do Adeus – Onde Anda Você – (Guilherme Augusto Pereira) (Peterpan) (Vinicius de Moraes) (Vinicius de Moraes / Hermano Silva)

Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira
Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing

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Crédito: Heleno

Carlos José – Uma Noite de Seresta Vol. 5 – (1970)

04/12/2010
Por

Carlos José - Uma Noite de Seresta Vol. 5 - (1970)Carlos José
Informação geral
Nome completo Carlos José Ramos dos Santos
Data de nascimento 22 de setembro de 1934
Origem São Paulo
País Brasil
Gêneros seresta
Ocupação cantor
Outras ocupações advogado, radialista

Carlos José Ramos dos Santos (São Paulo, 22 de setembro de 1934), mais conhecido como Carlos José, é um cantor e seresteiro brasileiro

Biografia
Deixou a carreira de advogado para se dedicar à música. Seu grande sucesso foi Esmeralda, gravada em 1960. O ótimo resultado do trabalho lhe permitiu vender milhares de discos [carece de fontes?] e receber prêmios como o de cantor revelação e o Troféu Quarto Centenário. Apresentou-se nos palcos de todo o país e nos programas de televisão.

Atualmente dirige a SOCINPRO, empresa carioca que administra e protege os direitos autorais de músicos e compositores. Também apresenta um programa de rádio, o Eles Têm Historia para Contar, na Rádio Roquette Pinto do Rio de Janeiro. É irmão do músico Luiz Cláudio Ramos.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre

Álbum: Uma Noite de Seresta Vol. 5
Ano/Gravadora: (1970) CBS 37693
Outras Edições: CBS/Entré 104257 (1973)
Artista(s): Carlos José
Dados adicionais: Acompanhamento: Canhoto e Seu Regional
Acervo: .:._.:._.:.
Editado por: .:._.:._.:.
Formato: MP3 kBit/s 192
Áudio: Ótimo

Links Individuais
Fonogramas Lado 1
Link A01. Mimi – (Uriel Lourival)
Link A02. Falsa Felicidade – (Paulo Medeiros)
Link A03. Se Ela Perguntar – (Dilermando Reis / Jair Amorim)
Link A04. Cigana – (Romualdo Peixoto “Nonô” / Paulo Roberto)
Link A05. Você – (Fardel / Darci Barros)
Link A06. Modinha – (Autor Desconhecido)

Fonogramas Lado 2
Link B01. Há Um Segredo Em Teus Cabelos – (Gastão Lamounier / Osvaldo Santiago)
Link B02. Chão de Estrelas – (Silvio Caldas / Orestes Barbosa)
Link B03. Dona da Minha Vontade – (Francisco Alves / Orestes Barbosa)
Link B04. Talento e Formosura – (Catulo da Paixão Cearense / Edmundo Octávio Ferreira)
Link B05. Estela – (Adelmar Tavares / Abdon Lyra)
Link B06. Rapaziada do Brás – (Alberto Marino)

Link Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing

Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira

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Crédito: .:._.:._.:.

Francisco Petrônio e Dilermando Reis – O Melhor De Uma Voz E Um Violão Em Serenata – Vol. 2 – (1977)

11/06/2010
Por

Francisco Petrônio e Dilermando Reis - O Melhor De Uma Voz E Um Violão Em Serenata - Vol. 2 - (1977)

Francisco Petrônio
Francisco Petrone

* 08/11/1923 São Paulo, SP
+ 18/1/2007 São Paulo, SP
Biografia

Cantor. Compositor.

Foi motorista de táxi. Foi chamado pelo apresentador de Tv Airton Rodrigues de “A voz de veludo do Brasil”.
[Saiba Mais]

Dados Artísticos

Começou a carreira artística já com 37 anos de idade, em 1960, quando era motorista de táxi e ao transportar o amigo e radialista Nerino Silva, disse que gostaria de cantar. O amigo levou-o então para um teste nas Emissoras Associadas no qual foi aprovado e contratado por um período de 2 anos. Em 1961, começou a atuar profissionalmente nas Rádio e TV Tupi de São Paulo. No mesmo ano, gravou (…)
[Saiba Mais]

Fonte de pesquisa: Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira

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Dilermando Reis
Dilermando dos Santos Reis
* 22/9/1916 Guaratinguetá, SP
+ 02/1/1977 Rio de Janeiro, RJ

Biografia

Violonista. Compositor.

Começou a estudar violão com o pai, o violonista Francisco Reis, ainda na infância. Em 1931, aos 15 anos de idade, já era conhecido como o melhor violonista de Guaratinguetá. Neste mesmo ano, assistindo a um concerto do violonista Levino da Conceição, que se apresentava na cidade, tornou-se seu aluno e seu acompanhador, seguindo-o em suas excursões.

Em (…)
[Saiba Mais]

Fonte de pesquisa: Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira

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Álbum: O Melhor De Uma Voz E Um Violão Em Serenata – Vol. 2
Ano/Gravadora: (1977) Continental 1.01.404.152
Artista(s): Francisco Petrônio e Dilermando Reis
Acervo: Quelinho
Restauração: Quelinho
Formato: mp3
Bitrate: 320 kbps
Áudio: Ótimo

Fonogramas Lado A
A01. Meus Tempos de Criança – (Ataulfo Alves)
A02. No Rancho Fundo – (Ary Barroso – Lamartine Babo)
A03. Chão de Estrelas – (Sílvio caldas – Orestes Barbosa)
A04. Malandrinha – (Freire Jr)
A05. Tardes Em Lindóia – (Zequinha de Abreu)
A06. Nanci – (Bruno Areli – Luiz Lacerda)
A07. Três Lágrimas – (Ary Barroso)

Fonogramas Lado B
B1. Deusa da Minha Rua – (Newton Teixeira – Jorge Faraj)
B02. Chuá Chuá – (Pedro de Sá Pereira – Ary Pavão)
B03. Serenata – (Sílvio Caldas – Orestes Barbosa)
B04. Pequenina Cruz do Teu Rosário – (Paraguassú)
B05. A Casinha da Colina – (João Portaro)
B06. Meu Coração a Teus Pés – (Benedito Lacerda – Jorge Faraj)
B07. Pierrot – (Joubert de Carvalho – Paschoal C. Magno)

Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira
Fonte de pequisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing

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Crédito: Quelinho

 

Paulo Fortes – - Ternas e Eternas Serestas- Vol. 02 – (1980)

01/05/2010
Por

Paulo Fortes  - - Ternas e Eternas Serestas- Vol. 02 - (1980)

Paulo Fortes (Em memória)

Paulo de Paiva Fortes, nasceu em 7 de fevereiro de 1923, filho de Auto Barata Fortes e Zélia de Paiva Fortes, carioca da Rua do Riachuelo, bisneto de Cândido Barata Ribeiro, 1º Prefeito do Rio de janeiro.
Estudou no Colégio São Bento e bacharelou-se em Direito pela Faculdade do Rio de Janeiro (1948). Na Faculdade de Direito participou do Teatro Universitário (TU), dirigido por Gerusa Camões. O Mº José Torre o assistiu e o levou a estudar com Gabriella Besanzoni. Em junho de 1945, Gabriella se despedia da carreira e o apresentava em um concerto no Teatro Municipal e na Rádio Gazeta de São Paulo. Neste mesmo ano, em 5 de outubro, estreava no Theatro Municipal do Rio de Janeiro em La Traviata. Sua estréia profissional.
Estudou com Gabriella Besanzoni, Murillo de Carvalho, Pina Monaco e Flaminio Contini em Florença.
Foi o artista que mais vezes atuou no palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Participou como ator em diversos filmes e na TV, fez vários recitais de câmara e gravou vários discos.
Promoveu a colocação da estátua de Carlos Gomes defronte ao Theatro Municipal, na Cinelândia.
Foi professor da Escola de Canto Lírico Carmem Gomes, do Theatro Municipal.
Paulo Fortes faleceu em 09 de janeiro de 1997.

Fonte de pesquisa: Aliança Comunicação

Álbum: Ternas E Eternas Serestas Vol. II
Ano/Gravadora: (1980) ATLANTIC BR 20.056
Artista(s): Paulo Fortes
Produzido Por: Sérgio Cabral
Acervo: Joaquim Rangel
Digitalizado por: Joaquim Rangel
Editado por: Quelinho
Formato: mp3
Bitrate: 320 Kbps
Áudio: Ótimo

Fonogramas Lado A
A01. Eterna Seresta – (Paulo César Feital – Paulo Fortes)
A02. Eu Sonhei Que Tu Estavas Tão Linda – (Lamartine Babo – Francisco Matoso)
A03. Gente Humilde – (Garoto – Vinicius de Moraes – (Chico Buarque de Hollanda)
A04. Acorda Amor – (Mongol)
A05. Lábios Que Beijei – (J. Cascata – Leonel Azevedo)
A06. Carinhoso – (Pixinguinha)

Fonogramas Lado B
B01. Hora dos Boêmios – (Totonho – Paulo Fortes)
B02. Chão de Estrelas – (Silvio Caldas – Orestes Barbosa)
B03. Maringá – (Joubert de Carvalho)
B04. A Mulher Que Ficou Na Taça – (Francisco Alves – Orestes Barbosa)
B05. Súplica – (Otávio Gabus Mendes – José Marcílio – Déo)
B06. Boa Noite Amor – (José Maria de Abreu – Francisco Mattoso)

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing

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Crédito: Joaquim Rangel

 

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Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo lado A e Selo Lado B do Long [...]

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