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Jose Antonio Cossio – Mi Cristo Roto (Meu Cristo Partido) (1974)

22/12/2011
Por

POSTAGEM ESPECIAL DE NATAL

Jose Antonio Cossio – Mi Cristo Roto (Meu Cristo Partido) (1974)

O meu Cristo partido

(…) Mostrei desgosto:
- É pena ser tudo tão caro…
- Caro? Pois quanto me dá então?
Não respondi. Pensava no Cristo. De­cidi-me. Tomei-o nas mãos e, adop­tando uma absoluta indiferença, per­guntei:
- E isto?
Não me atrevi a chamar-lhe Cristo. Estava tão mutilado!… Era quase mais uma coisa que um homem.
- E isto?
Perguntando assim, talvez eu conse­guisse um preço mais económico. Mas enganei-me. O antiquário aproximou-se. Pegou no Cristo Partido e exclamou:
- Oh! É uma peça magnífica! Vê-se que tem gosto, Padre, e sabe valorizar as coisas. Pois bem, veja que esplên­dida talha, que boa execução!… Este Cristo é, sem dúvida, de um bom escul­tor. Pelo menos de uma boa escola.
E a verdade é que tinha razão em tudo o que dizia. Estávamos de acordo. Tratei de diminuir os méritos por outro meio.
- Sim, mas está tão partido, tão mutilado… Falta-lhe um braço e uma perna. Nem sequer tem cara.
- Não tem importância, Padre. Aqui ao lado há um magnífico restaurador, meu amigo, que lho deixa como novo. Este Cristo, uma vez restaurado, pode crer, é uma peça de museu.
Exagerava. Tremi. Ia ficar sem Cristo outra vez.
- Bem, e o preço?
Voltou a examiná-lo, a elogiá-lo; acariciava-o entre as mãos. Mas não acariciava Cristo, não; acariciava a mer­cadoria, que ia converter-se em dinheiro. Aquilo magoou-me ainda mais. Insisti:
- Por quanto o vende?
Hesitou. Fez uma pausa. Olhou o Cristo pela última vez. Fingiu que lhe custava separar-se dele e entregou-mo, num arranque de generosidade, dizen­do resignado e dolorido:
- Tome, Padre, leve-o; não é o di­nheiro, leve-o. Por ser para si – e note que não ganho nada – três mil pesetas apenas. O senhor leva uma jóia!
Quedei-me de mãos no ar, estendi­das e paradas, sem chegar a pegar no Cristo.
- Três mil pesetas? Que disparate! É caríssimo…
E voltei as costas, passando a interes­sar-me por não sei que objecto, que ficou à minha frente.
- Muito caro, disse? Mas reparou bem no que leva?
- Naturalmente – disse sem me voltar – É caríssimo.
E assim, de costas, começámos, o antiquário e eu, a regatear sobre um Cristo. Ele, para manter a quantia: eu, sacerdote, diminuía os méritos de Cris­to para baixar o preço. Estremeci de repente a meio do regateio. Disputávamos o preço de Cris­to como se fosse uma simples mercado­ria. Estendíamos até Cristo a luta vil da oferta e da procura. E, claro, lembrei-me de Judas. Não era aquilo, também, uma com­pra e venda de Cristo? Sim, é verdade, de um Cristo de madeira. Mas quantas vezes vendemos e compramos Cristo ­não de madeira, mas de carne – n’Ele e no nosso próximo!
A nossa vida é, muitas vezes, uma compra e venda de Cristos. Sem dúvida que Judas queria mais e os sacerdotes ofereciam menos. Como eu então. E Judas fingia ir-se embora – como eu – para voltar de novo ao regateio. E os sacerdotes simulavam não se inte­ressar tanto pela compra de Cristo ­como eu então – para voltarem uma vez mais a insistir no preço. Resultado: o de sempre. Ambos cede­mos. E lá concordámos. Como Judas e os sacerdotes judeus. O antiquário, inte­resseiramente, pedia demasiado para não perder tanto com o desconto já previsto. Por mim, consegui nivelar o preço. E o que perdeu, como sempre, como com Judas, foi Cristo. Acabou desvalorizado, porque das três mil pesetas iniciais, em que fora avaliado, baixou para oitocentas.
*
(…)
*
Para sair desse cerco angustioso, para ficar bem com o meu Cristo Par­tido e fazê-lo esquecer as suas muti­lações, ocorreu-me dizer-lhe:
- É verdade, Senhor, todos nós te havemos mutilado milhões de vezes. Perdoa-nos. Por mim, se o aprovas, te­nho um plano…
- Qual?
O meu Cristo interessava-se pela mi­nha proposta. Sentia-me mais tranquilo e sossegado. Tinha conseguido desviar para outro alvo a voz inflexível de Cris­to, que denunciava o nosso farisaísmo. E tratei de dar ainda mais importância à minha sugestão. Insisti – que ridí­culos somos nós, os homens! – para conquistar Cristo e pô-lo do meu lado.
- Tenho um plano, Senhor, que te vai agradar. Trata-se de ti mesmo… Não adivinhas?
- Di-lo de uma vez – atalhou o Cristo Partido. Não queiras envolver-me, como a um simples homem, na rede da lisonja e fraseado. Que te sucedeu? Diz.
- Vou mandar-te restaurar. Não quero, não posso ver-te assim mutilado. Restaurando-te, pensarei que te desa­gravo por mim e pelos outros. Verás que bem vais ficar. Ainda que o restaurador me leve mil e quinhentas pesetas. Não as tenho, mas procurá-las-ei. Mereces tudo. Custa-me ver-te assim. Amanhã mesmo levo-te à oficina do restaurador. Aquele que está na «Casa do Artista», junto ao «Jueves», onde te comprei. Disse-me que se comprometia a deixar-te perfeito. Verás, Senhor: pôr-te­-á um braço novo, talhar-te-á outra perna direita, completará os dedos que te faltam nos pés e nas mãos. Estás cri­vado de mossas e arranhões. E sobre­tudo – vais ver – esculpir-te-á um rosto maravilhoso, uma cara de Homem­-Deus, para que me olhes e eu te con­temple. Restaurar-te-ei para ter um Cristo inteiro, não um Cristo Partido. Ainda que me cobrasse o dobro. Não posso ver-te assim. Dói-me. É a primeira e última noite que estás mutilado, sendo meu. Meu tens que ser e estar completo e perfeito. Não é verdade que aprovas o meu plano, que te agrada?
- Não. Não me agrada – respon­deu o Cristo seca e duramente – És igual a todos. Desiludiste-me. E falas dema­siado.
Efectivamente, na sua voz ecoava o desengano.
Eu sentia-me egoisticamente mes­quinho e culpado. Não soube nem pude retorquir.
Houve uma pausa de silêncio como um poço negro e insondável.
Segurava-o nas mãos e, no entanto, sentia-me infinitamente longe do meu Cristo. Não se ajustavam os nossos pensamentos.
Uma ordem, cortante como um raio, veio quebrar o silêncio angustioso:
- Não me restaures. Proibo-te! Estás a ouvir?
Garanti-lhe, tremendo e perturbado: – Sim, Senhor, prometo: não te res­taurarei.
Estava perturbado; nunca pude suspeitar que um Cristo Partido pudesse falar-me com tanta firmeza e energia.
Logo, porém, suavizou a voz e acres­centou, como quem pede uma esmola:
- Obrigado. Peço-te que não me restaures!
Se a ordem anterior me havia aniqui­lado, a súplica de agora acabava de me conquistar definitivamente.
Só Deus, só um Cristo dispõe desses inclassificáveis tons de voz.
- Não te preocupes, Senhor. Podes estar certo de que nunca mais pensarei em restaurar-te.
- Obrigado – respondeu Cristo, acariciando-me com a sua voz de suave agradecimento. – Obrigado.
O seu tom de voz voltou a dar-me confiança e atrevi-me a perguntar-lhe: – Porque não queres que te res­taure? Não te compreendo.
Bem vejo… – replicou um tanto triste.
- Não compreendes, Senhor, que será para mim uma constante dor ver-te partido e mutilado, cada vez que te olhar? Não compreendes que sinto dó?
- É isso que quero: que, vendo-me partido, te lembres de tantos irmãos que convivem contigo, ignorados e dis­tantes, e que estão, como Eu, partidos, esmagados, indigentes, oprimidos, doen­tes, mutilados… Sem braços, porque não têm possibilidades nem meios de traba­lho; sem pés, porque lhes bloquearam os caminhos e não podem dar um passo em frente na vida; sem cara, por­que lhes roubaram a honra, o mérito, o prestígio. Todos os esquecem e lhes vol­tam as costas… Não me restaures! Talvez que, vendo-me assim, te sirva de lição para a dor dos demais.
- Sim, Senhor. Começo agora a compreender. Nunca te restaurarei.
A voz do meu Cristo continuava a ressoar naquela noite de Sevilha, na solidão do meu quarto, como eco de uma velhíssima e eterna queixa.
- Olha: há muitos, muitíssimos cris­tãos, que se entregam à devoção de beijos, luzes, flores para um Cristo belo, e se esquecem dos seus irmãos, os homens – Cristos feios, partidos e sofredo­res. Não aceito isso. Agora mesmo, nes­tes últimos dias da Quaresma e nos pró­ximos da Semana Santa, em todas as cidades espanholas – Sevilha, Valha­dolid, Bilbau, Málaga, Madrid, Zamora, Barcelona, Múrcia, Cuenca, em todas – se intensificam as manifestações de carinho por todos os belos Cristos cruci­ficados … Mas isto não basta. Isto de nada vale, se falta o amor ao próximo que sofre, ao irmão pobre, ao Cristo de carne, crucificado e partido.
Pela janela entreaberta do quarto entrava a noite de Sevilha, morna e res­cendente a jasmim, envolvendo-nos no seu perfume.
Povoou-se a noite de belíssimos Cris­tos espanhóis, desfilando entre círios e cravos por todas as ruas de Espanha. Havia um longínquo fundo musical de órgãos, de trombetas, de bandas de música, de fortes cânticos.
A voz do meu Cristo Partido tornou-se ainda mais triste:
- Há muitos cristãos que tranquili­zam a sua consciência beijando um Cristo belo, obra de arte e de museu, enquanto ofendem, mutilam ou roubam o pequeno Cristo de carne, que é o seu irmão… Esses beijos repugnam-me e causam-me nojo. Tolero-os e aguento­-os, forçado, nos meus pés de imagem talhada em madeira. Ferem-me, porém, o coração. Tendes demasiados Cristos belos, demasiadas obras de arte da minha Imagem Crucificada, demasia­dos Cristos completos, perfeitos, apolí­neos… E estais em perigo de quedar-vos na obra de arte. Um Cristo belo pode ser um perigoso refúgio para vos esconder­des na fuga da dor alheia, tranquili­zando ao mesmo tempo a consciência com um falso amor a Deus Crucificado. Por isso deveríeis ter mais Cristos Parti­dos, mais Cristos Mutilados. Um, à entrada de cada Igreja; um, em cada procissão da Semana Santa, que vos gritasse sempre, com os seus membros partidos e a cara sem formas, a dor e a tragédia da minha segunda Paixão nos meus irmãos, os homens… Por isso, te suplico: não me restaures. Deixa-me Par­tido. Aguenta-me Partido junto de ti, ainda que amargure um pouco a tua vida. Beija-me Partido!
- Sim, Senhor, prometo. Não haverá força que te arranque de mim.
E um beijo sobre o único pé despedaçado foi o selo da minha promessa.
- «Doravante vou viver com um Cristo Partido».

Texto Retirado do Blogger: Esconderijo (FUGIDIA)

Álbum:  Mi Cristo Roto (Meu Cristo Partido) (1974)
Ano/Gravadora: (1974) RGE PREMIER 308.0010 Lic. MUSART
Meditações Interpretado por: Jose Antonio Cossio
Obra de: Padre RAMON CUE ROMANOS S.J
Acervo: Dió
Editado por: Carlão
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing

Crédito: Dió

Fonogramas Lado A
A01. COMPRAVENTA DE CRISTOS – (Compra e Venda de Cristos)
A02. DIOS TENE MANO IZQUIERDA – (Deus Tem Mão Esquerda)
Fonogramas Lado B
B01. SE HA PERDIDO UNA CRUZ – (Perdeu-se Uma Cruz)
B02. QUIEN TE PARTIO LA CARA? – (Quem Te Partiu a Cara?)

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Simonetti e Orquestra de Câmera RGE – Música À Luz Da Oração Nº 4 (1979)

20/12/2011
Por

Simonetti e Orquestra de Câmera RGE – Música À Luz Da Oração Nº 4 (1979)

Clima De Natal

É tão bom sentir este clima de paz
e harmonia que invade o coração
dos homens quando chega o Natal. Quem dera, se pudéssemos
viver assim a vida toda.
Quem dera, se pudéssemos não escolher nem datas nem momentos
para sermos bons e generosos. O Natal deve ser uma bela data
por toda a vida e em todos
os momentos.
Que o espírito natalino esteja
com você agora e em cada dia
do Ano Novo.
Desejo que você celebre este dia
com todas as honras que ele
merece e que você sinta toda
a alegria do Natal em
seu coração.

Feliz Natal!

Autor Desconhecido

Álbum: Música À Luz Da Oração Nº 4
Ano/Gravadora: (1979)  RGE 305.0004
Outras Edições: (1962) RGE XRLP 100010
Artista(s) do Álbum: Simonetti e Orquestra de Câmera RGE
Artista(s): Henrique Simonetti
Acervo: Lili
Editado por: Lili
Formato: MP3 – kBit/s: 192 – Áudio: Ótimo

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing

Nesta Postagem Não há Selo Lado A e Selo Lado B

Crédito: Lili

Fonogramas Lado A
A01. Pavane – (Ravel)
A02. Hebreu Melody – (Joseph SAchron) – (Elias Slon – violino)
A03. Intermezzo – (Provost)
A04. Andante Da Sonata N.4 De Bach – (J. S. Bach)
Fonogramas Lado B
B01. Rosario – (Nevin)
B02. Apenas Um Coração Solitário – (Tchaikovsky)
B03. La Fille Aux Chevaux De Lin – ( Debussy)
B04. Andante Cantabile – (Tchaikovsky)

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Eduardo Assad – Paz e Oração . 4 (1977)

19/12/2011
Por

POSTAGEM ESPECIAL DE NATAL

Eduardo Assad – Paz e Oração . 4 (1977)

Texto Contracapa

É para o homem de hoje, a quem as preocupações e as lutas do dia a dia, acabam por desgastá-los, que estamos oferecendo o LP PAZ E ORAÇÃO 4, onde a suavidade das melodias poderão ser um oásis de paz.

Diz um escritor famoso: “Nunca sabemos quantas janelas temos no espírito, dentro do ser, enquanto não começamos a abri-las”.

Façamos então uma experiência agradável, abramos nosso ser e penetremos no mundo das belezas puras contidas nas músicas de: Albioni (Addagio), Katchaturian (Mascarade), Chopin (Noturno, Marcha Fúnebre, Haendel (Largo), Beethoven (Sonata ao luar, Olwen (Sonho), Mascagni Intermezzo da Cavalaria Rusticana).

Estas músicas foram escritas para serem apreciadas. Só há um meio de apreciá-las, este meio é ouvi-las como espírito aberto e a alma penetrada por um clima que transcende o próprio ser.

No LP PAZ E ORAÇÃO 4 e na profunda sensibilidade do jovem Maestro, Eduardo Assad, está a chave de ouro que nos abrirá o ser, transportado-o para o xangrilá de paz tranqüila que tantas vezes sonhamos.

A Gravadora

Álbum: Paz e Oração . 4
Ano/Gravadora: (1977) PANORAMA EPD 0405
Artista: Eduardo Assad
Outras Informações: Ficha Técnica
- Coordenação artística e técnica: J. Martins
- Direção de estúdio: Eni Makanory
- Orquestração: Eduardo Assad
- Solo Instrumental: Eduardo Assad
- Solo Vocal – Aeluah M. Souza
- Assistência técnica: H. Ohara
- Foto capa: B Breda fsp
- Direção Geral: C. Nogueira fsp
- Gravação e mixagem: Estúdio das Edições Paulinas
Acervo: Já
Editado por: Carlão
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo
Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing
Fonogramas Lado A
A01. Addagio – (Albioni)
A02. Largo de Haendel – (Haendel)
A03. Mascarade – (Katchaturian)
A04. Marcha Fúnebre – (Chopin)
Fonogramas Lado B
B01. Sonho – (Olwen)
B02. Noturno – (Chopin)
B03. Sonata Ao Luar – (Beethoven)
B04. Intermezzo Da Cavalaria Rusticana – (Mascagni)

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Simonetti e Orquestra de Câmera RGE – Música À Luz Da Oração Nº 2 (1979)

17/12/2011
Por

POSTAGEM ESPECIAL DE NATAL

Simonetti e Orquestra de Câmera RGE – Música À Luz Da Oração Nº 2 (1979)

PRECE Lábios em murmúrios sensíveis
Palavras em surdina, breves e leves, esvoaçantes e brandas,
quase imateriais – entretanto milagrosamente ligadas à própria substância de si mesmas.

Unidas em frases, elas parecem ter consciência do peso específico.
As vêzes surgem redondas e gordalhufas, como se tôdas as letras fôssem vogais.
Outras vêzes se eriçam em arestas, tornam-se agudas, emagrecem, impressionam como se fôssem feitas de ângulos, embora na realidade se limitem a transmitir mensagens de agradecimentos (muito doces) ou apelos anciados de felicidade (muito angustiados)

PRECE Música. SCHUBERT E FIBICH, um na “Serenata” e outro no “Poema, jóia vividas em solo de viola por PEREZ DWORACKI, rezam também.
Como rezam LISZT e CHOPIN, respectivamente no “Sonho de Amor”, e na “Valsa do Adeus”, a primeira e a segunda valorização ao piano por OLEG KUSNECOV.

Ou ainda TCHAIKOWSKI na embaladora “Chanson Triste”, que FREDERICO CAPELLA transporta para o segrêdo do cello.
E mais GRIEG com a “Canção do Solveig”, BRAHMS com sua imorredoura “Berceuse, SOMMA com a “Ave Maria” que todos repetirão de cór, o sonhador SAINT-SAENS com  “O Cisne” que vale pelo que diz, GAETANO BRAGA com a inspirada “ANGEL’S SERENADE”…

PRECE Música. Música e prece unidas na transmissão tornada possível pela ORQUESTRA DE CÂMARA RGE,  a cuja frente, como líder autêntico está a figura do maestro SIMONETTI.

Prece e música identificadas uma com a outra nos arranjos especiais dêsse musicista de escól que a península nos ofereceu como presente régio.
MÚSICA A LUZ DA ORAÇÃO

para você que sonha, para você que reza, para você que espera, para todos nós que ainda acreditamos.

Hélcio Carvalho de Castro

Álbum: Música À Luz Da Oração Nº 2
Ano/Gravadora: (1979)  RGE 305.002
Dados adicionais: Adaptações de Simonetti para os clássicos
Outras Edições: (1961) RGE XRLP 100005
Artista(s) do Álbum: Simonetti e Orquestra de Câmera RGE
Artista(s): Henrique Simonetti
Acervo: Lili
Editado por: Lili
Formato: MP3 – kBit/s: 192 – Áudio: Ótimo

Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa do Long Playing

Não há postagem dos Selos Lado A e Selos Lado B do Long Playing

Crédito: Lili

Fonogramas Lado A
A01. Berceuse – (Johannes Brahms)
A02. Ave-Maria – (Bonaventura Somma)
A03. Sonho de Amor – (Franz Liszt)
A04. O Cisne – (Saint-Saens)
A05. Serenata – (Franz Schubert)
Fonogramas Lado B
B01. Canção do Solveig – (Edvard Grieg)
B02. Angel’s Serenade – (Gaetano Braga)
B03. Poema – (Zdenko Fibich)
B04. Chanson Triste – (Tchaikovsky)
B05. Valsa do Adeus – (Frederic Chopin)

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Eduardo Assad – Paz e Oração . 3 (1979)

16/12/2011
Por

POSTAGEM ESPECIAL DE NATAL

Eduardo Assad – Paz e Oração . 3 (1979)

Texto Contracapa

A Seleção musical do LP PAZ E ORAÇÃO Nº 3 é, na verdade, uma manifestação de pureza genuína do espírito humano, onde a limite da imaginação criadora do home, na sua sensibilidade profunda, busca no belo a comunicação perfeita com seu semelhante, tornando-a imortal.

As melodias de PAZ E ORAÇÃO Nº 3 são a poesia-essência da alma humana, a sintonia que sempre existiu entre o compositor e as vibrações de infinito que cada um traz no próprio ser.

Esta ligação tão profunda entre o infinito e ser, muitas vezes, nem mesmo o artista toma conhecimento dela, a não ser em momento de interiorização quando o SER de DEUS se revela numa melodia de paz luminosa e transcendente. Nesse instante nasce dentro do ser um crepitar vivo e vibrante da música, num desejo incontido de vivê-la e comunicá-la.

Tudo isso Eduardo Assad viveu e sentiu antes de gravar o LP PAZ E ORAÇÃO Nº 3, que Edições Paulinas – Discos oferece a você para que também sinta a riqueza de dons que existe no infinito de cada ser.

A Gravadora

Álbum: Paz e Oração . 3
Ano/Gravadora: (1979) PANORAMA EPD 0384
Artista: Eduardo Assad
Outras Informações: Ficha Técnica
- Coordenação artística e técnica: J. Martins
- Direção de estúdio: Eni Makanory
- Orquestração: Eduardo Assad
- Solo Instrumental: Eduardo Assad
- Solo Vocal – Aeloah M. Souza
- Assistência técnica: H. Ohara
- Foto capa: B Breda fsp
- Direção Geral: C. Nogueira fsp
- Gravação e mixagem: Estúdio das Edições Paulinas
Acervo: Já
Editado por: Carlão
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo
Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing
Fonogramas Lado A
A01. Ária Para Quarta Corda – (Bach)
A02. Melodia Em Fá – (Rubinstein)
A03. Sarabande – (Haendel)
A04. Preludio – Opus 28 – (Chopin)
Fonogramas Lado B
B01. O Guarani – (Carlos Gomes)
B02. Sonata Patetica – (Beethoven)
B03. Two American Folk Songs – (Folclore Americano)
B04. L’amico Fritz – (Mascagne)

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Eduardo Assad – Paz e Oração . 2 (1976)

15/12/2011
Por

POSTAGEM ESPECIAL DE NATAL

Eduardo Assad – Paz e Oração . 2 (1976)

Texto Contracapa

A música que você vai ouvir no LP “PAZ E ORAÇÃO Nº 2″ é sem duvida mais um esforço conjugado de Edições Paulinas Discos e o talentoso jovem EDUARDO ASSAD, para fazer chegar até ao seu lar, escritório ou a qualquer outro lugar em que você se encontre, um potencial de cultura e de comunicação, através de compositores como: J. S. Bach, C. Franck, Gounod, Mendelssohm Haydam, R. Korsakov, Donizetti e outros, que são verdadeiras células vivas no organismo do mundo em que vivemos.

Aqui não vamos discutir sobre os motivos que os levaram a escrever suas músicas, porque elas certamente trazem marcas de vidas matizadas de alegrias e mágoas, sentimentos comuns a cada um de nós.

No entanto sejam quais forem os motivos que inspiraram estas músicas, o importante é que a maioria delas foram escritas porque o misterioso dom do gênio musical não podia ser silenciado no íntimo do ser que o recebeu. Este dom precioso foi dado às gerações, cresceu com elas e se projetou no universo inteiro imortalizando-se.

Edições Paulinas Discos com o lançamento de “PAZ E ORAÇÃO Nº 2″ está consciente de que uma evangelização através da cultura, será mais um ponto de partida para o homem de hoje, massificado, encontrar dentro dele mesmo um potencial de comunicação com Deus, com ele mesmo e com os irmãos, e razão para viver num momento da história em que não se pode dispensar a colaboração de cada uma para a construção de um mundo melhor.

A Gravadora

Álbum: Paz e Oração . 2
Ano/Gravadora: (1976) PANORAMA EPD 0374
Artista: Eduardo Assad
Outras Informações: Ficha Técnica
- Coordenação artística e técnica: J. Martins
- Direção de estúdio: Eni Makanory
- Orquestração: Eduardo Assad
- Solo Instrumental: Eduardo Assad
- Assistência técnica: H. Ohara
- Foto capa: B Breda fsp
- Direção Geral: C. Nogueira fsp
- Gravação e mixagem: Estúdio das Edições Paulinas
Acervo: Já
Editado por: Carlão
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo
Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing
Fonogramas Lado A
A01. Kyrie  – (Biem)
A02. Ária de Lucia dee Lammermoor – (G. Donizetti)
A03. Ave Maria – (Bonaventura Somma)
A04. Jesus Alegria dos Homens – (Coral da Cantata nº 147) – (Johann Sebastian Bach)
Fonogramas Lado B
B01. Canção Da Índia – (Rimsky-Korsakov)
B02. Serenata – (F. Joseph Haydn)
B03. Panis Angelicus – (César Franck)
B04. Serenata – (Charles Gounod)
B05. Canção da Primavera – (F. Mendelssohn)

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Eduardo Assad – Paz e Oração – 5 (1981)

05/11/2011
Por
Já, você me mandou um pacote de LPs para serem digitalizados e, dentro dele vieram alguns da coleção “Paz e Oração”, o que faço com eles agora. Quem mandou Você partir fora do combinado, pregando esta peça em nós, por isto, peço licença aos visitantes do blogger para efetuar uma homenagem a grande amiga e irmã, efetuando a postagem do volume 05 desta coleção.Até um dia na eternidade 

Saudades
Carlão e Maria

Eduardo Assad – Paz e Oração – 5 (1981)

Texto Contracapa

No dizer de Beethoven, “a música é uma revelação mais elevada que a filosofia”
Na verdade, a música é uma forma de sabedoria que penetra no espírito, sem atravessar as perigosas redes de raciocínio e desperta a suprema faculdade da mente humana: a intuição.
Ela possui uma capacidade espiritualizadora: algo que leva a comungar com Deus e com os homens, superando as fronteiras e as barreiras de línguas, e raças e de classes. As obras musicais que trazem em si mesmas esse significado profundo – sejam melodias simples provindas da alma popular, ou peças elaboradas pelos grandes mestres – têm o poder de nos fazer parar, escutar, entrar em contato com o coração da vida. Assim, com mais este LP da série “Paz e Oração”, Edições Paulinas Discos convida-nos a escutar a mensagem da música por sim mesma, de modo que, deixando-a falar, tudo em nós se cale e possamos penetrar no mundo do silêncio e da contemplação

L. Ricciardi

 

 

Álbum: Paz e Oração – 5
Ano/Gravadora: (1981) EPD 0557 PANORÂMICO
Arranjos: Eduardo Assad
Participação especial: Cláudia
FICHA TÉCNICA:
Direção Geral: O. Sassi
Arranjos: L. Ricciardi
Arranjos e regência: Eduardo Assad
Técnico da gravação e mixagem: J. Martins
Capa: Arte fina: B. Cipriani
Capa: Foto: John L. Stage
Participações:
- Violinos: Elias Sion, Caetano Domingos Finelli, Jorge Gisbert, Loriano Rabarchi, Germano Wajnrot, Audino Nunes Aparicio, Oswaldo Sbarro , Luiz Alfonsi
- Violas: Antonio Del Claro, Paulo Tacceti
-Violoncelo: Antonio Del Claro
- Contrabaixo: Cláudio H. Bertrami
- Violão: Edson José Alves
- Guitarra: Antenor Soares Gandra Neto
- Pianos e teclados: Eduardo Assad
- Flauta e saxofone: Hector Bisignani (Costita)
- Clarinete: Lambari
- Vocalizes: Cláudia
Acervo: Já
Editado por: Carlão
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo
Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing 

Crédito: Já

Fonogramas Lado 1
A01. Ária (Cantilena) – Bachianas Brasileiras nº 5 – Heitor Villa-Lobos
A02. O Cisne (de “O Carnaval dos Animais”) – (Camille Saint-Säens)
A03. Adágio (Tema do 3º movimento – IX Sinfonia) – (L. van Beethoven)
A04. Quem Sabe? – (Antonio Carlos Gomes)
A05. Rëverie (de “Cenas infantis”) – (R. Schumann)
Fonogramas Lado 2
B01. A Casinha Pequenina – (Modinha popular)
B02. Andante (da Sonata em Dó Maior, K-525) – (W. A. Mozart)
B03. Prelúdio (Introdução) – (Bachianas Brasileiras nº 4 – (Heitor Villa-Lobos)
B04. Granada – (da “Suite Espanhola”) – (Isaac Albeniz)
B05. Luar do Sertão – (Catulo da Paixão Cearense)

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Resenha do Álbum

O Baú de Long Playing lhe oferece um pouco daquele que foi um dos mais importantes movimentos musicais do Brasil: a bossa nova. Suas primeiras manifestações registraram-se no final dos anos 1940, começo dos 50, no [...]

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Texto Encarte

Conheci Nelson Gonçalves no ano de 1959, apresentado por um amigo. Daí por diante foi fácil, conheci o grande homem e o grande cantor que é.

Durante estes [...]

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Artie Shaw - Orquestras Famosas e Seus Hits "As Big Bands" - LP 4/1 (1973)

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Artie Shaw nasceu no dia 23 de maio de 1910 e seu nome de batismo é Arthur Arshawsky, filho de um fotógrafo e de uma   [...]

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Resenha do Álbum

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