Agepê

Agepê – Agepê (1987)

26/04/2012
Por

Agepê – Agepê (1987)

Resenha do Álbum

E ele voltou! Mais uma vez o Baú de Long Playing traz de volta o grande e inesquecível sambista Agepê (Rio de Janeiro, 1942-idem, 1995), que deixou um legado importantíssimo para a história do samba e, por extensão, da música popular brasileira. Este foi seu décimo primeiro álbum de carreira, e o primeiro para a Philips/Polygram, hoje Universal Music, após passagem pela Som Livre. Agepê segue a linha de seus trabalhos anteriores, assinando a maioria das músicas aqui presentes (sete), entre elas “Dona do meu ser” e “Louca”, que mantêm o estilo de seu grande hit “Deixa eu te amar”, de três anos antes (afinal, nunca se mexe em time que está ganhando, e Agepê sabia disso mais do que ninguém). Seus parceiros nessas músicas são o inseparável Canário, Beto Correia, David Correia (seria irmão do Beto?) e Serafim Adriano. O cardápio inclui obras de outros compositores de prestígio, como a parceria Edil Pacheco-Paulo César Pinheiro (“Ilê ayê”), este último viúvo da cantora Clara Nunes, que também assina outra faixa deste disco, “Nossa cachaça”, em parceria com Ivor Lancelotti, cujo maior sucesso como autor é “Abandono” (“Se voltar não faça espanto / Cuide apenas de você”…), originalmente gravado por Eliana Pittman, porém mais lembrado no registro posterior de Roberto Carlos. Odibar Moreira da Silva, que assina “Água do poço” com Efson (eles também fizeram juntos “Brilha pra mim”, hit de Jorge Aragão), tem várias músicas de sucesso em parceria e na interpretação de Paulo Diniz (“Quero voltar pra Bahia”, “Pingos de amor”, “Canseira”, “Ponha um arco-íris na sua moringa”, “Um chope pra distrair”). Com mais de 40 anos de carreira, membro da diretoria do Bloco Samba Brilha (Cinelândia, Rio) e funcionário público aposentado, Odibar morreu desconhecido e no anonimato (como, aliás, muitos de nossos compositores populares) em junho de 2010, e estava então no Retiro dos Artistas. O mineiro (e belorizontino) Toninho Geraes (pseudônimo de Antônio Eustáquio Trindade Ribeiro), coautor de “Devastação”, tem mais de duzentas composições na bagagem, oito delas gravadas por Agepê, e as demais por outros grandes nomes do samba como Martinho da Vila e Zeca Pagodinho. O pernambucano (e recifense) Romildo Souza Bastos, falecido em 1990 aos 48 anos de idade, aqui comparece com “São Jorge da Costa da Mina”, parceria com Sérgio Fonseca. Enfim, Agepê estreou com o pé direito na Philips/Polygram, e gravaria mais quatro álbuns nessa marca: “Canto pra gente cantar” (1988), sem título (1990), “Cultura popular” (também de 1990) e “Me leva” (1992). Encerraria sua carreira fonográfica na Warner, em 1994, com o CD “Feliz da vida”.

Samuel M. Filho

 Álbum: Agepê
Ano/Gravadora: (1987) Polygram 834 078-1
Artista(s): Agepê
Acervo: Carlão
Editado por: Carlão
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo
 Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo lado A e Selo Lado B do Long Playing

Crédito: Carlão

Fonogramas Lado A
A01. Dona do Meu Ser (Provar do Seu Baton) – (Agepê / Canário / Beto Correia)
A02. Um Grande Amor Nunca Termina – (Agepê / Chiquinho Fabiano / David Correia)
A03. Ilê Ayê – (Edil Pacheco / Paulo César Pinheiro)
A04. Primeiro Beijo – (Agepê / Canário / Beto Correia)
A05. Nossa Cachaça – (Ivor Lancellotti / Paulo César Pinheiro)
A06. Água do Poço – (Odibar / Efson)
Fonogramas Lado B
B01. Louca – (Agepê / Canário / Beto Correia)
B02. Devastação – (Toninho Gerais / Naval / G. Martins)
B03. A Procura da Flor – (Agepê / Canário / Beto Correia)
B04. Mundo de Cimento – (Agepê / Serafim Adriano)
B05. São Jorge da Costa da Mina – (Romildo Bastos / Sergio Fonseca)

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Agepê – Me Leva (1991)

14/04/2012
Por

Agepê – Me Leva (1991)

Álbum: Me Leva
Ano/Gravação: (1991) PHILIPS 510 848-1
Artista(s): Agepê
Acervo: Joaquim Rangel
Editado por: Carlão
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo

Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo lado A e Selo Lado B do Long Playing

 Crédito: Joaquim Rangel
Fonogramas Lado A
A01. Me Leva – (Toninho Gerais / Serginho Beagá)
A02. Segredo de Amor – (Agepê / Léo Vinicius / Roberto Lopes)
A03. Cama e Mesa – (Roberto Carlos / Erasmo Carlos)
A04. De Amor É Bom – (João Nogueira / Edil Pacheco)
A05. Deixa a Alegria Te Levar – (Agepê / Vilani Silva “Bombril” / Canário)
Fonogramas Lado B
B01. Explode – (Antônio José)
B02. Minha Cachaça – (Léo Vinicius / Davi do Bonde)
B03. Feito de Encomenda – (Luis Moreno)
B04. Ternura de Fato – (Agepê / Léo Vinicius / Canário)
B05. A Tua Presença – (Agepê / Luis de Oliveira / Canário)

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Agepê – Moro Onde Não Mora Ninguém (1983)

18/11/2011
Por

Agepê – Moro Onde Não Mora Ninguém (1983)

Resenha do Álbum

Aqui está o registro de um promissor início de carreira: o de Antônio Gílson Porfírio, de cujas iniciais surgiu o nome de guerra que o consagrou: Agepê (Rio de Janeiro, 1942-1995). No início de 1975, ele explodiu nas paradas de sucesso de todo o Brasil com “Moro onde não mora ninguém”, seu compacto simples de estréia. E a música deu título justamente a seu primeiro álbum, que agora o Baú de Long Playing lhe oferece para sua diversão e saudade. Aqui estão outros hits de quilate: “Lá vem o trem”, “A dança do meu lugar”, “Moça criança”, “‘Sete domingos” (também gravada pela cantora Sônia Lemos, creio que antes de Agepê) e “Todo prosa”, lado B do compacto da faixa-título (cortado pela Warner na reedição em CD da série Dose Dupla, conforme informação também aqui postada). Sete músicas são do próprio Agepê em parceria com o músico Canário, s eu “braço direito” de então, as demais de outros autores, entre eles os renomados Romildo Bastos e Toninho Nascimento, que aqui comparecem com “Canto do engenho novo”. Enfim, um álbum que registra e documenta um promissor e explosivo registro de carreira. Agepê continuaria sua trajetória artística com coerência e sucesso até falecer, aos 52 anos, de cirrose hepática

Samuel M. Filho

Álbum: Moro Onde Não Mora Ninguém
Ano/Gravadora: (1983) Continental 0.46.411.093 (Popular)
Outras Edições: (1975) Continental 1.01.404.117
Dados adicionais:  Reeditado em CD, dentro da coleção ”Dose Dupla”, sendo que a música ”Todo Prosa” ficou de fora
Obs: Os fonogramas B02. De Corpo e Alma (A Palhoça) e B03. Mudança Do Vento – foram efetuados alguns cortes e emendas – ficaram com uma edição razoável
Artista(s): Agepê
Acervo: Carlão
Editado por: Carlão
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Bom

Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing

Crédito: Carlão

Fonogramas Lado A
A01. Lá Vem o Trem – (Agepê / Canário)
A02. Jogue Alegria Em Sua Vida – (Mita)
A03. Jeito de Tatuagem – (Bira / Catoni)
A04. Moça Criança – (Agepê / Canário)
A05. Sete Domingos – (Agepê / Canário)
A06. Moro Onde Não Mora Ninguém – (Agepê / Canário)
Fonogramas lado B
B01. A Dança do Meu Lugar – (Agepê / Canário)
B02. De Corpo e Alma (A Palhoça) – (Vilela / Emegê)
B03. Mudança Do Vento – (Agepê / Canário)
B04. Canto do Engenho Velho – (Romildo Bastos / Toninho Nascimento)
B05. Todo Prosa – (Agepê / Canário)

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Agepê – Tipo Exportação (1978)

19/10/2011
Por
Agepê – Tipo Exportação (1978)

Resenha do Álbum

E aqui temos de volta o saudoso Agepê, agora no terceiro álbum de sua carreira. Como você vai perceber pela ficha técnica, os músicos que fazem os acompanhamentos são de primeríssimo time, a começar pelo arranjador e regente Waltel Branco, paranaense de Paranaguá e que escreveu vários temas instrumentais para as aberturas das novelas da TV Globo. Ele está também no violão e na viola. Sivuca no acordeão dispensa quaisquer apresentações, e estava de volta ao Brasil após quinze anos de permanência nos EUA. Temos ainda Lincoln Olivetti, tecladista consagrado que trabalhou até com Roberto Carlos, o gaitista Maurício Einhorn, carioca filho de poloneses, Horondino Silva, o Dino Sete Cordas, Zé Menezes, Chico Batera na percussão, o ótimo baterista Picolé, o baixista Luizão (que tocou até com Elis Regina, assim como Chico Batera e Picolé)… Enfim, um timaço de grandes e notáveis músicos abrilhantando o terceiro trabalho do Agepê. Ele e seu inseparável parceiro Canário assinam cinco músicas deste disco, entre elas “Operário Pedrão” (o título deve ser uma referência ao concurso Operário Padrão, até bem pouco tempo promovido pelo Sesi em parceria com o jornal carioca “O Globo”), “A musa dos heróis” e “Dia de graça”. “A bandeira de Vilma” é certamente uma homenagem àquela lendária porta-bandeira da Portela, que também inspirou “O conde”, de Evaldo Gouveia e Jair Amorim, hit de Jair Rodrigues de 1969. Wilson Moreira e Ney Lopes, seus autores, têm vários sucessos gravados, entre eles “Coisa da antiga”, com Clara Nunes (1977). Ary do Cavaco, autor de hits como “Nó na cana” e “Reunião de bacana” (“Se gritar pega ladrão, não fica um, meu irmão”…) aqui comparece com “Prece a padim Ciço”, aliás o padre Cícero é até hoje venerado no Nordeste. Romildo e Toninho Nascimento, outra dupla de sambistas consagrados, vem com “Morena da cor da Bahia”. Quanto ao coro, a curiosidade é a presença de Ro berto Quartin. Ele foi proprietário, nos anos 1960, da gravadora Forma, que produzia MPB de alta qualidade, e era fã incondicional de Frank Sinatra, chegando a ter um completíssimo acervo a respeito do cantor americano, inclusive com registros sonoros inéditos. Sônia Burnier, por sua vez, gravou o tema de abertura da novela “Te contei?”, sucesso da Globo em 1978. Enfim, vamos nos divertir e matar mais uma vez as saudades que o grande Agepê nos deixou.
Samuel M. Filho
Álbum: Tipo Exportação
Ano/Gravadora: (1978) Continental 1.01.404.172
Artista(s): Agepê
Dados Adicionais:
- Arranjos e Regências – Waltel Branco
- Bateria e Rontontons: Picolé -
- Baixo: Luizão, Sergio Barroso e Aldo Vale
- Violão 7 Cordas: Dino e Waldyr
- Cavaco – Carlinhos e Zé Menezes
- Vibrafone e Percussão – Chico Batera
- Surdo – Gordinho
- Tumbadoras: Jair, Hermes, Geraldo
- Ritmos: Luna, Elizeu, Marçal, Bertelau, Nenem da Cuíca, Pedro Sorongo e Nelsinho.
- Flautas: Ricardo Pontes e João Camillo
- Acordeon – Sivuca
- Oberheimer – Lincoln Olivetti
- Violinos: Pareschi, Vidal, Hack e De Lana.
- Viola: Penteado e Macedo
- Cellos: Alceu e Iberê
- Arregimentação Das Cordas: Paschoal Perrota
- Gaita: Mauricio Einhorn
- Coro: Sonia Burnier, Angela Viana, Evelynm Lillian, Dinorah, Euridice, Zélia, Edgardo, Jayme, Gelson, Jeferson e Roberto Quartin.
- Arranjos vocais – Raymundo Bittencourt
Acervo: Quelinho
Editado por: Quelinho
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo
Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Encartes, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing
Crédito: Quelinho
Fonogramas Lado A
A01. Mundo Bom – (Agepê / Canário)
A02. Eu e a Violinha – (Agepê / Canário)
A03. Samba Yoyô – (Wilson Moreira / Nei Lopes)
A04. A Bandeira de Vilma – (Catoni / Bira)
A05. Prece a Padim Ciço – (Ari do Cavaco)
Fonogramas Lado B
B01. Operário Pedrão – (Agepê / Canário)
B02. A Musa dos Heróis – (Agepê / Canário)
B03. Dia de Graça – (Agepê / Canário)
B04. Um Samba no Baú – (Jovenil Santos / Barros Filho)
B05. Morena da Cor da Bahia – (Romildo Bastos / Toninho Nascimento)
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Agepê – Agepê (1977)

14/10/2011
Por
Agepê – Agepê (1977)
Reseha do Álbum
Foi das iniciais de seu nome (Antônio Gilson Porfírio, 1942-1995) que o carioca Agepê tirou seu nome artístico. Técnico projetista da extinta Telerj, empresa de telefonia carioca, abandonou esse emprego para se dedicar à música. Integrou a ala de compositores da Escola de Samba Portela, e  também incluía em seus discos ritmos como agerê, ijexá e baião. Ao longo da carreira, entre LPs e CDs, lançou 14 álbuns, e seu primeiro sucesso foi  “Moro onde não mora ninguém”, em 1975. Eis Agepê em seu segundo LP, que a Continental pôs nas lojas dois anos mais tarde. Aqui, ele assina seis  composições em parceria com seu “braço direito”, Canário. As duas primeiras faixas, “Menina de cabelos longos” e “Ela não gosta de mim” foram sucessos absolutos de execução radiofônica, e a primeira ainda se beneficiou de sua inclusão na trilha sonora da novela “Duas vidas”, da Rede  Globo de Televisão, escrita por Janete Clair, então conhecida por “maga das oito” pelos expressivos índices de audiência que seus trabalhos  obtinham nessa faixa de horário (20 horas). Agepê era adepto de um estilo então conhecido como “sambão jóia”, com letras românticas e sensuais,  no qual faria escola, e que foi precursor do pagode dos anos 1980/90. Outro hit deste disco é “Jeito de felicidade”, mas as outras faixas merecem  também ser ouvidas. Um precioso documento dos primeiros anos de carreira do grande Agepê, que sem dúvida deixou sua marca no cenário do samba brasileiro com hits do porte de “Deixa eu te amar”, este lançado sete anos depois do trabalho aqui em foco. Seu último álbum foi o CD “Feliz  “da vida”, lançado um ano antes de sua morte, em 1994.
Samuel M. Filho
Álbum: Agepê
Ano/Gravadora: (1977) Continental 1.01.404.145
Artista(s): Agepê
Outras Edições: Alvorada 2.07.405.272
Dados adicionais: • Reeditado em CD, dentro da coleção ”Dose Dupla”, sendo que a música ”Na Sombra da Lua” ficou de fora
Acervo: Evangelista / Editado por: Paulo Lucio
Editado por: Paulo Lucio
Dormato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo
Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing
Crédito: Evangelista
Fonogramas Lado A
A01. Menina dos Cabelos Longos – (Agepê / Canário)
A02. Ela Não Gosta de Mim – (Romildo Bastos / Toninho Nascimento)
A03. Na Onda do Jornal – (Agepê / Canário)
A04. Malungo – (Catoni / Joel Menezes)
A05. Um Amanhã Feliz – (Jovenil Santos / Barros Filho)
A06. Novo Sol – (Agepê / Canário)
Fonogramas Lado B
B01. Jeito de Felicidade – (Agepê / Canário)
B02. Lenda Nagô – (Joel Menezes / Noca da Portela)
B03. Cahina-tiben – (Agepê / Canário)
B04. Devagar Também É Pressa – (Mita / Wilson Medeiros)
B05. Na Sombra da Lua – (Agepê / Canário)
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