Intérprete: José Gomes
Vídeo postado no youtube por: GENESYSTUDIO
Oração de São Francisco – Cáritas 1005
Fonograma Extraído de Vinyl – Meditação
Compositor: Domínio Público
Intérprete: José Gomes
Vídeo postado no youtube por: GENESYSTUDIO
Oração de São Francisco – Cáritas 1005
Fonograma Extraído de Vinyl – Meditação
Compositor: Domínio Público
Computador em manutenção. Voltaremos com as postagens na segunda feira= (06/02/2012) =
Carlão
Lyrio Panicali
* 26/6/1906 Queluz, SP
+ 29/11/1984 Niterói, RJ
Biografia
Maestro. Pianista. Arranjador. Compositor.
Considerado um dos grandes maestros da Era de Ouro da Rádio Nacional do Rio de Janeiro. De origem italiana, sempre frequentou ao começo de sua carreira os teatros Lírico e Municipal onde ia acompanhado muitas vezes por Lamartine Babo.
Dados Artísticos
Em 1922, morando no Rio de Janeiro, ingressou no Instituto Nacional de Música. Em 1926, atuou como maestro e pianista da Companhia Negra de Revistas na revista “Preto e branco”, de Wladimiro di Roma no teatro Rialto. Compôs, com Lamartine Babo, a canção “Saias curtas”, um charleston editado ao começo da carreira de ambos, em 1927 e ainda o samba “Cai n’água”. (…)
Fonte de pesquisa: Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira
Álbum: Panicali e os Sucessos
Ano/Gravadadora: (1968) Odeon MOFB 3555
Artista(s): Lyrio Panicali e Sua Grande Orquestra
Artista(s) do álbum: Lyrio Panicali
Acervo: Quelinho
Editado por: Quelinho
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Bom
Fonogramas Lado A
A01. Do You Know The Way To San José – (Burt Bacharach / Hal David)
A02. Theme From The Valley Of The Dolls – (André Previn / D. Previn)
A03. Viola Enluarada – (Marcos Valle / Paulo Sergio Valle)
A04. L’amour Est Bleu (Love Is Blue) – (André Popp / P. Cour)
A05. Honey – (Bobby Russell)
A06. (Sittin’ On) The Dock Of The Bay – (Steve Cropper / Otis Redding)
Fonogramas Lado B
B01. The Look Of Love – (Burt Bacharach / Hal David)
B02. Eu Te Amo, Te Amo, Te Amo – (Roberto Carlos / Erasmo Carlos)
B03. Eu e a Brisa – (Johnny Alf)
B04. A Pobreza – (Renato Barros)
B05. Playboy – (Gene Thomas)
B06. It’s Too Late – (B. Goldsboro)
Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira
Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing
Crédito: Quelinho
MARIA CREUZA
(Maria Creuza Silva Lima)
26/2/1944 Esplanada, BA
Aos dois anos de idade, mudou-se com a família para Salvador e durante o curso ginasial, no Colégio Ipiranga, passou a se interessar por música, nas aulas de canto orfeônico. Tornou-se crooner do grupo Les Girls, sendo convidada para apresentar-se em programas de emissoras de rádio. Durante quatro anos comandou o programa “Encontro com Maria Creuza”, pela TV Itapoã, de Salvador. Contratada por uma gravadora local, gravou músicas em inglês. Em 1965, conheceu o cantor Antonio Carlos Pinto, da dupla Antonio Carlos & Jocafi que iniciava sua carreira de compositor e com quem viria a casar, três anos depois, no Rio de Janeiro RJ. Em 1966, participou do festival “O Brasil canta” (TV Excélsior), interpretando a canção “Se não houvesse Maria” (Antonio Carlos), a princípio na parte regional, em Salvador, e, depois, no Rio de Janeiro. Em 1967, defendeu “Festa no terreiro de Alaketu” (Antonio Carlos) no III Festival de Música Popular Brasileira (TV Record). Nesse mesmo ano, gravou “Festa no terreiro de Alaketu” em um compacto, tendo do outro lado a música “Abolição” (Antonio Carlos). Em 1969, participou do IV Festival Universitário da Canção Popular (RJ), defendendo a canção “Mirante” (Aldir Blanc e César Costa Filho), classificando-a em 3º lugar e ganhando o prêmio de Melhor intérprete. Ainda nesse ano, interpretou “Catendê” (Antonio Carlos e Jocafi), no V Festival da Música Popular Brasileira (TV Record). No final de 1969, no Rio de Janeiro, conheceu, através de Chico Feitosa, o compositor Vinícius de Morais, que a convidou para participar, em 1970, de um show com ele e Dori Caymmi, realizado em Punta del Este (Uruguai).
Fonte de pesquisa: Cantoras do Brasil
Álbum: Pura Magia
Ano/Gravadora: (1987) Arca Som 803.1010 Acervo: Quelinho
Editado por: Quelinho Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo
Obs.: À época o fonograma “B01”. De Tentação a Cantada”, havia a proibição da radiodifusão e a execução pública”
Fonogramas Lado A
A01. Ifá (Um Canto Pra Subir) – (Vevé Calazans / Walter Queiroz)
A02. Luz – (Toni / Glória Gadelha) – Participação: Maria Creuza e Sivuca
A03. Pura Magia – (Roberto Mendes (1) / Jorge Portugal / J. Aragão)
A04. Quando Amanheceu – (Élton Medeiros / Delcio Carvalho)
A05. Coração Vira-lata – (Aécio Flávio)
Fonogramas Lado B
B01. De Tentação a Cantada – (Rose / Wando) – Participação: Maria Creuza e Wando
B02. Sou Rei – (Toni / Afonso)
B03. Mistura de Raças – (Neuma Morais / Veronika Gonçalves / Zé do Maranhão)
B04. O Tempo e as Rosas – (Fernando Pinto / Vicente Matos)
B05. Delicado Perfume – (Vevé Calazans / Walter Queiroz)
Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira
Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing
Crédito: Quelinho
Texto Contracapa (Em Anexo)
Uma noite no Arpège foi, sem dúvida, o “long play” de Waldir Calmon que mais sucesso fez em todo o Brasil. E a história desse notável disco é simples. Em princípio de 1956, a Direção Artística do “Long Play RÁDIO” sugeriu a Waldir Calmon, que escolhesse os números de maior sucesso na sua “boite” e os reunisse num “long play”. “Uma Noite no Arpège” constituiu um êxito extraordinário, Choveram pedidos de todos os pontos do Brasil e até da América Central e da América do Norte vieram interessados nesse realmente fabuloso “long play”. O “Long Play RÁDIO” não tencionava editar uma seqüência àquele inesquecível primeiro disco. Entretanto milhares de revendedores em todo o Brasil insistiram, diante de seus compradores interessados: e assim surgiu este “UMA NOITE NO ARPÈGE NÚMERO DOIS”. Novamente, Waldir Calmon selecionou os grandes sucessos atuais de sua querida “boite” – exatamente aqueles números que o público pedia todas as noites.
Entregamos, agora, este disco ao público brasileiro, com a certeza de que ele será largamente usando nas festas familiares e por todos esses agradáveis e acolhedores clubes que enfeitam as cidades brasileiras, e onde a mocidade se reúne, para dançar. Sabemos que será um estrondoso êxito. Sabemos que todos farão deste disco, um novo favorito, porque Waldir Calmon cresceu tanto na preferência popular que já fez escola e possui, hoje, em dia diversas gravadoras, intérpretes que procuram seguir os seus passos. Todavia, Waldir Calmon é o único e inimitável, Por isso, vamos apreciar esta nova noite na “boite” do grande pianista brasileiro e, se tivermos a felicidade de repetir o êxito do primeiro “long play” com este mesmo título, esse êxito pertencerá inteiro ao nosso grande público, que tanto nos merece e ao qual, desde já, antecipamos os nossos agradecimentos.

Álbum: Uma Noite No Arpège Nº 2
Ano/GravadorA: (1957) Rádio 0055-GV
Artista(s): Waldir Calmon
Artista(s) do Álbum: Waldir Calmon e Seu Conjunto
Acervo: Quelinho
Editado por: Paulo Lucio / Carlão
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo
Fonogramas Lado A
A01. Samba no Arpège – (Waldir Calmon / Luis Bandeira)
A02. Fantasia Carioca – (Alcyr Pires Vermelho / Osvaldo Santiago)
A03. Apito no Samba – (Luis Bandeira / Luis Antônio)
A04. Inspiração – (Bruno Marnet)
A05. Foi Despacho – (Sereno)
A06. Evocação – (Nelson Ferreira)
Fonogramas Lado B
B01. Dorinha Meu Amor – (José Francisco de Freitas)
B02. Arrasta a Sandália – (Osvaldo Vasques “Baiaco” / Aurélio Gomes)
B03. Jalousie – (Jacob Gade)
B04. Adios Pampa Mia – (Francisco Canaro / Mariano Mores / Ivo Pelay)
B05. Bicharada – (Djalma Ferreira)
B06. Mambo En España – (Ramon Marquez)
Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira
Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing
Crédito: Quelinho
Álbum: Nelson Gonçalves E O Tango
Ano/Gravadora: (1970) RCA Camden 107.0070 (MONO)
Artista(s): Nelson Gonçalves
Outras Edições: RCA Camden CALB 5286
Outras Edições: (1967) RCA Victor BBL 1398
Acervo: Quelinho
Editado por: Quelinho
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Bom
Fonogramas Lado 1
A01 – Ciúme (Jalousie) – (Jacob Gade / Vrs. Osvaldo Santiago)
A02. Nostalgias – (Enrique Cadicamo / Juan Carlos Cobián / Vrs. Juraci Rago)
A03. Confissão (Confesión) – (Enrique Santos Discépolo / Luis César Amadori / Vrs. Lourival Faissal)
A04. Meu Buenos Aires Querido (Mi Buenos Ayres Querido) – (Carlos Gardel / Alfredo Le Pera / Vrs. Juraci Rago)
A05. Inveja (Envidia) – (Francisco Canaro / J. Castilho / Luis César Amadori / A. Bota / Vrs. W. Santos)
A06. Voltou Uma Noite (Volvió Una Noche) – (Alfredo Le Pera / Carlos Gardel / Vrs. Ghiaroni)
Fonogramas Lado 2
B01. O Dia Que Me Queiras (El Dia Que Me Quieras) – (Carlos Gardel / Alfredo Le Pera / Vrs. Haroldo Barbosa)
B02. Triste Abandono (Cuesta Abajo) – (Alfredo Le Pera / Carlos Gardel / Vrs. Serafim Costa Almeida)
B03. Garras – (José Maria Contursi / A. Troilo / Vrs. Moacir Vieira)
B04. Mano A Mano – (Carlos Gardel / José Razzano / Celedonio Flores / Vrs. Ghiaroni)
B05. Sem Palavras (Sin Palabras) – (Enrique Santos Discépolo / Mariano Mores / Vrs. Nelson Figueiredo)
B06. Amarras – (Carlos Marchisio / Carmelo Santiago / Vrs. Ghiaroni)
Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira
Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing
Crédito: Quelinho
Waldir Azevedo
* 27/1/1923 Rio de Janeiro, RJ
+ 20/9/1980 São Paulo, SP
Biografia
Compositor. Instrumentista.
Na infância, passada no bairro do Engenho Novo, costumava apanhar passarinhos que depois vendia. Foi assim que conseguiu dinheiro para comprar seu primeiro instrumento, uma flauta, quando tinha sete anos de idade. Pouco depois, trocou a flauta por um bandolim e começou a se reunir com amigos para tocar música, aos sábados. Do bandolim (…)
Fonte de pesquisa: Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira
Álbum: Melodia do Céu
Ano/Gravadora: (1965) Continental PPL 12213
Artista(s): Waldir Azevedo
Artista(s) do Álbum: Waldir Azevedo Com Conjunto
Outras Edições: Replay/Continental 1.25.404.027 (1975)
Acervo: Quelinho
Editado por: Quelinho
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Bom
Fonogramas Face A
A01. Turinha – (Waldir Azevedo)
A02. Guarânia Sertaneja – (Waldir Azevedo)
A03. Riso de Criança – (Agenor Madureira / Armando Nunes)
A04. Você – (Waldir Azevedo)
A05. Rubro-negro – (Jorge Santos)
A06. Cidade de São Sebastião – (Peruzzi / Moacir Vieira)
Fonogramas Face B
B01. Melodia do Céu – (Waldir Azevedo)
B02. Tema Nº 1 – (Waldir Azevedo)
B03. Lágrimas e Gargalhadas – (Alex)
B04. Chorando Escondido – (Waldir Azevedo)
B05. Sofres Porque Queres – (Pixinguinha / Benedito Lacerda)
B06. Alvoroço – (Waldir Azevedo)
Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira
Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing
Crédito: Quelinho
Texto Contracapa
O “swing” o “bop”, o “bunny hop”, são irresistíveis. Chega, porém, um momento em qualquer festa em que as luzes se obscurecem e, aos rítmos atléticos e decididos, se sucedem compassos mais lentos e fáceis.
Olhos cerrados, mais corações despertos, os pares entregam-se ao sonho, ao devaneio, aos pensamentos amáveis inspirados por melodias mais românticas.
É à hora de Ray Anthony.
Ray é um artista consumado. Sua popularidade manifesta-se nas fabulosas vendas dos seus discos, nas multidões que ocorrem para ouví-lo onde quer
que toque, na preferência da geração nova, cujas festas nos Estados Unidos é sempre convidado a abrilhantar.
A explicação desse prestígio é fácil.
Ray adquiriu as bases do seu treino com o conjunto de Glenn Miller e, embora com os anos tenha criado estilo próprio, a opulência das suas
sonoridades, a suavidade das suas cadências são as mesmas que tornavam as interpretações do conjunto de Glenn Miller agradáveis.
( ) bom gosto de Ray, entretanto, não se manifesta apenas nas suas execuções: revela-o também, a escolha do material que ele adorna de delicados
arranjos e transforma em música para sonhar e dançar… agradáveis de ouvir e boas de dançar
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Fonogramas Lado A
A01. This Love Of Mine – (Parker – Sanicola – Sinatra)
A02. Dream Dancing – (Ray Anthony – Don Simpsom)
A03. I’ll Never Smile Again – (Ruth Lowe)
A04. Out Of Nowhere – (J. Green – E. Heyman)
A05. I Only Have Eyes For You – (Harry Warrem – Al Dubin)
A06. Embraceable You – (George Gershwin – Ira Gershwin)
Fonogramas Lado B
B01. Street Of Dreams – (Victor Ypung – Sam Lewis)
B02. Stars Fell On Alabama – (F. Perkins – M. Parish)
B03. I Don’t Know Why (I Just Do) – (Fred Ahlert – Roy Turk)
B04. Laura – (David Raksin – J. Mercer)
B05. Moonlight In Vermont – (John Blackburn e Suessdorf Karl)
B06. September Song – (Kurt Weill – Maxwell Anderson)
Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing
Crédito: Quelinho

Álbum: Um Sax Em Serenata
Ano/Gravadora: (1963) Musicolor/Continental MLP 9071
Artista(s): Dorival
Acervo: Quelinho
Editado por: Quelinho
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Bom
Fonogramas Lado A
A01. Rosa – (Valsa) – (Pixinguinha)
A02. Pálida Morena – (Canção) – (Freire Júnior)
A03. Súplica – (Valsa) – (Otávio Gabus Mendes – José Marcílio – Déo)
A04. Maria – (Samba-Canção) – (Ary Barroso – Luis Peixoto)
A05. Adda – (Valsa) – (Mário Ramos – Salvador J. de Morais)
A06. Rapaziada do Braz – (Valsa) – (Alberto Marino)
Fonogramas Lado B
B01. Branca – (Valsa) – (Zequinha de Abreu – D. Abrante)
B02. Triste Carnaval (Sonhos de Pierrot) – (Valsa) – (Canhoto – Arlindo Leal)
B03. Boneca – (Valsa) – (J. Faraj – Benedicto Lacerda)
B04. Serenata – (Valsa) – (Sílvio Caldas – Orestes Barbosa)
B05. Sorris da Minha Dor – (Valsa) – (Paulo Medeiros)
B06. Aurora – (Valsa) – (Zequinha de Abreu – Salvador J. Moraes)
Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira
Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing
Crédito: Quelinho

Álbum: Jovem Brasa
Ano/Gravadora: (1965) Getrim LP 5001
Artista(s): The Red Snakes
Acervo: Paulo Lucio
Editado por: Paulo Lucio
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo
Fonogramas Lado A
A01. O Dolar Furado – (Mogol / Pallavicini / Locatelli)
A02. Thunderbaw – (John Barry / Don Black)
A03. Winchester Cathedral – (G. Stephens)
A04. Somewhere My Love (Tema de Lara) – (Maurice Jarre)A05. Tema Para Jovens Enamorados – (Percy Faith)
A06. Driftin – (Marvin)
Fonogramas Lado B
B01. T’en Vas Pas – (Geo Voumard / Emile Gardaz)
B02. Bus Stop – (Graham Gouldman)
B03. Imenso Amor – (Renato Corrêa / Wanderléa)
B04. Born Free – (Don Black / John Barry)
B05. Un Homme Et Une Femme – (Francis Lai / Pierre Barouh)
B06. Five Hundred Miles – (Hedy West)
Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira
Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing
Crédito: Paulo Lucio
Texto Contracapa
Há sambas eternos. Que não morrem. Que vivem permanentemente na memória auditiva do povo São chamados clássicos da música popular brasileira.
Que nasceram humildes. E, que, por nascerem humildes, se engrandeceram na humildade e galgaram as alturas do sucesso, e marcaram uma época, e se fizeram necessários, e viraram assobio do povo e, portanto, se vestiram de eternidade, de vida eterna,
“O que dizer de “Se você jurar”, de “Maria Boa”, de “Aí, que saudades da Amélia”, de “Ai Yoyô”, de “Saia do meu caminho”? Quem não sabe de cor? De emoção? De saudade? De uma fase do viver.
Amélia era da fato, a mulher de verdade. Era a que passava fome e achava bonito não ter o que comer. Era a que não fazia exigências, a que não fazia o que tantas fazem… Uma briga de amor, chorando muito, não tinha recurso se não recurso de dizer:
- Junte tudo o que é seu e saia do meu caminho…
Às vezes, sucedia a “Maria Boa”.
Mas boa mesmo, que fazia Vantagem, e que não ia com a cara do homem de falinha macia…
Sambas de uma época de ouro. Sambas simples, mas, de riqueza melódica, de singeleza poemática e que, por isso mesmo, ganharam carteirinha de clássicos para fazerem à beleza a vida toda…
O maestro Léo Perachhi – uma das glórias musicais do Brasil – é o responsável PE “vestimenta” dos sambas que não morreram e tudo são cordas maravilhosas (Cêrca de cem) em revolucionária apresentação, trabalho admirável, de fôlego, de sensibilidade, onde o bom gosto é a constante, onde a beleza está sempre em primeiro plano, como que a traduzir a beleza do talento do maestro Léo Peracchi.
Esta gravação IMPERIAL é, antes, um documento sonoro. Para consultas futuras. Para esclarecimento mesmo.
Uma espécie assim de catálogo sambístico. É, também, uma gravação que pode ser dançada ou escutada simplesmente no conforto de uma poltrona, ou ainda motivo de “back-ground” para uma solidão a dois…
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O Mestre
Léo Perachhi
Memória
Vida
Regente, arranjador, mestre da instrumentação moderna brasileira, Leo Peracchi nasceu em São Paulo, em 30/9/1911, primeiro filho de Memore e Ada Peracchi. Seu pai foi professor de música e diretor do Conservatório Benedetto Marcello, depois Conservatório Carlos Gomes. Teve quatro irmãos, três dos quais também musicistas (Henriqueta Elda, pianista, Eldo , violoncelista e Gemma Rina, pianista e professora do conservatório Carlos Gomes e Tina, secretária e estenógrafa). Formou-se em piano e composição em 1927, no conservatório do pai, onde, ainda de calças curtas, dava aula de teoria e solfejo.
Começou sua carreira dirigindo pequenas orquestras, acompanhando filmes nos cinemas da cidade. Uma de suas primeiras apresentações públicas como concertista foi na sala Giuseppe Verdi, para a platéia da comunidade italiana de São Paulo, em 25/08/1928, em um concerto de piano com obras de Beethoven, Chopin, Scriabine, Liszt-Alabieff, Chopin e Mendelssohn.
Fonte de pesquisa: SESC SP
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Deo
Deo (Ferjalla Rizkalla)
Nasceu no Rio de Janeiro em 10/1/1914 . Filho de João e Edelvira Rizkalla, ambos libaneses, entrou para a história da música popular brasileira com o nome de Deo. Em 1933, transferiu-se com a família para São Paulo, onde trabalhou no comércio e estudou contabilidade. Gostava muito de cantar tangos em festas e serenatas. Certa vez, procurou o maestro Gaó, na época diretor artístico da Rádio Cruzeiro do Sul, e pediu-lhe para fazer um teste para a rádio. O teste foi bem-sucedido e o cantor começou interpretando tangos nessa emissora. Em 1934, foi contratado pela Rádio Record como discotecário e também cantor. Além de tangos, começou a interpretar música brasileira, especialmente composições extraídas do repertório de Silvio Caldas. Em 1936, foi para a Columbia onde gravou seu primeiro disco que incluía o samba-canção “Vendedora de flores”, de José Marcílio e o samba-choro “Cantando”, de João Pacífico, lendário compositor de músicas sertanejas. Dois anos depois foi para o Rio de Janeiro pelas mãos de Ary Barroso e gravou uma série de discos pela Odeon. Gravou vários sambas e músicas de carnaval de sucesso, sendo mais conhecida a sua interpretação de “Até Parece que Eu Sou da Bahia” (R. Martins/ J. Batista). Também se destacam em seu repertório “Sinto Lágrimas” (F. Malfitano/ A. Araújo), “Um Amor que Passou” (Adoniran/ Frazão) e “A Casta Suzana” (A. Barroso/ A.P. Vermelho), sucesso do carnaval de 1939. Gravou um total de 136 discos em 78 rpm, com um repertório de sambas de grandes compositores da música popular brasileira.
Faleceu em 23/9/1971 no Rio de Janeiro.
Fonte de pesquisa: REVIVENDO MÚSICAS
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Jorge Veiga
Jorge de Oliveira Veiga
* 14/4/1910 Rio de Janeiro, RJ
+ 29/6/1979 Rio de Janeiro, RJ
Biografia
Cantor. Compositor.
Nasceu no Engenho de Dentro, bairro do subúrbio carioca. Teve infância de menino pobre, trabalhando como engraxate, vendedor de frutas e pirulitos. Quando adulto, trabalhou como pintor de paredes e, ao cantar durante o serviço, o proprietário da casa comercial que estava pintando percebeu que ele tinha qualidades de cantor. O patrão conseguiu que ele cantasse num programa da Rádio Educadora do Brasil (PRB-7), oportunidade que deu início à sua carreira artística.
Fonte de pesquisa: Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira
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Álbum: Testamento Do Sambista
Ano/ Gravadora: (N/D) Revivendo LB 044 (629.404.748)
Artista(s): Déo / Jorge Veiga
Acervo: El Paso
Editado por: El Paso
Fromato: MP3 – kBit/s: 256 – Áudio: Ótimo
Fonogramas Lado A
A01. A Morena Que Eu Gosto – (Wilson Batista / Marino Pinto) – c/ Conjunto de Benedito Lacerda – Intérprete(s): Déo
A02. Só Quis Meu Nome – (Geraldo Pereira) – c/ Benedito Lacerda e Seu Conjunto – Intérprete(s): Déo
A03. Tudo Menos Amor – (Marino Pinto / Waldemar Gomes) – c/ Benedito Lacerda e Seu Conjunto – Intérprete(s): Déo
A04. E o 56 Não Veio – (Wilson Batista / Haroldo Lobo) – c/ Benedito Lacerda e Seu Conjunto – Intérprete(s): Déo
A05. O Princípio do Fim – (Wilson Batista / Jorge de Castro) – c/ Benedito Lacerda e Seu Conjunto – Intérprete(s): Déo
A06. Se Você Soubesse – (Valmurio) – c/ Conjunto de Benedito Lacerda – Intérprete(s): Déo
A07. Conversa Fiada – (Geraldo Pereira / Ciro de Souza) – c/ Benedito Lacerda e Seu Conjunto – Intérprete(s): Déo
Fonogramas Lado B
B01. Conversa Raul – (José Batista / Gil Lima) – c/ Raul e Seu Conjunto – Intérprete(s): Jorge Veiga
B02. Morena Linda – (João Martins / Otolindo Lopes) – c/ Benedito Lacerda e Seu Conjunto – Intérprete(s): Jorge Veiga
B03. Testamento do Sambista – (Raul Marques / Alberto Maia) – c/ Raul e Seu Conjunto – Intérprete(s): Jorge Veiga
B04. Carne de Gato – (Ari dos Santos / Gentil Leal) – c/ Geraldo Medeiros e Seu Conjunto – Intérprete(s): Jorge Veiga
B05. Medalha Dourada – (Otolindo Lopes / Arnô Provenzano) – c/ Geraldo Medeiros e Seu Conjunto – Intérprete(s): Jorge Veiga
B06. Caboclo Africano – (Zé da Zilda / Zilda do Zé) – c/ Regional – Intérprete(s): Jorge Veiga
B07. Deixa Eu Viver Minha Vida – (Ari Monteiro) – c/ Geraldo Medeiros e Seu Conjunto – Intérprete(s): Jorge Veiga
Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira
Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing
Visite: As Músicas Eternas
Visite: Gente de Minha Terra
Visite: Paisagem do Sertão
Visite: Os 4 Caipiras
Crédito: El Paso
Este ano está se despedindo e deixando saudades.
Tenho certeza que se você observar atentamente tudo que passou no decorrer deste ano, terás muito a agradecer.
Pegue todas as derrotas
e transforme-as em pequenas batalhas
que no confronto com a vida,
você deixou de vencer,
mas que certamente,
a guerra já está ganha,
visto que chegou até aqui
e está apta a receber um novo ano
com seus desafios e incógnitas,
e viver muito cada segundo desta esplêndida jornada,
que DEUS está a lhe proporcionar com novas esperanças.
Somos vencedores,
conseguimos superar mais um ano,
enquanto tantos ficaram pelo caminho.
Feliz Ano Novo,
seja muito,
mas muito feliz.
E você merece muita paz,
saúde, amor, prosperidade
e tudo de bom que a vida possa te ofertar.
Na maioria das vezes,
depende sómente de nós alcança-la,
de acordo com nossas escolhas
e dos caminhos que porventura decidimos percorrer.
Fonte: Belas Mensagens
Gilson de Souza (Marília, São Paulo) é um cantor brasileiro.
Fez sucesso em 1975 com a música Poxa, considerado um dos mais belos sambas da época. Não ficou conhecido apenas no Brasil, mas fez shows na Espanha, em Portugal, na França e no Japão. Gravou dois LPs e teve suas composições regravadas por intérpretes famosos. Também ganhou prêmios importantes, como o Troféu Imprensa.
Atualmente é conselheiro da SICAN, uma empresa que arrecada dinheiro para direitos autorais. Ainda é empresário de uma jovem cantora chamada Daniele Cintra. Continua gravando e fazendo shows por todo o país.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre
Álbum: Pôxa
Ano/Gravadora: (1975) Tapecar LPX.31
Artista(s): Gilson de Souza
Acervo: Quelinho
Restauração: Paulo Lucio
Formato: MP3 – kBit/s: 192 – Áudio: Ótimo
Fonogramas Lado A
Link A01. Dor de Poeta – (Gilson de Souza)
Link A02. O Incomodado É Quem Se Muda – (Gilson de Souza)
Link A03 – Pôxa – (Gilson de Souza)
Link A04 – Se o Amor For Coisa Certa – (Gilson de Souza)
Link A05 – Eh Tata Eh – (Gilson de Souza)
Link A06 – Canção Pra Quem Vem – (Gilson de Souza)
Fonogramas Lado B
Link B01 – Quem É de Samba Chora – (Gilson de Souza / Carvalho)
Link B02 – Ilusão Colorida – (Gilson de Souza / Newton Miranda / Veloso)
Link B03 – Só Deus Sabe – (Adilson Godoy / Antônio Queiroz)
Link B04 – Gavião Calçudo – (Pixinguinha)
Link B05 – Noite Vadia – (Gilson de Souza)
Link B06 – É Manhã – (Osvaldo Guilherme / Aloísio Figueiredo)
Link Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing
Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira
Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing
Visite: As Músicas Eternas
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Crédito: Quelinho