![]() |
Maria Creuza – Meia Noite (1977) Álbum Meia Noite |
||||
| Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo lado A e Selo Lado B do Long Playing | |||||
| Crédito: Paulo Lucio | |||||
|
|||||
![]() |
Maria Creuza – Meia Noite (1977) Álbum Meia Noite |
||||
| Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo lado A e Selo Lado B do Long Playing | |||||
| Crédito: Paulo Lucio | |||||
|
|||||
![]() |
Álbum: Paixão Acesa
|
||||
|
Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing |
|||||
| Crédito: Paulo Lucio | |||||
|
|||||
![]() |
Maria Creuza – Poético (1982) Álbum: Poético |
||||
| Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira
Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing |
|||||
| Crédito: Carlão | |||||
|
|||||
![]() |
Maria Creuza – Da Cor do Pecado (1989) Resenha do Álbum E eis que Maria Creuza, a chamada “morena maravilhosa”, retorna ao Baú de Long Playing. Desta vez, em um álbum lançado pela gravadora da Rede Globo de Televisão, a Som Livre. A faixa-título todos conhecem: é uma composição de Alberto de Castro Simõens da Silva, o Bororó (Rio de Janeiro, 1898-idem, 1986), que muitos pensam ser sua única música. Na verdade, ele tem outras composições além desta, entre elas “Curare”, hit de Orlando Silva em 1940. Lançada originalmente por Sílvio Caldas, em 1939, “Da cor do pecado” foi muito gravada, tendo sido inclusive tema de abertura de uma novela da Globo de mesmo nome, na voz de Luciana Melo, filha de Jair Rodrigues. Este disco da baianíssima Maria Creuza, claro, tem muito mais: música do Roberto Carlos (“Como é grande o meu amor por você”, do filme “Roberto Carlos em ritmo de aventura”, de 1968, e “Não quero ver você triste”, de 1965), composições da mais autêntica nata da MPB, como Tom Jobim, Vinícius de Moraes (numa faixa com três expressivas composições da dupla), Dolores Duran (“Por causa de você” e “Estrada do sol”, duas de suas três parcerias com o mestre Tom Jobim, e outras duas que ela fez sozinha, “Castigo” e “Fim de caso”), seu ilustre conterrâneo Dorival Caymmi, o poeta do mar (“Marina”, “Nem eu” e “Rosa morena”), Ary Barroso (“Camisa amarela” e “Faceira”, dois sambas clássicos, por sinal), Waldik Soriano (“Torutra de amor”, originalmente lançada pelo autor em 1962 e tirada do esquecimento justamente por Maria Creuza no álbum “Meia-noite”, de 1977), o acreano João Donato (“Simples carinho”), Garoto (“Gente humilde”, que só ganhou letra de Vinícius de Moraes e Chico Buarque muito depois da morte do violonista, ocorrida em 1955), e a parceria Nélson Cavaquinho – Guilherme de Brito (“Folhas secas”, que também tem ótimos registros de Beth Carvalho e Elis Regina). A então nova geração do pop brasileiro também está representada com Cazuza (a belíssima “Faz parte do meu show”) e Lulu Santos (com os hits instantâneos “Como uma onda” e “Um certo alguém”, aliás, o carioca Lulu é um colecionador implacável de músicas de sucesso). Enfim, um repertório muitíssimo bem escolhido, como, aliás, pouca gente sabe escolher. O último trabalho de Maria Creuza em disco até agora foi o CD “É melhor ser alegre que ser triste”, um tributo à obra do compositor e violonista Baden Powell, lançado em 2007 pela gravadora Albatroz. Samuel M. Filho |
||||
| Álbum: Da Cor Do Pecado Ano/Gravadora: (1989) Som Livre 406.0049 Artista(s): Maria Creuza Acervo: Carlão Editado por: Carlão Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo |
|||||
| Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira
Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing Crédito: Carlão |
|||||
|
|||||
![]() |
Maria Creuza – Eu Sei Que Vou Te Amar (1972) Resenha do Álbum Hoje, o Baú de Long Playing nos traz a bela voz de uma de nossas maiores cantoras nas décadas de 1960/70: Maria Creuza Silva Lima. Baiana de Esplanada, onde nasceu em 1944, mudou-se com a família para Salvador aos dois anos de idade e, ao cursar o ginásio, passou a se interessar por música, nas aulas de canto orfeônico. Foi crooner do grupo Les Girls, o que lhe rendeu inúmeros convites para apresentações em rádio, também apresentando por quatro anos, na TV Itapoan, o programa “Encontro com Maria Creuza”. Em disco, começou cantando em inglês, contratada por uma gravadora local. Em 1965, conheceu o cantor e compositor Antônio Carlos Pinto (da futura dupla com Jocafi), que seria seu esposo três anos mais tarde. Em 1967, gravou seu primeiro LP, “Apolo 11″. Participou de festivais nas TVs Excelsior e Record e, em 1970, conheceu o poetinha Vinícius de Moraes, participando, a convite dele, de um show na cidade uruguaia de Punta Del Este, do qual também fez parte Dori Caymmi, um dos filhos de Dorival. Apresentou-se em vários países, principalmente da Europa e América Latina. Entre seus maiores sucessos estão: “Mas que doidice”, “Feijãozinho com torresmo”, “Chega pra lá”, “Desmazelo”, “Diacho de dor”, “Tempo de voar”, “Patota de Ipanema”, “Meia-noite” (de Caetano Veloso) e “Tortura de amor (de Waldick Soriano, regravação de antigo sucesso dele nos anos 1960). O presente álbum, de 1972, traz como um de seus principais destaques justamente a faixa-título, “Eu sei que vou te amar”, originalmente lançada em 1959 por Lenita Bruno no álbum “Por toda a minha vida”, e aqui abrilhantada pelo próprio Vinícius, recitando seu belíssimo “Soneto de fidelidade”, que escreveu em Estoril, Portugal, em 1939, como apoio do violão de Toquinho e grupo rítmico. A faixa de abertura é “Catendê”, do marido Antônio Carlos com os parceiros Jocafi e Ildásio Tavares, foi defendida pela cantora no quinto e último festival de MPB da TV Record, em 1969, época em que a emissora estava em grave crise, abalada por incêndios sucessivos e pela ascensão irrefreável da Rede Globo. Este trabalho inclui ainda obras de compositores do quilate de Caetano Veloso (“Irene”), Tom Jobim (com admiráveis parcerias com Vinícius e Dolores Duran, desta última resultando a belíssima “Estrada do sol”), Jorge Ben (“Que maravilha”, parceria com Toquinho, que ambos gravaram em dupla com sucesso), Carlinhos Lyra (“parceirinho cem por cento”, como dizia o próprio Vinícius, em “Minha namorada”), Baden Powell (com outra bela letra do Poetinha, “Samba em prelúdio”) e tem espaço até para o eterno Caymmi com “Saudade da Bahia” (“pobre de quem acredita na glória e no dinheiro para ser feliz”), um desabafo do nordestino que deixa a família e a terra natal para tentar a sorte no Centro-Sul do Brasil e se frustra. Da fértil parceria Jobim-Vinícius entraram, além da faixa-título, “Chega de saudade” (o pontapé inicial da bossa nova), “Se todos fossem iguais a você” (composta para a peça “Orfeu da Conceição”) e “A felicidade” (por sinal incluída no filme “Orfeu negro”, exibido nos cinemas como “Orfeu do “Carnaval”, produção franco-italiana rodada no Brasil em cores e falada em português, vencedora do Oscar de filme estrangeiro). enfim, um repertório de qualidade abrilhantado por belas interpretações de Maria Creuza, que, mesmo esquecida pela mídia, como a maioria dos cantores de seu tempo, continua alternando apresentações no Brasil e na Europa. Confiram! Samuel M. Filho |
||||
| Álbum: Eu Sei Que Vou Te Amar Ano/Gravadora: (1972) RGE 303.0011 Outras Edições: (1972) RGE USLP 5355 Artista(s): Maria Creuza • Participação Especial de TOQUINHO E VINICIUS Acervo: Joaquim Rangel Editado por: Carlão Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo |
|||||
| Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira
Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Encartes, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing Crédito: Joaquim Rangel |
|||||
|
|||||
![]() |
Robertinho e Regional – Chorinhos e Autores Famosos (1982) Resenha do Álbum O Baú de Long Playing apresenta hoje um dos mais famosos acordeonistas que o Brasil já teve: José Carlos Ferrarezi, o Robertinho do Acordeom (Lucélia, SP, 1939-São Paulo, 2006). Para quem não se lembra, era aquele que acompanhava Inezita Barroso no programa “Viola, minha viola”, da TV Cultura de São Paulo, exibido por emissoras educativas de todo o país. Robertinho acompanhou também muitos dos principais nomes do sertanejo de raiz: Tonico e Tinoco, Pedro Bento e Zé da Estrada, Tião Carreiro e Pardinho, etc. Aliás, foi com Tião Carreiro que Robertinho, aos 11 anos de idade, integrou o trio Palmeirinha, Lenço Verde e Zezinho, sendo que o Palmeirinha era Tião Carreiro. Para matar as saudades do grande acordeonista, o Baú de Long Playing apresenta um dos mais de 20 álbuns por ele gravados durante sua carreira. Trata-se de um LP lançado pela gravadora carioca CID, selo Itamaraty, no qual ele recorda inúmeros chorinhos famosos, compostos por autores de primeira grandeza. Creio que não exista ninguém que jamais tenha ouvido estes clássicos, caso de “Bem-te-vi atrevido” (de Lina Pesce, por sinal lançada em disco por outro acordeonista, George Brass), “Brasileirinho” (do inesquecível cavaquinista Waldir Azevedo), “Brejeiro” (de Nazareth, que inclusive recebeu de Catulo da Paixão Cearense com o título de “Um sertanejo enamorado”), “Odeon” (também de Nazareth, que o autor dedicou na edição ao Sr. Zambelli, gerente do cinema carioca de mesmo nome onde ele se apresentava ao piano, na sala de espera), “Tico-tico no fubá” (atire a primeira pedra quem não conhece esta jóia clássica de Zequinha de Abreu!), “Flor amorosa” (originalmente uma polka, assim mesmo, com k, gravada por inúmeros intérpretes na versão com letra de Catulo), o eterno “Carinhoso” (de Pixinguinha, originalmente instrumental, sendo que a letra de Braguinha só veio bem mais tarde…). Não faltam também sambas conhecidos: “Da cor do pecado” (que muitos pensa m injustamente ser a única composição do carioca Bororó) e “Barracão” (lançado por Heleninha Costa no carnaval de 1953 e tirado do esquecimento por Elizeth Cardoso tempos depois). “O boêmio”, de Anacleto de Medeiros com letra posterior de Catulo, tocou até na primeira versão da novela global “Pecado capital”, de 1976, na interpretação do conjunto Época de Ouro. Ernesto Nazareth assina também neste disco “O matuto”, outra de suas conhecidas obras. Se tem sanfona no choro e no samba, o negócio é aproveitar, e muito bem, mais este precioso item da CID, então uma especialista em álbuns de preço econômico. E que, felizmente, ainda está na ativa! Samuel M. Filho |
||||
| Álbum: Chorinhos e Autores Famosos Ano/Gravadora: (1982) ITAMARATY LPITAM2083 Artista(s): Robertinho e Regional Acervo: Carlão Editado por: Carlão Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo |
|||||
|
Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Encartes, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing Crédito:Carlão |
|||||
|
|||||
Nascida no interior da Bahia, mudou-se para Salvador com a família. Foi crooner de conjuntos musicais e trabalhou em emissoras de rádio durante a adolescência, o que rendeu-lhe a fama para obter seu próprio programa na televisão local, Encontro com Maria Creuza. Participou de festivais, em Salvador e no Rio, cantando músicas da dupla Antônio Carlos (com quem se casaria) e Jocafi, e ganhou prêmio de melhor intérprete em 1969. No início da década de 70 apresentou-se ao lado de Toquinho e Vinicius de Moraes, em shows que resultaram em discos. Destaque para o da boate La Fusa, na Argentina, e o disco resultante, um dos mais populares de música brasileira nos países latino-americanos. Maria Creuza era uma das cantoras preferidas de Vinicius, fato que por si só ajudou bastante em sua carreira. Seus discos foram lançados no Brasil, Japão e em diversos países da Europa, onde se apresentou com freqüência em espetáculos e festivais. Com mais de 10 álbuns lançados, continua gravando discos e fazendo shows. Alguns de seus grandes sucessos foram “Festa no Terreiro de Alaketu” (Antônio Carlos Pinto), “Mas que Doidice” (Antônio Carlos/ Jocafi), “Eu Disse Adeus” (Roberto Carlos), “Pois É” (Chico Buarque/ Tom Jobim), “Eu Sei que Vou Te Amar” (Tom/ Vinicius).
Fonte de pesquisa: CliqueMusic
Álbum: Sedução
Ano/Gravadora: (1981) RCA Victor 103.0510
Artista(s): Maria Creuza
Acervo: Quelinho
Restauração: Quelinho
Formato: mp3
Bitrate: 320 Kbps
Áudio: Ótimo
Fonogramas Lado A
A01. Me Deixa Em Paz – (Monsueto / Airton Amorim)
A02. Tordesilhas – (Antônio Carlos Pinto / Jocafi)
A03. Deixe – (Marcos Valle / Paulo Sergio Valle)
A04. Dejame Ir – (C. Novarro / M. Ribas)
A05. Caminhos Cruzados – (Tom Jobim / Vinicius de Moraes)
Fonogramas Lado B
B01. Frenesi – (A. Dominguez / Vrs. Lina Pesce)
B02. Alumbramento – (Djavan / Chico Buarque)
B03. Regras de Um Jogo – (Maria Creuza / Zé do Maranhão)
B04. Assovio – (Zé Renato / Juca Filho / Cláudio Nucci)
B05. A Felicidade – (Tom Jobim / Vinicius de Moraes)
Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira
Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A er Selo Lado B do Long Playing
Crédito: Quelinho
Maria Creuza 26/02/1944
Nascida no interior da Bahia, mudou-se para Salvador com a família. Foi crooner de conjuntos musicais e trabalhou em emissoras de rádio durante a adolescência, o que rendeu-lhe a fama para obter seu próprio programa na televisão local, Encontro com Maria Creuza. Participou de festivais, em Salvador e no Rio, cantando músicas da dupla Antônio Carlos (com quem se casaria) e Jocafi, e ganhou prêmio de melhor intérprete em 1969. No início da década de 70 apresentou-se ao lado de Toquinho e Vinicius de Moraes, em shows que resultaram em discos. Destaque para o da boate La Fusa, na Argentina, e o disco resultante, um dos mais populares de música brasileira nos países latino-americanos. Maria Creuza era uma das cantoras preferidas de Vinicius, fato que por si só ajudou bastante em sua carreira. Seus discos foram lançados no Brasil, Japão e em diversos países da Europa, onde se apresentou com freqüência em espetáculos e festivais. Com mais de 10 álbuns lançados, continua gravando discos e fazendo shows. Alguns de seus grandes sucessos foram “Festa no Terreiro de Alaketu” (Antônio Carlos Pinto), “Mas que Doidice” (Antônio Carlos/ Jocafi), “Eu Disse Adeus” (Roberto Carlos), “Pois É” (Chico Buarque/ Tom Jobim), “Eu Sei que Vou Te Amar” (Tom/ Vinicius).
Fonte de pesquisa: CliqueMusic
Saiba mais: Wikipédia
Álbum: Pecado
Ano/Gravadora: (1979) RCA Victor 103.0306
Intérprete(s): Maria Creuza
Acervo: Quelinho
Capturada do Áudio: Quelinho
Restauração: Bruxinha (INTERNATIONAL RESTORED LP)
Formato: mp3
Formato: 320 Kbps
Áudio: Ótimo
Fonogramas Lado A
A01. Boleríssimo – (Isolda / Milton Carlos)
A02. Tempo de Voar – (Carlinhos Vergueiro / J. Petrolino / Toquinho)
A03. Café da Manhã – (Roberto Carlos / Erasmo Carlos)
A04. Amora – (Renato Teixeira)
A05. Sonho Meu – (Dona Ivone Lara / Delcio Carvalho)
A06. Começaria Tudo Outra Vez – (Gonzaguinha)
Fonogramas Lado B
B01. Valsa do Bordel – (Toquinho / Vinicius de Moraes)
B02. Folhetim – (Chico Buarque)
B03. Medo de Amar Nº 2 – (Sueli Costa / Tite de Lemos)
B04. Falso Brilhante – (João Bosco / Aldir Blanc)
B05. Graças a Deus – (Fernando César)
B06. De Você Eu Gosto – (Tom Jobim / Aloysio de Oliveira)
Informações Contracapa LP
Arranjadores : Waltel Blanco(Bolerissimo/Falso Brilhante/Começaria tudo Outra vez)
Eduardo Lages (Café da Manhã/Medo de Amar No. 2)
Rildo Hora (Amora/Sonho Meu/Graças a Deus)
Gaya (Valsa do Bordel)
Músicos : Natan, Toquinho,Rildo Hora,Ary Piassarolo, Alceu, Luizão,Wilson das Neves,Everaldo Ferreira,Gilberto D’Avila,Zeca da Cuíca,Leonardo Luz,João Donato,Gilson Peranzzetta,Pinduca,Formiga,Maurilio,Marcio Montarroyos,Edmaciel,Joãozinho,Biju,Jorginho,Aurino,Raymundo Araujo,Edgardo Luiz,Aizik Geller
Fonte de pequisa: Instituto Memória Musical Brasileira
Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing
Crédito: Quelinho
Biografia
Aos dois anos de idade, Maria Creuza mudou-se com a família para Salvador. Ainda adolescente, destacou-se como crooner do grupo ‘es Girls, o que lhe valeu o convite para se apresentar em programas de emissoras de rádio. Ela gravou músicas em inglês, contratada por uma gravadora local e, por quatro anos, comandou o ”Encontro com Maria Creuza” (da TV Itapoan, de Salvador). [saiba mais]
Fonte de pesquisa: Wikipédia
Biografia no: Dicionário Cravo Albin de Música Popular Brasileira
Perfil no: CliqueMusic
Álbum: Maria Creuza
Ano/Gravadora: (1972) RGE 303.0014
Artista(s): Maria Creuza
Participação Especial: Sebastião Tapajos e Pedro Dos Santos
Acervo: Quelinho
Restauração: Quelinho
Formato: mp3
Bitrate: 320 Kbps
Áudio: Ótimo
Fonogramas Lado A
A01. De Onde Vens – (Dori Caymmi / Nelson Motta)
A02. Você Já Foi à Bahia – (Dorival Caymmi)
A03. Eu e a Brisa – (Johnny Alf)
A04. Queixas – (Antônio Carlos Marques / Jocafi)
A05. João Valentão – (Dorival Caymmi)
A06. Mas Que Doidice – (Antônio Carlos Marques / Jocafi)
Fonogramas Lado B
B01. Ossain – (Antônio Carlos Marques / Jocafi / Tavares)
B02. Foi a Noite – (Tom Jobim / Newton Mendonça)
B03. Morena Flor – (Toquinho / Vinicius de Moraes)
B04. Carinhoso – (Pixinguinha / João de Barro)
B05. Insensatez – (Tom Jobim / Vinicius de Moraes)
B06. Você Abusou – (Antônio Carlos Marques / Jocafi)
Fonte de pesquisa: Memória Musical
Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing
Crédito: Quelinho