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Agnaldo Timóteo – Sucessos de Ouro (1975) Resenha do Álbum Mineiro de Caratinga, Agnaldo Timóteo iniciou sua carreira cantando em programas de calouros na rádio local e também em Governador Valadares e Belo Horizonte, onde tornou-se conhecido como “o Cauby Peixoto mineiro”. Mudou-se depois para o Rio de Janeiro, onde tornou-se motorista particular da cantora Ângela Maria, prosseguindo em paralelo sua carreira de cantor, e ingressando aos poucos nos meios musicais. Em disco, Agnaldo estreou na Caravelle (Consórcio Eletro Musical), em 1963, interpretando o samba-canção “Sábado no morro” e o rock-balada “Cruel solidão”. Mas foi em sua gravadora seguinte, a Odeon, que ele passou a colecionar sucessos sobre sucessos. Doze deles estão nesta coletânea da série “Sucessos de ouro”, que agora o Baú de Long Playing lhe oferece. Começando com o pé direito, tem “Meu grito”, composição do então rei da juventude (e depois da MPB) Roberto Carlos, coqueluche absoluta em 1967. Originalmente saiu no LP “Obrigado, querida”, do qual também foram extraídas as versões “Os verdes campos da minha terra” (standard do country americano, e uma das músicas favoritas do próprio Agnaldo) e “Mamãe, estou tão feliz”, originalmente uma canção napolitana, faixa de encerramento da coletânea. Uma “modinha do velho tempo” aqui comparece, a famosa “Quem sabe?” (‘tão longe, de mim distante “…) composta em 1859 pelo campineiro Antônio Carlos Gomes com versos de Bittencourt Sampaio, sendo a gravação de Agnaldo de 1969 (álbum “Agnaldo Timóteo comanda o sucesso”). Desse mesmo disco é “Eu vou sair para buscar você”, de Cláudio Fontana e Nélson Ned. “A hora do amor”, no original, chama-se “Homburg”, e foi hit do grupo britânico Procol Harum. Timóteo lançou a versão em 1968 no álbum “O sucesso é Agnaldo Timóteo”. “Fumaça nos olhos”, versão de Nazareno de Brito para o clássico “Smoke gets in your eyes”, já havia sido gravada por Tito Madi na Continental, em 1959, e o registro de Timóteo é de um compacto duplo de 1970. A interpretação dele para o standard lusitano ‘Foi Deus” foi pinçada do álbum “O sucesso e o astro”, de 1967, de onde também saiu “Quem será”, dos “hitmakers” Jair Amorim e Evaldo Gouveia. Do álbum “O intérprete”, de 1970, foram extraídas a versão “Simplesmente adeus” e a reinterpretação de Timóteo para “Minha casa”, de Joubert de Carvalho. Para terminar, tem uma das músicas favoritas do repertório do Timóteo: “Os brutos também amam”, da dupla Roberto & Erasmo Carlos, hit absoluto em 1972, e faixa-título e de abertura do LP de mesmo nome. Enfim, uma pequena amostra do trabalho de Agnaldo Timóteo, atualmente exercendo seu segundo mandato de vereador no município de São Paulo, felizmente sem deixar de cantar. Samuel M. Filho |
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| Álbum: Sucessos de Ouro Ano/Gravadora: (1975) Coronado/EMI-Odeon SC 10039 Artista(s): Agnaldo Timóteo Acervo: Carlão Editado por: Carlão Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo |
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| Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira
Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing Crédito: Carlão |
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Álbum: Comanda o Sucesso
Álbum: Obrigado Querida (Estéreo)






