Inezita Barroso

Lina Pesce – Seus Grandes Sucessos – Vários – (1966)

21/03/2010
Por

capa-site21 - Lina Pesce - Seus Grandes Sucessos - Vários - (1966)

Lina Pesce
Magdalena Pesce Vitale
* 26/1/1926 São Paulo, SP
 + 30/6/1995 São Paulo, SP

Biografia

Compositora. Pianista.

Filha do maestro Giacomo Pesce, com quem teve as primeiras aulas de música. Aos 9 anos editou sua primeira composição, o tanguinho “Quantas vezes”. Em 1933, casou com o editor Vicente Vitale, um dos fundadores da editora Irmãos Vitale. Nessa época mudou para o Rio de Janeiro.

Em terras cariocas, estudou piano com Tomás Terán e solfejo, teoria e harmonia (…)
[Saiba Mais]

Fonte de pesquisa:  Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira

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Veja Informações dos Intérpretes:
Agnaldo Rayol, Elizeth Cardoso, Morgana, Gilberto Alves, Inezita Barroso, Adelaide (Chiozzo), Sivuca, Altamiro Carrilho, Irany Pinto, Gustavo Carvalho “Guaraná” , Pernambuco do Pandeiro, Uccio Gaetta (Não encontrei referências)

Fonte de pesquisa:  Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira

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Álbum: Lina Pesce – Seus Grandes Sucessos
Ano/Gravadora: (1966) Copacabana CLP 11471
Artistado Álbum: Lina Pesce
Artista(s): Vários
Acervo: Quelinho
Restauração: Quelinho
Formato: mp3
Bitrate: 320 Kbps
Áudio: Ótimo

Álbum: Lina Pesce – Seus Grandes Sucessos
Ano/Gravadora: (1966) Copacabana CLP 11471
Artistado Álbum: Lina Pesce
Artista(s): Vários
Acervo: Quelinho
Restauração: Quelinho
Formato: mp3
Bitrate: 320 Kbps
Áudio: Ótimo

Fonogramas Lado A
A01. Se Você Tem Saudades de Mim – (Lina Pesce)
Intérprete(s): Agnaldo Rayol e Sua Orquestra 
Gênero: Samba
A02. Onde Estará Meu Amor – (Lina Pesce)
Intérprete(s):
Gênero: Samba
A03. Era Uma Vez – (Lina Pesce)
Intérprete(s): Morgana, com Osmar Milani e Sua Orquestra
Gênero: Samba
A04. Lua de Mel – (Lina Pesce)
Intérprete(s): Gilberto Alves e Orquestra
Gênero: Valsa
A05. Cantiga (Vela Branca) – (Lina Pesce – Aldemar Tavares)
Intérprete(s): Inezita Barroso e os Titulares do Rítmo
Gênero: Canção (À Capela)
A06. Meu Veleiro – (Lina Pesce)
Intérprete(s): Adelaide Chiozzo, com Acompanhamento de Carlos Matos e Orquestra
Gênero: Toada

Fonogramas Lado B
B01. Bem-te-vi Atrevido – (Lina Pesce)
Intérprete(s): Sivuca e Seu Conjunto
Gênero: Chorinho
B02. Nas Horas de Sonho* – (Lina Pesce – Lydia Pesce)
Intérprete(s): Altamiro Carrilho e seu Conjunto de Solista
Gênero: Bolero
B03. Corruira Saltitante – (Lina Pesce)
Intérprete(s): Irany Pinto (Solo de Volino), com Orquestra
Gênero: Chôro
B04. Quisera – (Lina Pesce)
Intérprete(s): Gustavo Carvalho “Guaraná” e Sua Orquestra
Gênero: Bolero
B05. Pintalsigo Apaixonado – (Lina Pesce)
Intérprete(s): Pernambuco do Pandeiro e seu Conjunto
Gênero: Bolero
B06. Baião Concertante – (Lina Pesce)
Intérprete(s): Uccio Gaetta, com Orquestra de Antonio Sergi
Gênero: Baião

Fonte de pesquisa:  Instituto Memória Musical Brasileira
Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing

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Crédito: Quelinho

Inezita Barroso – Eu Me Agarro Na Viola – (1960)

08/02/2010
Por

Inezita Barroso - Eu Me Agarro Na Viola - (1960)

Inezita Barroso

Inezita Barroso( nome artistico), pseudônimo de Ignez Magdalena Aranha de Lima (São Paulo, 4 de março de 1925)hoje com 84 anos é uma cantora, atriz, instrumentista, folclorista, professora e apresentadora de rádio e televisão brasileira, atuando também em shows, discos, cinema e teatro. [Saiba mais]

Fonte de pesquisa: Wikipédia

Visite Site Oficial: Inezita Barroso

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Texto Contracapa

Quando ouvi Inezita pela primeira vez, isto já há alguns anos, até falei sozinho, coisa que rarìssimamente faço. Falei para meus botões: “Aqui está uma autêntica revelação! Quanta personalidade! Quanto poder de expressão!”. Eu pensei: esta Artista levará o folclore brasileiro, tão mal recebido pelos discófilo, s a música sertaneja, de público tão restrito, a todos os públicos. E não me enganei.

Outra coisa que rarìssimamente faço como bom caipira tieteense que sou também fiz: na primeira oportunidade procurei ficar conhecendo pessoalmente a Inezita. Não sei se ele se lembra, mas foi no palco da “Cidade do Rádio” que lhe fui apresentado. De lá para cá minha admiração por Inezita cresce de disco para disco, outra coisa que rarìssimamente acontece. As carreiras de quase todos os artistas são cheios de altos e baixos, mas a de Inezita não, Pelo contrário: ela só não se supera porque isto não é possível.

Ainda sobre o agradabilíssimo impacto do “Canto da Saudade”, recebo a incumbência, para mim sobremodo honrosa, de escrever esta contra-capa.

Neste LP os discófilos encontram uma Inezita 100 % simplicidade, 100 % autenticidade, 100 % sertanice, pois os acompanhamentos foram feitos apenas com viola – numa face – e violão, na outra. Inezita, que sempre foi a mais brasileira dos nossos artistas, aqui está estupendamente BRASIL!

Mas como Inezita é uma folclorista genuína, vou passar-lhe a palavra, muito mais autorizada que a deste pobre comentarista de discos.

“Eu me Agarro na Viola” é a “Tirana de Vila Nova”, motivo popular baiano, recolhido e adaptado por Waldemar Henrique. Como ninguém êste trabalho como “Tirana de Vila Nova”, resolvi mudar seu nome para “Eu me Agarro na Viola”, pois é assim que sempre me pedem.

“Moda da Onça”. Esta moda foi recolhida em Itapecerica da Serra, em 1940. É a descrição de uma caçada de onça, num estilo bem paulista, com acompanhamento de viola. Pois, apesar disso, acredito que sua origem seja baiana, pelos termos típicos que encerra: “O que é lá, minino?”, “Num é nada, não”, “Eu trepei no pau”, “sezão”, “repetição” etc. De qualquer forma, não deixa de ser deverás original essa “Moda”, misturada como está.

O “Bonde Camarão”, de Mariano da Silva e Cornélio Pires, encerra uma sátira ao trambolho inventado pelo ”amigo da onça” para desmantelar os calçamentos ou para transportas micróbios, desde o batedor de carteiras ao pròpriamente dito.

“Meu Baralho” de Edvina de Andrade, também encerra muito espírito sertanejo. Sôbre a “Moda do Boi Amarelinho” ou a “a Mula Preta”, ambas de Raul Torres, também não há necessidade de falar.

Sôbre os outros trabalhos integrantes deste microssulco Inezita não acha necessário prestar nenhum esclarecimento, e com razão, pois quem é que não sabe o teor de “Leilão” de Hekel Tavares e Joracy Camargo, o tema de “A Voz do Violão”, de Francisco Alves e Horácio Campos ou da “Canção da Guitarra” de Marcelo Tupinambá e Aplecina do Carmo”.

Em “Urutáu” – Inezita agarra sai viola, tira um ponteado à moda do bom Camargo e nos oferece essa deliciosa página de Lamartine Paes de Barros Machado, sobre temos do oeste paulista.

Luiz Vieira, outro artista medularmente brasileiro, escreveu uma página muito interessante, que batizou de ”A Trôco de Que?

E, no mais, quem sou eu para falar a respeito de Inezita Barroso?

MAURO PIRES
Comentarista de discos dos programas “Você Sabia”?, “Café com Música” e “Eles e Elas em LP”, da Rádio Tupi de São
Paulo; do programa “Discos em Mesa Redonda”, da Rádio Difusora São Paulo e da revista “Radiolândia”

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Álbum: Eu Me Agarro Na Viola
(1960) Copacabana CLP 11143
Artista(s): Inezita Barroso

  • Acompanhamento da própria Inezita Barroso, ora com Violão, ora com Viola

Acervo: Paulo Lucio
Captura Áudio: Paulo Lucio
Editado por: Paulo Lucio
Formato: mp3
Bitrate: 160 Kbps
Áudio: Ótimo

Fonogramas Lado A
A01. Eu Me Agarro na Viola (Tirana de Vila Nova) – (Tradicional / Rec. Waldemar Henrique)
A02. Urutáu – (Lamartine Paes de Barros Machado)
A03. Canção da Guitarra – (Marcelo Tupinambá / Aplecina do Carmo)
A04. Meu Baralho – (Edvina de Andrade)
A05. A Troco de Que – (Luis Vieira)
A06. Moda da Mula Preta – (Raul Torres)

Fonogramas Lado B
B01. Moda do Bonde Camarão – (Mariano da Silva / Cornélio Pires)
B02. A Voz do Violão – (Francisco Alves / Horácio Campos)
B03. Moda da Onça – (Tradicional / Rec. Inezita Barroso)
B04. Moda do Boi Amarelinho – (Raul Torres)
B05. Leilão – (Hekel Tavares / Juraci Camargo)

Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira
Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long-Playing

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Créditos: Paulo Lucio

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