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Djalma Dias – Destaque (1973)

09/05/2012
Por

Djalma Dias – Destaque  (1973)

Resenha do Álbum

O Baú de Long Playing nos traz um intérprete do qual pouca gente se lembra nos dias atuais: Djalma Dias. Se você procurar a biografia dele na internet, não vai encontrar lá muita coisa a seu respeito, apenas sobre um jogador de futebol de mesmo nome, que marcou época no Atlético Mineiro e surgiu nos anos 1960. Por coincidência, foi nessa mesma década que o Djalma cantor começou sua carreira artística. Atuou na vida noturna, cantando em boates, e participou de festivais de MPB, tendo sido lançado nas “Noites de bossa” do Teatro de Arena de São Paulo, produzidas pelos irmãos Sandino e Lafayette Hohagen. Tendo Moacir como nome verdadeiro, foi rebatizado pelo polêmico radialista e produtor musical Alfredo Borba (aquele das “Duas faces do disco, o lado A da verdade, o lado B da mentira”), ao qual foi apresentado pelo grande Jair Rodrigues, como Djalma Dias, para não haver confusão com o grande show-man Moacyr Franco. Gravou seu primeiro disco em 1965, pela Continental, um compacto simples que trazia as músicas “Sábado não dá” e “Ginga do matusquela”. Sua discografia, pouco ouvida nas blogosferas, inclui alguns compactos e apenas dois álbuns individuais, além de participações em inúmeros outros, como “Uma noite no Beco” e em especial nas trilhas sonoras de novelas da Rede Globo de Televisão, lançadas pela Som Livre. Entre seus sucessos mais conhecidos está “Capitão de indústria”, dos irmãos Marcos e Paulo Sérgio Valle, incluída na primeira versão da novela global “Selva de pedra”. No carnaval destacou-se com “Marcha do Kung-Fu” (1975) e “Mexa-se” (1976). Fez também inúmeros trabalhos com Abelardo Figueiredo, empresário e diretor artístico, criador da boate paulistana O Beco, inclusive no exterior. E é justamente o primeiro álbum-solo de Djalma, “Destaque”, lançado pela Som Livre em 1973, que o Baú de Long Playing apresenta hoje para sua apreciação. Naquela ocasião, como já informamos anteriormente, o samba estava em plena escalada, e nada mais natural que o cantor e a gravadora investissem pesado no gênero. Para este trabalho, foram escalados compositores de quilate, como os irmãos Valle (“Menino levado”, incluído depois num compacto duplo de coletânea chamado “Sucessos contagiantes”), Adoniran Barbosa (“Tocar na banda”, já conhecida do público na interpretação anterior dos Demônios da Garoa), Antônio Adolfo (“O galo cantou”), a dupla Antônio Carlos e Jocafi (“As moças” e “Marina, Marina”), Johnny Alf (“Minha serenata”), e um Djavan ainda em princípio de carreira (“Desgruda”). Tudo isso aliado a excelentes interpretações de Djalma, que fazem a gente lamentar que atualmente ele seja tão pouco lembrado. Aliás, ele só faria mais um álbum-solo depois deste, em 1974, intitulado “Não faça drama… caia no samba!”. Só mesmo iniciativas como a do nosso Baú de Long Playing para relembrar nomes que caíram no esquecimento, como o de Djalma Dias. Todo resgate vale a pena, não é mesmo?

Samuel M. Filho

 Álbum: Destaque
Ano/Gravadora: (1973) Som Livre SSIG 1030
Artista(s): Djalma Dias
Acervo: Genesystudio
Editado por: Genesystudio
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo
 Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo lado A e Selo Lado B do Long Playing

Crédito: Genesystudio

 

Fonogramas Lado A
A01. Saudades de Lá – (José Reis / Paraguassu)
A02. Menino Levado – (Marcos Valle / Paulo Sergio Valle)
A03. Dono de Casa Boa Noite – (Vidal França)
A04. As Moças – (Antônio Carlos Pinto / Jocafi)
A05. Só Lágrimas – (Silvinho do Pandeiro / Almir de Oliveira)
A06. Não Arredo Pé – (Zé do Maranhão)
Fonogramas Lado B
B01. Tocar na Banda – (Adoniran Barbosa)
B02. O Galo Cantou – (Antônio Adolfo)
B03. Marina Marina – (Antônio Carlos Pinto / Jocafi / Ildásio Tavares)
B04. De Ontem Pra Hoje – (J. Jolibra)
B05. Desgruda – (Djavan)
B06. Minha Serenata – (Johnny Alf)

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Agepê – Agepê (1987)

26/04/2012
Por

Agepê – Agepê (1987)

Resenha do Álbum

E ele voltou! Mais uma vez o Baú de Long Playing traz de volta o grande e inesquecível sambista Agepê (Rio de Janeiro, 1942-idem, 1995), que deixou um legado importantíssimo para a história do samba e, por extensão, da música popular brasileira. Este foi seu décimo primeiro álbum de carreira, e o primeiro para a Philips/Polygram, hoje Universal Music, após passagem pela Som Livre. Agepê segue a linha de seus trabalhos anteriores, assinando a maioria das músicas aqui presentes (sete), entre elas “Dona do meu ser” e “Louca”, que mantêm o estilo de seu grande hit “Deixa eu te amar”, de três anos antes (afinal, nunca se mexe em time que está ganhando, e Agepê sabia disso mais do que ninguém). Seus parceiros nessas músicas são o inseparável Canário, Beto Correia, David Correia (seria irmão do Beto?) e Serafim Adriano. O cardápio inclui obras de outros compositores de prestígio, como a parceria Edil Pacheco-Paulo César Pinheiro (“Ilê ayê”), este último viúvo da cantora Clara Nunes, que também assina outra faixa deste disco, “Nossa cachaça”, em parceria com Ivor Lancelotti, cujo maior sucesso como autor é “Abandono” (“Se voltar não faça espanto / Cuide apenas de você”…), originalmente gravado por Eliana Pittman, porém mais lembrado no registro posterior de Roberto Carlos. Odibar Moreira da Silva, que assina “Água do poço” com Efson (eles também fizeram juntos “Brilha pra mim”, hit de Jorge Aragão), tem várias músicas de sucesso em parceria e na interpretação de Paulo Diniz (“Quero voltar pra Bahia”, “Pingos de amor”, “Canseira”, “Ponha um arco-íris na sua moringa”, “Um chope pra distrair”). Com mais de 40 anos de carreira, membro da diretoria do Bloco Samba Brilha (Cinelândia, Rio) e funcionário público aposentado, Odibar morreu desconhecido e no anonimato (como, aliás, muitos de nossos compositores populares) em junho de 2010, e estava então no Retiro dos Artistas. O mineiro (e belorizontino) Toninho Geraes (pseudônimo de Antônio Eustáquio Trindade Ribeiro), coautor de “Devastação”, tem mais de duzentas composições na bagagem, oito delas gravadas por Agepê, e as demais por outros grandes nomes do samba como Martinho da Vila e Zeca Pagodinho. O pernambucano (e recifense) Romildo Souza Bastos, falecido em 1990 aos 48 anos de idade, aqui comparece com “São Jorge da Costa da Mina”, parceria com Sérgio Fonseca. Enfim, Agepê estreou com o pé direito na Philips/Polygram, e gravaria mais quatro álbuns nessa marca: “Canto pra gente cantar” (1988), sem título (1990), “Cultura popular” (também de 1990) e “Me leva” (1992). Encerraria sua carreira fonográfica na Warner, em 1994, com o CD “Feliz da vida”.

Samuel M. Filho

 Álbum: Agepê
Ano/Gravadora: (1987) Polygram 834 078-1
Artista(s): Agepê
Acervo: Carlão
Editado por: Carlão
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo
 Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo lado A e Selo Lado B do Long Playing

Crédito: Carlão

Fonogramas Lado A
A01. Dona do Meu Ser (Provar do Seu Baton) – (Agepê / Canário / Beto Correia)
A02. Um Grande Amor Nunca Termina – (Agepê / Chiquinho Fabiano / David Correia)
A03. Ilê Ayê – (Edil Pacheco / Paulo César Pinheiro)
A04. Primeiro Beijo – (Agepê / Canário / Beto Correia)
A05. Nossa Cachaça – (Ivor Lancellotti / Paulo César Pinheiro)
A06. Água do Poço – (Odibar / Efson)
Fonogramas Lado B
B01. Louca – (Agepê / Canário / Beto Correia)
B02. Devastação – (Toninho Gerais / Naval / G. Martins)
B03. A Procura da Flor – (Agepê / Canário / Beto Correia)
B04. Mundo de Cimento – (Agepê / Serafim Adriano)
B05. São Jorge da Costa da Mina – (Romildo Bastos / Sergio Fonseca)

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Nelson Cavaquinho – Série Documento (1972)

17/04/2012
Por

Nelson Cavaquinho – Série Documento (1972)

Resenha do Álbum

Ele se chamava Nélson Antônio da Silva. E ficou na história da música popular brasileira com o pseudônimo de Nélson Cavaquinho. Era carioca da gema, e veio ao mundo no dia 29 de outubro de 1911, na Rua Mariz e Barros, no bairro da Tijuca. Era executante de cavaquinho na juventude, e na maturidade optou pelo violão, desenvolvendo um inimitável estilo de tocá-lo, apenas com os dois dedos da mão direita (!). Seu pai, o Sr. Brás Antônio da Silva, tocava tuba na banda da Polícia Militar, e seu tio Elvino era violinista, daqueles de arranhar a rabeca. E foi aí que o nosso focalizado de hoje começou a se envolver com a música. Mais tarde, quando residia na Gávea, ele passou a freqüentar as rodas de choro, aí ganhando o apelido com que ficou para a posteridade: Nélson Cavaquinho. Quando tinha uns 20 anos mais ou menos, casou-se com Alice Ferreira Nunes, dessa união resultando quatro filhos, e graças ao pai conseguiu emprego na polícia, fazendo rondas noturnas a cavalo. Foi nessas rondas cavalares que Nélson conheceu e passou a freqüentar o lendário morro de Mangueira (escola de samba de coração do compositor), onde conheceu os respeitáveis sambistas Cartola, Zé da Zilda e Carlos Cachaça, entre outros. Às vezes passava dias sem ir ao quartel por causa da boemia, sendo por isso preso mais de uma vez, até que foi expulso da polícia em 1938. Também se separou da mulher e afastou-se dos filhos, optando definitivamente pela música. Sua primeira composição gravada foi “Apresenta-me aquela mulher”, lançada em 1943 por Ciro Monteiro, que gravou ainda “Não te dói a consciência” (no mesmo ano), “Aquele bilhetinho” (1943) e “Rugas” (1946), hoje um clássico. Os sambas de Nélson eram feitos com extrema simplicidade, com letras remetendo quase sempre a questões como violão, mulheres, botequins e principalmente a morte. Seu legado tem mais de quatrocentas composições, várias em parceria com Guilherme de Brito. Entre elas, podemos citar: “A flor e o espinho” (“Tire o seu sorriso do caminho/ que eu quero passar com a minha dor”), “Juízo final”, “Luz negra”, “Degraus da vida”, “Pranto de poeta” (“Vivo tranqüilo em Mangueira porque/ sei que alguém há de chorar quando eu morrer”), “Palhaço” (inesquecível criação de Dalva de Oliveira), “Luto”, “Notícia”, “Cuidado com a outra” e “Quando eu me chamar saudade”. Nélson Cavaquinho só começou a apresentar-se em público nos anos 1960, no restaurante Zicartola (que pertencia a Cartola e à esposa Zica), no centro do Rio. Com mais de 50 anos, conheceu Durvalina, trinta anos mais moça que ele, e sua companheira pelo resto da vida. Gravou seu primeiro LP individual como intérprete em 1970, “Depoimento do poeta”, pela Castelinho, gravadora que não passou desse disco (antes havia cantado algumas faixas em outro álbum, da CBS, de 1966, que a cantora Thelma dedicou à sua obra). Dois anos mais tarde, como álbum inaugural da Série Documento, a RC A lançou o trabalho que o Baú de Long Playing tem a honra e a satisfação de nos oferecer. Abrindo o disco, a já citada “Quando eu me chamar saudade” (“Sei que amanhã quando eu morrer/ os meus amigos vão dizer/ que eu tinha um bom coração”), um de seus clássicos, lançado justamente nesse LP e depois gravado por Nora Ney, conhecendo depois inúmeros outros registros, entre eles o do parceiro Guilherme de Brito. O repertório está recheado de clássicos, já citados aqui: “A flor e o espinho”, “Notícia”, “Palhaço”, “Luto”, “Degraus da vida”… Além de outras menos conhecidas, mas que vale ouvir: “Tatuagem”, “Sempre Mangueira”, “Deus não me esqueceu” e “Lágrimas sem júri”. Todas composições do próprio Nélson, tendo como parceiros Guilherme de Brito, Alcides Caminha, Nourival Bahia, Oswaldo Martins, Washington Fernandes e Amâncio Cardoso, entre outros. Depois disso, o compositor só gravaria mais dois LPs: um pela Odeon, em 1973, sem título, e “As flores em vida”, pela Eldorado, em 1985. Na madrugada do dia 18 de fevereiro de 1986, Nélson Cavaquinho deixou este mundo, vitimado por um enfisema pulmonar. Em 2011, foi homenageado pela sua querida escola de samba, a Mangueira, com o enredo “O filho fiel, sempre Mangueira”. Nélson Cavaquinho é o tipo do artista que nunca iremos esquecer!

Samuel M. Filho

Álbum: Série Documento
Ano/Gravadora: (1972) RCA Victor 103.0047
Outras Edições: RCA Camden 107.0468
Artista(s): Nelson Cavaquinho
Acervo: Joaquim Rangel
Editado por: Carlão
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo

 Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo lado A e Selo Lado B do Long Playing

Crédito: Joaquim Rangel

Fonogramas Lado A
A01. Quando Eu Me Chamar Saudade – (Nelson Cavaquinho / Guilherme de Brito)
A02. Tatuagem – (Nelson Cavaquinho / Guilherme de Brito)
A03. Eu e as Flores – (Nelson Cavaquinho / Jair do Cavaquinho)
A04. Palhaço – (Nelson Cavaquinho / Osvaldo Martins / Washington Fernandes)
A05. Sempre Mangueira – (Nelson Cavaquinho / Geraldo Queiroz)
A06. Deus Não Me Esqueceu – (Nelson Cavaquinho / Ananias Silva / Armando Bispo)
Fonogramas Lado B
B01. A Flor e o Espinho – (Nelson Cavaquinho / Alcides Caminha / Guilherme de Brito)
B02. Degraus da Vida – (Nelson Cavaquinho / César Brasil / Antônio Braga)
B03. Notícia – (Nelson Cavaquinho / Alcides Caminha / Nourival Bahia)
B04. Lágrima Sem Juri – (Nelson Cavaquinho / Fernando Mauro)
B05. Luto – (Nelson Cavaquinho / Guilherme de Brito / Sebastião Nunes)
B06. Luz Negra – (Nelson Cavaquinho / Amâncio Cardoso)

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Agepê – Me Leva (1991)

14/04/2012
Por

Agepê – Me Leva (1991)

Álbum: Me Leva
Ano/Gravação: (1991) PHILIPS 510 848-1
Artista(s): Agepê
Acervo: Joaquim Rangel
Editado por: Carlão
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo

Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo lado A e Selo Lado B do Long Playing

 Crédito: Joaquim Rangel
Fonogramas Lado A
A01. Me Leva – (Toninho Gerais / Serginho Beagá)
A02. Segredo de Amor – (Agepê / Léo Vinicius / Roberto Lopes)
A03. Cama e Mesa – (Roberto Carlos / Erasmo Carlos)
A04. De Amor É Bom – (João Nogueira / Edil Pacheco)
A05. Deixa a Alegria Te Levar – (Agepê / Vilani Silva “Bombril” / Canário)
Fonogramas Lado B
B01. Explode – (Antônio José)
B02. Minha Cachaça – (Léo Vinicius / Davi do Bonde)
B03. Feito de Encomenda – (Luis Moreno)
B04. Ternura de Fato – (Agepê / Léo Vinicius / Canário)
B05. A Tua Presença – (Agepê / Luis de Oliveira / Canário)

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Conjunto Nosso Samba – Do Feitio De Um Bamba (1978)

05/04/2012
Por

Conjunto Nosso Samba – Do Feitio De Um Bamba (1978)

Resenha do Álbum

E o Baú de Long Playing continua abrindo espaço para o brasileiríssimo ritmo do samba. Afinal, já dizia o mestre Caymmi, “quem não gosta de samba, bom sujeito não é, ou é ruim da cabeça ou doente do pé”. Desta vez, focalizamos o Conjunto Nosso Samba, surgido no Rio de Janeiro no final dos anos 1960. Seus integrantes eram: Carlinhos do Cavaco (cavaquinho), Godinho (surdo), Nó (cuíca e pandeiro), Barbosa (reco-reco) e Genaro (agogô), todos também vocalistas. Começaram dando as caras nas rodas de samba do Teatro Opinião, onde também ponteavam Nélson Cavaquinho, Clara Nunes, João Nogueira, Clementina de Jesus, Xangô da Mangueira, Martinho da Vila, Zé Catimba e outros. Nessa ocasião. A convite do produtor musical e radialista Adelzon Alves, eles passaram a acompanhar justamente Clara Nunes, nossa inesquecível guerreira. O Nosso Samba gravou seu primeiro LP em 1969, na Copacabana, intitulado “De onde o samba vem”, de tanto sucesso que foi logo seguido de outros dois volumes. A discografia do grupo tem nove LPs e um CD, além de cinco compactos simples e participações em outros LPs. O álbum aqui disponibilizado, “Do feitio de um bamba”, é o sétimo da carreira do Nosso Samba, e abre justamente com a faixa-título. Segue-se “Sublime pergaminho”, nome pelo qual ficou conhecido o samba-enredo da Unidos de Lucas no carnaval de 1968 (o original é “História do negro no Brasil”). No mais, um repertório assinado por compositores de prestígio no samba, como a parceria Wilson Moreira-Ney Lopes (“Chave de cadeia”), Ederaldo Gentil (“Impressão digital”), Luiz Carlos da Vila (“A graça do mundo”), com direito até a uma seleção de frevos que marcaram época, assinados por compositores genuinamente pernambucanos: Guio de Morais, Antônio Maria e Nélson Ferreira, este com sua primeira de sete “Evocações”. O último LP do grupo data de 1985, “Andança pelo mundo” (Continental), e depois disso eles só gravaram um CD na CID, intitulado “Nosso samba-enredo” (1998), uma antologia das principais composições do gênero. Enfim, um grupo que escreveu uma expressiva página de nossa música popular. Abram alas pra eles, já está chegando à hora!

Samuel M. Filho

 Álbum: Do Feitio De Um Bamba
Ano/Gravadora: (1978) EMI-Odeon 062 421087
Artista(s): Conjunto Nosso Samba
Acervo: GENESYSTUDIO
Editado por: GENESYSTUDIO
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo

 Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo lado A e Selo Lado B do Long Playing

Crédito: GENESYSTUDIO

Fonogramas Lado A
A01. Do Feitio de Um Bamba – (Jacobina / Salvador Fernandes)
A02. Sublime Pergaminho (Unidos de Lucas – Samba-enredo 1968) – (Carlinhos Madrugada / Zeca Melodia / Nilton Russo)
A03. Retrato Oficial – (Lino Roberto / Wilson Medeiros)
A04. Chave de Cadeia – (Nei Lopes / Wilson Moreira)
A05. A Graça Do Mundo – (Luiz Carlos da Vila)
A06. A Chuva Cai – (Renato Ennes / Neném)
Fonogramas Lado B
B01. Enxugue a Tristeza do Olhar – (Carlos Magno)
B02. Benfeitores do Universo – (Hélio Cabral)
B03. Impressão Digital – (Ederaldo Gentil / Paulinho Diniz)
B04.Terreiro de Bamba – (Dedé da Portela / Dida)
B05. Pout-porri
B05. Frevo Nº 2 do Recife – Lembranças do Recife -  Evocação – (Antônio Maria) (Guio de Morais) (Nelson Ferreira)
B06. O Morro Começa Ali – (Milton Canhoto da Viola / Nelson de Almeida Cerqueira)

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Conjunto Explosão do Samba – Explosão do Samba – Vol. 2 (1973)

04/04/2012
Por
Conjunto Explosão do Samba – Explosão do Samba – Vol. 2 (1973)

Resenha do Álbum

A escalada do samba do início dos anos 1970 não passou nem um pouquinho despercebida pela gravadora carioca CID, então a número um em LPs de preço econômico. É dessa marca a bem-sucedida série “Explosão do samba”, gravada pelo conjunto de mesmo nome, organizado por um cantor que fez certo sucesso no tempo da Jovem Guarda, Pedro Paulo. O Baú de Long-Playing traz agora o segundo volume da série registrada por esse grupo, certamente garantia de boa vendagem. E o clima desse disco é absolutamente carnavalesco, com músicas que fizeram sucesso no carnaval de 1973. Passando os olhos pelo repertório, vocês irão notar a predominância de sambas-enredo. Isso porque, nessa época, os sambas (de salão) e marchinhas carnavalescas então novas não chegavam ao público por causa da pouca ou nenhuma divulgação dos mesmos. E os sambas-enredo, ao lado de hits do passado e também de meio-de-ano, passaram a pontear não só nas ruas como também nos bailes carnavalescos, e isso justamente graças à divulgação inteligente e antecipada que tinham nas quadras das próprias escolas. O disco abre justamente com o samba da escola vencedora do desfile de 1973, a tradicionalíssima Mangueira, “Lendas do Abaeté”. Em compensação, a Mangueira ficou sem ganhar carnavais por onze longos anos, quebrando o jejum quando foi a “supercampeã” de 1984. Tem também os sambas da Portela (“Pasárgada, o amigo do rei”, inspirado no célebre poema de Manuel Bandeira), Vila Isabel (“Zodíaco no samba”), Império Serrano (“Viagem encantada Pindorama a dentro”), Salgueiro (“Eneida, amor e fantasia”, homenagem à grande cronista do carnaval carioca, Eneida da Costa de Moraes) e até da modesta Em Cima da Hora (“O saber poético da literatura de cordel”). Lembro-me que, quando a Império terminou seu desfile, sendo a última a entrar na avenida, já na manhã de segunda-feira de carnaval, o público presente invadiu a pista gritando “já ganhou! já ganhou!”. Mas deu Mangueira… O restante do repertório, como vocês irão ver, é de sambas originalmente lançados no chamado meio-de-ano: “Besta é tu”, dos Novos Baianos, “Ninguém tasca”, de Mário Pereira, aliás, Marinho da Muda, “A dança do cafuné”, de Zuzuca, lançado por Jair Rodrigues, assim como “Se Deus quiser”, do próprio Jair em parceria com o recém-falecido Wando, “Tem capoeira”, de Batista da Mangueira, e a então inédita “Fala couro”, aqui apresentada pela primeira (e ao que parece, única) vez. De qualquer maneira, o fato é que o Explosão do Samba sempre teve um público fiel, cativo, que garantia o sucesso de álbuns como este e a conseqüente explosão de alegria nos chamados “sambões”. E aí? Vamos deixar o samba explodir?

Samuel M. Filho

 Álbum: Explosão do Samba – Vol. 2
Ano/Gravadora: (1973) CID 14.033
Artista(s): Conjunto Explosão do Samba
Acervo: Carlão
Editado por: Carlão
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Bom
Obs: Um pequeno defeito no fonograma A01, que não compromete a audição do mesmo

 Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo lado A e Selo Lado B do Long Playing

Crédito: Carlão

Fonogramas Lado A
A01. Lendas do Abaeté – Pasargada (O Amigo do Rei) – (Mangueira – Samba-enredo 1973) (Jajá / Preto Rico /
Manoel) – (Portela – Samba-enredo 1973) (David Correia)
A02. Fala Couro – (Serafim Adriano / Arsênio Isaias)
A03. Zodíaco no Samba – (Unidos de Vila Isabel – Samba-enredo 1973) – (Paulo Brazão / Irany S. Silva)
A04. Eneida Amor e Fantasia – (Salgueiro – Samba-enredo 1973) – (Geraldo Babão)
A05. Besta É Tu – (Pepeu Gomes / Moraes Moreira / Galvão)
Fonogramas Lado B
B01. Tem Capoeira – (Batista da Mangueira)
B02. Viagem Encantada Pindorama a Dentro (Império Serrano – Samba-enredo 1973) – (Wilson Diabo / Malaquias)
B03. O Saber Poético da Literatura de Cordel (Em Cima da Hora – Samba-enredo 1973) – (Baianinho)
B04. Se Deus Quiser – (Wando / Jair Rodrigues)
B05. A Dança do Cafuné – (Zuzuca)
B06. Ninguém Tasca (O Gavião) – (Mário Pereira / João Quadrado)

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Conjunto Garra Brasileira – Sucessos Contagiantes Em Ritmo De Samba (1974)

02/04/2012
Por

Conjunto Garra Brasileira – Sucessos Contagiantes Em Ritmo De Samba (1974)

Resenha do Álbum

O início dos anos 1970, época de regime militar e censura rigorosa às artes e aos meios de comunicação, foi marcado, na MPB, pela escalada do samba. Nessa época, até programas de auditório como o de Sílvio Santos (nessa época, vejam vocês, transmitido às quintas-feiras pela Tupi e aos domingos pela Globo!) tinham quadros exclusivamente dedicados ao samba. Em época de regime político fechado, o negócio era sambar mesmo, não é? E, além do samba tradicional, havia também o samba-rock, o sambão-joia, o sambalanço… Enfim, samba pra tudo que era gosto. Nessa ocasião, como sempre acontecia, as gravadoras aproveitavam o embalo e lançavam LPs com hits de então em ritmo de samba, naquela base do popurri, executados por grupos que só existiam em estúdios, jamais tendo se apresentado em público, e uma incógnita quanto a seus músicos. Um exemplo foi o grupo Os Caretas, da Phonogram, hoje Universal, aquele da série “Samba é uma parada”, lembram? E eram álbuns ideais pra se tocar em festas, bares e salões que não podiam dispor de música ao vivo. A Som Livre, gravadora da Rede Globo de Televisão, não ficou atrás e lançou os grupos de estúdio Sambalivre (da série “Samba, suor e ouriço”) e Garra Brasileira, dos dois o primeiro a surgir, e justamente com este LP de 1974. Como diz o título, é uma seleção, em ritmo de samba, de hits nacionais que freqüentavam as paradas da época. A dupla Roberto & Erasmo Carlos vem com dois sucessos que o Tremendão gravou primeiro: “Cachaça mecânica” (com nítida influência de “Construção”, de Chico Buarque, sendo por isso erroneamente apontada por alguns disc-jóqueis da época como plágio) e a bem-humorada “O comilão”. Benito Di Paula, então em plena ascensão, entrou com “Retalhos de cetim”, o grande Paulinho da Viola com “Não leve a mal”, Luiz Ayrão com “Porta aberta”, Alberto Luís (também autor de “Balada número 7″ e “Namorados”) com essa obra-prima que é “A banda da ilusão”, então hit de Ronnie Von, o mestre Adoniran Barbosa com “Tocar na banda” (“pra ganhar o quê? Duas mariolas e um cigarro Yolanda”), os irmãos Valle com “Qual é”, Dominguinhos com “Eu só quero um xodó” (aliás, foi com essa música, na voz de Gilberto Gil, que o Brasil inteiro conheceu esse talentoso pernambucano, seguidor fidelíssimo de Luiz Gonzaga, que inclusive lhe deu de presente sua primeira sanfona), a dupla Antônio Carlos e Jocafi com “Toró de lágrimas”, e duas composições de Chico Buarque e Ruy Guerra: “Tatuagem” e “Não existe pecado ao sul do Equador”, ambas de uma peça cuja encenação foi proibida pela censura da época, “Calabar, o elogio da traição”. O eterno roqueiro número 1 do Brasil, Raul Seixas, teve incluída neste popurri sambístico a sua “Mosca na sopa”, ainda hoje cult, como, aliás, tudo (ou quase tudo) que Raul fez. Bate ponto aqui também um hit da grande sensação roqueira da época, os Secos & Molhados (“O vira”, aquele do gato preto que cruzou a estrada e passou embaixo da escada), de vida curta, pois se separaram após o lançamento do segundo álbum, sendo que seu vocalista, Ney Matogrosso, iria ser o astro da MPB que todo mundo sabe, a exemplo de Djavan, que faz uma curiosa participação especial neste álbum e então gravava músicas para as trilhas de novelas da Globo, explodindo de vez mais tarde em meados dessa década. “Camisa Dez”, de Hélio Matheus e Luiz Wagner, era então sucesso na voz de Luiz Américo , e “Eu lembrei você”, de Márcio Greyck. Enfim, toda obra de cunho artístico é um espelho da época em que foi concebida, e é o caso deste álbum. Olha o Garra Brasileira aí, gente! Chora, cavaco…

Samuel M. Filho

 Álbum: Sucessos Contagiantes Em Ritmo De Samba
Ano/Gravadora: (1974) Som Livre 403.6038
Artista(s): Conjunto Garra Brasileira
Acervo: Carlão
Editado por: Carlão
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo
Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo lado A e Selo Lado B do Long Playing

Crédito: Carlão

 


 

Fonogramas Lado A
A01. O Comilão – Cachaça Mecânica – (Erasmo Carlos / Roberto Carlos) (Roberto Carlos / Erasmo Carlos)
A02. Retalhos de Cetim – (Benito di Paula) – Participação:  Victor Hugo
A03. É Preciso Cantar – (Adeílton Alves / Delcio Carvalho)
A04. Não Leve a Mal – (Paulinho da Viola)
A05. Eu Só Quero Um Xodó – O Vira – (Dominguinhos / Anastácia) (João Ricardo / Luhli)
A06. A Banda da Ilusão – (Alberto Luis)
Fonogramas Lado B
B01. Porta Aberta – (Luiz Ayrão) – Participação: Djavan
B02. Camisa Dez – Mosca na Sopa – (Hélio Matheus / Luis Vagner) (Raul Seixas)
B03. Tatuagem – Não Existe Pecado ao Sul do Equador – (Chico Buarque / Ruy Guerra) (Chico Buarque / Ruy Guerra) -  Participação: Ned Helena
B04. Toró de Lágrimas – Tocar na Banda – (Antônio Carlos Pinto / Jocafi / Zé do Maranhão) (Adoniran Barbosa)
B05. Qual É – Eu Lembrei Você – (Marcos Valle / Paulo Sergio Valle) (Mauro Motta / Ezio Servolo)

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Jair Rodrigues – Lamento Sertanejo (1991)

20/03/2012
Por

Jair Rodrigues – Lamento Sertanejo (1991)

Resenha do Álbum

Na época em que Jair Rodrigues lançou este álbum, a música sertaneja estava conhecendo um daqueles “booms” que de tempos em tempos acontecem. Não que esse gênero tenha conhecido alguma decadência. São simplesmente novos nomes que surgem, novas gerações. Nesses casos, aparecem músicos competentes, e, ao mesmo tempo, outros que só entram na onda pra ganhar dinheiro. E o que o público faz? A chamada “peneirada”, ou seja, só os melhores permanecem em evidência, e os aproveitadores vão pro espaço! Podem acreditar: com o atual sertanejo, dito “universitário”, isso também vai acontecer. Este álbum de Jair, que já tem mais de vinte anos de existência, é também da época em que o LP ainda vendia mais que o CD, o que, evidentemente se inverteu, em meados da década, sendo que o vinil deixaria nosso mercado por volta de 1996. Neste trabalho, por sinal um dos últimos lançados pela Copacabana (cujo acervo pertence hoje à EMI), Jair mantém a qualidade e a coerência que sempre caracterizaram seus discos. Autênticas jóias desfilam neste disco: e Jair está muitíssimo bem acompanhado em algumas faixas; Tonico e Tinoco (“Pé na estrada”, co-autoria de Adauto Santos), Roberta Miranda (“Caminhos”, música de sua própria autoria, sendo que ela também assina “Seja bem vindo você”), a veneranda e sempre querida Inezita Barroso (“Velho pilão”, co-autoria de Jair Amorim), e duas duplas de sucesso na ocasião, Diego e Thiago (“Lamento sertanejo/Não consigo viver sem você”) e César e César (“Zé e seu menino”, deles em parceria com Gil Gerson). Apenas quatro anos mais tarde, 1995, César Rossini faleceria, encerrando a dupla, mas César Augusto permanece ainda hoje na ativa como produtor musical. O álbum também traz uma das últimas composições da parceria Evaldo Gouveia-Jair Amorim, “Viola sertaneja”, sendo que o veterano Jair (o Amorim, claro) morreria dois anos mais tarde, em 1993. Téo Azevedo, mineiro de Alto Belo (distrito de Bocaiúva), assina “Comparação”, Elson do Forrogode (criador do hit “Talismã”, de Michael Sullivan e Paulo Massadas) assina “Brejeira saudade”, em parceria com Totonho, e Lula Barbosa, que ficou conhecido com a música “Mira ira”, do Festival dos Festivais da Globo, em 1985, vem com “Vila Rica (Santa Efigênia)”. Uma regravação de “Salve o Divino Espírito Santo”, da dupla Torrinha e Canhotinho, mais “Cidadão nordestino”, de Tivas e Alcymar Monteiro, completam este bem elaborado trabalho do grande “cachorrão”, da mais alta qualidade. Confiram sem falta!

Samuel M. Filho

Álbum: Lamento Sertanejo
Ano/Gravadora: (1991) Copacabana 613.053
Artista(s): Jair Rodrigues
Acervo: CDSHOPMUSIC
Captura De Áudio: GENESYSTUDIO (Fruity Loops 9)
Editado por: Carlão
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo
Obs: A qualidade deste Lp é algo inexplicável. Sensacional!
 Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical BrasileiraFonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing

Créditos: CDSHOPMUSIC/GENESYSTUDIO

 

 

Fonogramas Lado A
A01. Brejeira Saudade – (Elson do Forrogode / Totonho) – Jair Rodrigues
A02. Pé na Estrada – (Adauto Santos / Dedé Paraíso) – Participação: Jair Rodrigues – Tonico e Tinoco
A03. Seja Bem Vindo Você – (Roberta Miranda) – Jair Rodrigues
A04. Viola Sertaneja – (Evaldo Gouveia / Jair Amorim) – Jair Rodrigues
A05. Vila Rica (Santa Efigênia) – (Lula Barbosa / Wismar Rabelo) – Jair Rodrigues
A06. Lamento Sertanejo (Não Consigo Viver Sem Você) – (César Augusto / Mário Maranhão) – Participação: Jair
Rodrigues – Diego e Thiago
A07. Comparação – (Téo Azevedo) – Jair Rodrigues
Fonogramas Lado B
B01. Caminhos – (Roberta Miranda) – Participação: Jair Rodrigues – Roberta Miranda
B02. Amigo Verdadeiro – (Jotha Luis / Alexandre) – Jair Rodrigues
B03. Velho Pilão – (Jacobina / Jair Amorim) – Participação: Jair Rodrigues – Inezita Barroso
B04. Zé e Seu Menino – (César Augusto / César Rossini / Gil Gerson) – Participação: Jair Rodrigues – César e César
B05. Divino Espírito Santo – (Torrinha / Canhotinho) – Jair Rodrigues
B06. Cidadão Nordestino – (Tivas / Alcymar Monteiro) – Jair Rodrigues

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Jair Rodrigues – Jair Rodrigues (1989)

05/03/2012
Por

Jair Rodrigues – Jair Rodrigues (1989)

Álbum: Jair Rodrigues
Ano/Gravadora: (1989) Copacabana 612.990
Artista(s): Jair Rodrigues
Acervo: GENESYSTUDIO
Editado por: GENESYSTUDIO
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo

Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing

 Crédito: GENESYSTUDIO
Fonogramas Lado A
A01. Casarão – (José Fortuna / Jotha Luis)
A02. Pra Falar de Amor – (Mário Maranhão / Tivas)
A03. Passo a Passo – (Elias Muniz / Antônio Carlos)
A04. Solidão da Gente – (Moacyr Franco / Guto Franco)
A05. Maracatu Imperial – (Jorge Ben “Jorge Benjor”)
A06. Dá-lhe Roda – (Antônio Marcos / Mário Marcos)
Fonogramas Lado B
B01. Langode – (Elias Muniz / Pinduca)
B02. Retrato de Uma Flor – (Noca da Portela / Adilson Gavião / Adauto Magalha)
B03. Caramba – (Ari do Cavaco / Otacílio)
B04. Pout – Pouri – Participação Especial: Jair Rodrigues – Luciana
O Morro Não Tem Vez – Esse Mundo É Meu – Feio Não É Bonito
(Tom Jobim / Vinicius de Moraes) (Sergio Ricardo / Ruy Guerra) (Carlos Lyra / Gianfrancesco Guarnieri)
B05. Pout – Pouri – Participação Especial: Jair Rodrigues – Luciana
Samba do Carioca – Samba de Negro – A Felicidade
(Carlos Lyra / Vinicius de Moraes) (Roberto Correia / Sylvio Son) (Tom Jobim / Vinicius de Moraes)
B06. Pout – Pouri – Participação Especial: Jair Rodrigues – Luciana
Vou Andar Por Aí – O Sol Nascerá – Diz Que Fui Por Aí
(Newton Chaves) (Cartola / Élton Medeiros) (Zé Keti / Hortêncio Rocha)
B07. Pout – Pouri – Participação Especial: Jair Rodrigues – Luciana
Acender as Velas – A Voz do Morro – O Morro Não Tem Vez
(Zé Keti) (Zé Keti) (Tom Jobim / Vinicius de Moraes)
B08. Velho Guerreiro – (Beto Scala / São Beto)
B09. Saudade de Você – (Luis Carlos / Mazinho Xerife)

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Jair Rodrigues – Com A Corda Toda (1972)

02/03/2012
Por

Jair Rodrigues – Com A Corda Toda (1972)

Resenha do Álbum

Eu preciso lhes confessar uma coisa: foi este que vos escreve quem pediu a postagem deste álbum do grande Jair Rodrigues! E por um motivo muitíssimo especial: uma das faixas, que obteve sucesso extraordinário, é uma parceria do próprio Jair Rodrigues com o Wando, este extraordinário cantor e compositor que recentemente partiu de nosso convívio. É justamente a que abre este “Com a corda toda”: “Se Deus quiser”, que Jair e Wando compuseram após o extraordinário êxito de “O importante é ser fevereiro”, em 1971. Claro que repetiram a dose, não é mesmo? Ah, mas este “Com a corda toda” têm muito mais coisa boa pra gente ouvir. A faixa-título é de autoria de Beto Scala e São Beto. Beto tem outros hits: “Tem que ser agora”, “Quando o surdo faz bum” (por ele próprio gravados) e “À noite e a despedida” (hit da grande Ângela Maria). Adil de Paula, aliás, Zuzuca, autor de hits como “Vem chegando à madrugada” e “Boi da cara preta”, também gravados por Jair Rodrigues, comparece aqui com “A dança do cafuné”, que, a exemplo de “Se Deus quiser”, estourou no carnaval de 1973. Ambas as composições parecem não ter sido feitas para o carnaval. Lógico que continuavam a se lançar músicas para a folia de Momo nessa época, mas a divulgação era precária e não permitia que o público as aprendesse. Já nesse início da década de 1970, só dava música antiga e samba-enredo, além de hits de meio-de-ano como os três do “cachorrão” já citados, que acabavam sendo cantados nos bailes carnavalescos. Como Jair sempre soube escolher bem o repertório de seus trabalhos, este aqui não foge a regra, com músicas de ótimos autores: Edil Pacheco (“Me achei de novo”), a dupla Evaldo Gouveia-Jair Amorim (“O amor e a rosa”), Gildo Moreno (“Eu também vou”), etc. Enfim, um trabalho impecável do grande Jair Rodrigues, aguardado não só por mim como também de muitos outros que sabem o que é bom. “Dá-lhe, cachorrão”!

Samuel M. Filho

 Álbum: Com A Corda Toda
Ano/Gravadora: (1972) Philips 6349 055
Artista(s): Jair Rodrigues
Acervo: Carlão
Editado por: Carlão
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo

 Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Encartes, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing Crédito: Carlão

Fonogramas Lado A
A01. Se Deus Quiser – (Wando / Jair Rodrigues)
A02. Me Achei de Novo – (Edil Pacheco)
A03. Com a Corda Toda – (Beto Scala / São Beto)
A04. Eu Também Vou – (Gildo Moreno)
A05. Sapateia – (Marco César / Nilton Moreira)
A06. A Dança do Cafuné – (Zuzuca)
Fonogramas Lado B
B01. Baby Sou Brasileiro – (Sinhozinho / Reginaldo Santos)
B02. O Amor e a Rosa – (Evaldo Gouveia / Jair Amorim)
B03. Toca Direito Olegário – (Bedéo / Neno)
B04. Aniversário – (Luis Carlos / Lelé)
B05. Tenderepá – (Bidi)
B06. Sete de Setembro – (Ozir Pimenta / Antônio Valentim)
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Eliana de Lima – Fala de Amor (1991)

01/03/2012
Por

Eliana de Lima – Fala de Amor (1991)

Resenha do Álbum

O Baú de Long Playing nos transporta desta vez para a década de 1990. Sim, parece até que foi ontem, mas os anos 90 estão ficando cada vez mais distantes… E a década está representada aqui com uma das sambistas (ou pagodeiras) de maior sucesso dessa época: a paulistana Eliana de Lima, nascida em 1961. Ela começou sua trajetória artística no carnaval de São Paulo, freqüentando a quadra da escola de samba Cabeções de Vila Prudente, e foi puxadora de samba de diversas outras escolas, entre elas a Unidos do Peruche (onde até fez um dueto inesquecível com Jamelão no samba-enredo “Filhos da mãe preta”) e a Leandro de Itaquera, onde os sambas-enredo cantados eram aclamados pelos presentes nas arquibancadas. Em 1987, gravou seu primeiro LP, intitulado “Fogueira de não se apagar”. Mas Eliana de Lima estourou mesmo justamente com o segundo álbum, este que agora oferecemos, “Fala de amor”, do qual inclusive possuo a versão em CD, lançada com o número CDJWC-50003. O disco foi produzido por Jorge Hamilton, com arranjos a cargo do maestro Jobam, e três faixas se destacaram: “Desejo de amar”, de Gabu (então integrante da Banda Raça Negra) e Marinheiro (regravada mais tarde pela dupla sertaneja João Paulo e Daniel), “Badabauê”, de Marquinhos Lessa e Toninho, e “Apenas matriz”, de Marquinhos PQD e Franco Scornavacca, criador de hits como “Rock enredo” e pai dos integrantes da “boy band” KLB. Eles também assinam “De barro, de vidro ou de cera”, na qual Eliana conta com o importantíssimo reforço de outro grande sambista, o carioca Zeca Pagodinho. Com este cuidadíssimo trabalho, Eliana de Lima projetou-se nacionalmente, vendendo mais de UM MILHÃO de cópias! “Com a carreira definitivamente consolidada, Eliana recebeu inúmeros prêmios, como o Troféu Imprensa do SBT e o Prêmio Sharp de Música Popular Brasileira”. Sua discografia já conta com treze álbuns de carreira, o último deles, “Estou assim”, lançado em 2007 (ano em que até participou do “Qual é a música” de Sílvio Santos). E ela continua tendo um público cativo e fiel, como a principal representante feminina do samba de forte apelo popular feito em São Paulo, que invadiu as rádios nos anos 1980. Seus trabalhos são sempre muitíssimo competentes, como você poderá comprovar aqui. Divirta-se!

Samuel M. Filho

Álbum: Fala de Amor
Ano/Gravadora: (1991) JWC SKOL 409 (Encarte)
Ano/Gravadora(1991) JWC 101.828
Artista(s): Eliana de Lima
Acervo: Joaquim Rangel
Editado por: Carlão
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo
 Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Encartes, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing

Crédito: Joaquim Rangel

Fonogramas Lado A
A01. Desejo de Amar – (Gabú / Marinheiro)
A02. Badabauê – (Marquinhos Lessa / Toninho)
A03. De Bem Com a Vida – (Maurinho da Mazzei / Joãozinho Carnavalesco)
A04. Não Tem Mais Jeito – (Ed Wilson / Cury)
A05. Boa Noite São Paulo – (Ideval Anselmo / Roberto F. M. Carvalho)
Fonogramas Lado B
B01. De Barro de Vidro Ou de Cera – (Marquinhos Paiva / Franco) – Participação: Zeca Pagodinho
B02. Apenas Matriz – (Marquinhos PQD / Franco)
B03. Sou Negro Sim – (Rick Maggia)
B04. Chora e Sofre Coração – (Dezinho / Faéti)
B05. Fala de Amor Pra Mim – (Zeca Sereno)
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Jair Rodrigues – Festa Para Um Rei Negro (1971)

29/02/2012
Por

Álbum: Festa Para Um Rei Negro
Ano: Gravadora: (1971) Philips 6349 005
Artista(s): Jair Rodrigues
Acervo: Anônimo
Editado por: Anônimo
Capas e Selos: GENESYSTUDIO
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo

 

 Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing

 Crédito: Anônimo

Crédito: Capas e Selos: GENESYSTUDIO

Fonogramas Lado A
A01. A Missa – (Ravel / Domingos Leone)
A02. Que Diabo Você Tinha – (Geraldo Nunes / Marco César)
A03. Bloco da Solidão – (Evaldo Gouveia / Jair Amorim)
A04. Meu Pai Falou Tá Falado – (Eduardo Gudin / Paulo César Pinheiro)
A05. Pisa Nesse Chão Com Força – (Geovana)
A06. Festa Para Um Rei Negro – (Bala)  – Participação: Escola de Samba Acadêmicos do Salgueiro
Fonogramas Lado B
B01. Terra Boa – (Dom / Ravel)
B02. Dei Tempo ao Tempo – (Jorge Costa)
B03. Por Que Me Negas Amor – (Carlos Odilon / Américo de Macedo)
B04. Gastando Amor na Madrugada – (Chico Xavier / Tito Mendes)
B05. A Minha Madrugada – (Jair Rodrigues / Carlos Odilon / Eustáquio Sena)
B06. Gente do Morro – (Carlos Lyra / Vinicius de Moraes)
B07. Festa Para Um Rei Negro (Samba Reizado) – (Zuzuca)  – Participação: Escola de Samba Acadêmicos do Salgueiro
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Jair Rodrigues – Jair de Todos os Sambas (1969)

27/02/2012
Por

Álbum: Jair de Todos os Sambas
Ano/Gravadora: (1969) Philips R 765.081 L
Artista(s): Jair Rodrigues
Acervo: Anônimo
Editado por: Anônimo
Crédito Capas e Selos: GENESYSTUDIO
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo

 

 Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing

Crédito: Anônimo

Crédito: Capas e Selos: GENESYSTUDIO

Fonogramas Lado A
A01. Bahia de Todos os Deuses – (Bala / Manoel)
A02.  Bloco de Sujo – Levanta a Cabeça -  Levanta a Cabeça – Avenida Iluminada – (Luis Antônio / Luis Reis) (Oswaldo Nunes / Ivan Nascimento)  (Newton Teixeira / Brasinha)
A03. Enxuga a Tristeza do Olhar – (Carlos Magno)
A04. Em Nome da Lua da Mulata e do Samba Amém – (Zé Di / Cardan Dantas)
A05. Casa de Bamba – (Martinho da Vila)
A06. Vê Que Luar – (José Messias)
Fonogramas Lado B
B01. Pra Que Dinheiro (Martinho da Vila)
B02. O Conde (Evaldo Gouveia / Jair Amorim)
B03. Na Brincadeira do Mundo (Carlos Odilon / Décio Brandão / Jair Rodrigues)
B04. Feiticeira (João Roberto Kelly)
B05. Olelê Cheguei Agora – (J. Cavalcanti / Corumba)
B06. Quem Entrar na Roda É Rei – (Tito Madi)
B07. Leva Meu Samba (Ataulfo Alves)

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Roberto Ribeiro – Coisas da Vida (1979)

25/02/2012
Por

Roberto Ribeiro – Coisas da Vida (1979)

Resenha do Álbum

O Baú de Long Playing apresenta hoje este que foi o quinto álbum-solo de um dos maiores sambistas brasileiros, e que deixou muitas e muitas saudades. Estamos falando de Dermeval Miranda Maciel, que ganhou a imortalidade com o pseudônimo de Roberto Ribeiro (Campos dos Goytacazes, RJ, 1940-Rio de Janeiro, 1996). De voz timbrada e fraseado enxuto, construiu uma sólida e respeitável carreira de intérprete. Apaixonado por futebol e samba, trabalhava como entregador de leite, aos 9 anos de idade, e já freqüentava a Escola de Samba Amigos da Farra. Como jogador de futebol, atuou em equipes amadoras e se profissionalizou como goleiro do Goytacaz Futebol Clube, com o apelido de Peru. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1965, com o intuito de jogar em um clube de porte. Chegou a treinar no Fluminense. mas desistiu da bola e passou a se apresentar cantando no programa “A hora do trabalhador”, da Rádio Mauá. Sua performance chamou a atenção da compositora Liette de Souza, sua futura mulher, irmã do também compositor Jorge Lucas, que resolveu apresentá-lo aos sambistas daquela que seria a escola de coração de Roberto, a Império Serrano, da qual foi inclusive puxador de sambas-enredo. Sua carreira em disco iniciou-se em 1972, na Odeon, com três compactos em dupla com Elza Soares, e um LP que eles também fizeram juntos. Um ano depois, gravou um álbum com Simone, lançado só no exterior. E, finalmente, em 1975, o primeiro LP – solo, “Molejo”. Neste “Coisas da vida”, de 1979, destacou-se logo de saída a faixa de abertura, “Vazio”, mais conhecida por seu subtítulo e verso inicial, “Está faltando uma coisa em mim”, de autoria de Nélson Rufino. E Roberto desfila sua ótima interpretação em obras de outros compositores de quilate, como Monarco (“Triste desventura”), Gonzaguinha (a trocadilhesca “Pá-nela”), Romildo Bastos (“Partilha”), Noca da Portela (“Coração contrariado”), a parceria Silas de Oliveira-Mano Décio da Viola (“Amor aventureiro”), e também assina obras em parceria com David Correia (“Não sei”) e Toninho Nascimento (“Bate, coração”). O cunhado Jorge Lucas assina “Dengo só”, em parceria com César Veneno. E Ivor Lancelotti (autor de “Abandono”, hit de Eliana Pittman e mais tarde de Roberto Carlos) comparece com “Impetuosa”. Enfim, um dos trabalhos mais expressivos de Roberto Ribeiro. Ao todo foram 14 álbuns como solista, o último deles em 1988. Infelizmente, ele perdeu a visão de um olho em virtude de uma contaminação por fungo agravada pelo diabetes, e morreu de forma trágica, vítima de atropelamento no bairro carioca de Jacarepaguá, aos 55 anos. Em 2006, foi publicado o livro “Dez anos de saudade”, assinado pela viúva Liette de Souza Maciel, com a biografia de Roberto Ribeiro.

Samuel M. Filho

 Álbum: Coisas da Vida
(1979) EMI-Odeon 062 421173
Artista(s): Roberto Ribeiro
Acervo: Carlão
Editado por: Carlão
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo

 Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Encartes, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing

Acervo: Carlão

Fonogramas Lado A
A01. Vazio (Está Faltando Uma Coisa Em Mim) – (Nelson Rufino)
A02. Triste Desventura – (Monarco / Mauro Diniz)
A03. Amor Aventureiro – (Mano Décio da Viola / Silas de Oliveira)
A04. Impetuosa – (Ivor Lancellotti / Cláudio Jorge)
A05. Partilha – (Romildo Bastos / Sergio Fonseca)
A06. Não Sei – (David Correia / Roberto Ribeiro)
Fonogramas Lado A
A01. Vazio (Está Faltando Uma Coisa Em Mim) – (Nelson Rufino)
A02. Triste Desventura – (Monarco / Mauro Diniz)
A03. Amor Aventureiro – (Mano Décio da Viola / Silas de Oliveira)
A04. Impetuosa – (Ivor Lancellotti / Cláudio Jorge)
A05. Partilha – (Romildo Bastos / Sergio Fonseca)
A06. Não Sei – (David Correia / Roberto Ribeiro)
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Os Caretas – Cem Anos de Samba – Vol. 03/03 (1975)

21/02/2012
Por

Álbum: Cem Anos de Samba – Vol. 03/03
Ano/Gravadora: (1975) Polydor 2488 236
Box 3 LP’S Lançado em 1975 pela Polydor – Com Livreto Completo 30 Páginas (Upado a Parte)
Artista(s): Os Caretas
Acervo: Carlão
Editado por: Carlão
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Encartes, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing
Fonogramas Lado A
A01. Ninguém Me Ama – Se Eu Errei
Compositore(s): (Antônio Maria – Fernando Lobo)A02. Zé Marmita – Estatutos Da Gafieira – Pois É…
Compositore(s): (Francisco Netto – Humberto de Carvalho – Edu Rocha) Luiz Antônio – Brasilha) (Billy Blanco) (Ataulfo Alves)A03. Saudosa Maloca – Mulata Assanhada – Samba Do Arnesto
Compositore(s): (Adoniran Barbosa) (Ataulfo Alves) (Adoniran Barbosa – Alocin)A04 – A Voz Do Morro – Saudade Da Bahia – Viva Meu Samba
Compositore(s):  (Zé Keti) (Dorival Caymmi) (Billy Blanco)A05. Se Todos Fossem Iguais A Você – Piston de Gafieira – A Felicidade
Compositore(s): (Tom Jobim – Vinicius de Moraes) (Billy Blanco) (Antonio Carlos Jobim – Vinicius de Moraes)

A06. Desespero De Causa – Na Cadência Do Samba – Volta Por Cima
Compositore(s): Jorge de Castro – José Utrini) (Ataulfo Alves – Paulo Gesta) (Paulo Vanzolini)

A07. Lá Vem Mangueira – Bigorrilho – Trem Das Onze
Compositore(s): (Paquito – Romeu Gentil – Paulo Gracindo) (Sebastião Gomes – Paquito – Romeu Gentil)

Fonogramas Lado B
B01. Amor Proibido – Laranja Madura  – Samba Do Crioulo Doido
Compositore(s): (Cartola) (Ataulfo Alves) (Sérgio Porto)B02. Zazueira – Casa De Bamba – Lapinha
Compositore(s): (Jorge Ben) (Martinho da Vila) (Baden Powell – Paulo Cesar Pinheiro)B03. Aquele Abraço – Cadê Tereza
Compositore(s): (Gilberto Gil)  (Jorge Ben)B04. O Pequeno Burguês – Madalena -  Filosofia Do Samba
Compositore(s): (Martinho da Vila) Ivan Lins – Ronaldo Monteiro de Souza) (Candeia)B05. Ê Baiana – Me Deixa Em Paz – Partido Alto – Quero Sim
Compositore(s): (Favricio da Silva – Baianinho – Enio Santos Ribeiro – Miguel Pancrácio) (Ivan Lins – Ronaldo Monteiro de Souza) (Chico Buarque) (Darcy da Mangueira – Lecy Brandão
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