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Pepe Ávila e Los Bronces – Boleros Imortales (1974) Resenha do Álbum O bolero é um gênero que sempre teve público cativo no Brasil e em países de língua espanhola. Originou-se, por sinal, da Espanha, sofrendo odificações, com ritmo mais lento e temas mais românticos. Aqui temos um álbum com Pepe Ávila, mexicano que se radicou no Brasil, e seu grupo Los Bronces, lançado em 1974 pelo selo Soma, da global Som Livre. O grupo também acompanhou Altemar Dutra, chegando até a gravar um álbum inteiro com ele, nessa mesma época. “São de Pepe Ávila, inclusive, dois clássicos do repertório de Altemar, ‘A pretendida” e “Amor de pobre”, esta última também aqui presente. O disco é um prato cheio para os fãs de boleros, reunindo alguns dos clássicos inesquecíveis do gênero, reconhecíveis até aos primeiros acordes: “Nosotros”, Nunca, jamás” (por sinal sucesso no Brasil em 1956 com Onilda Figueiredo, em versão de Nélson Ferreira), “Hipócrita”(“sencillamente hipócrita”…), “Frio en el alma”, “História de un amor” (“como no hay otra igual”…), “Acercate más” (“Pero mucho más”…), “Perfídia” (“Mujer, se puedes tu con Diós hablar”…), “Una aventura a más” (Yo sé que soy, una aventura a más para ti”…) e até mesmo a brasileira “Caminhemos”, de Herivelto Martins, vertida para o Espanhol. Não dá pra pedir mais. É ouvir, recordar e dançar coladinho… Samuel M. Filho |
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| Álbum: Boleros Imortales Ano/Gravadora: (1974) SOMA 409.7006 Artista(s): Pepe Ávila e Los Bronces Obs: O fonogramas A04. Frio En El Alma – não ficou com uma edição legal. Acervo: Carlão Editado por: Carlão Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Bom |
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Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing Crédito: Carlão |
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