Meu Irmão, Dedé, um dia na eternidade encontraremos seu Sobrinho. Nossos Sentimentos
Meu Irmão, Dedé, um dia na eternidade encontraremos seu Sobrinho. Nossos Sentimentos
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Álbum: Te Amarei Toda Vida |
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Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing |
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| Crédito: GENESYSTUDIO | |||||
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Álbum: Paixão Acesa
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Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing |
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| Crédito: Paulo Lucio | |||||
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Linda Ronstadt – Boleros y Rancheras (1994) Resenha do Álbum Quem não se lembra da americana Eydie Gormé interpretando boleros com o Trio Los Panchos? Pois bem: o Baú de Long Playing foi buscar nos anos 1990 (que já estão ficando cada vez mais distantes) uma compilação de boleros e canções rancheiras interpretados por outra estrela da canção americana: Linda Susan Marie Ronstadt. Nascida em Tucson, no estado do Arizona, em 15 de julho de 1946, iniciou sua carreira no disco em meados da década de 1960, interpretando músicas folclóricas com seu grupo The Ride Poneys, partindo para a carreira-solo em 1969. Embora cognominada “Rainha do Rock” e “Primeira Dama do Rock”, seus estilos vocais e musicais variados a popularizaram ao longo de mais de 40 anos de carreira, e lhe renderam inúmeros prêmios, como o Grammy, o Emmy Award e o ALMA. Uma das mais versáteis e bem-sucedidas intérpretes americanas, Linda é reconhecida por seu público pelas suas muitas fases de auto-reinvenção. Sua discografia inclui mais de 30 álbuns-solo, mais de 15 coletâneas e colaborações com diferentes artistas em mais de 120 outros álbuns. Este aqui é certamente uma compilação extraída de seus LPs “Canciones de mi padre” (1987), “Más canciones” (1991) e “Frenesi” (1992), cuja faixa-título também está aqui presente. Linda demonstra toda sua versatilidade de intérprete em clássicos do bolero (“Piel canela”, “Perfídia”, “Quiereme mucho”, “Te quero, dijiste”) e da rancheira mexicana (“Tu, solo tu”, “La cigarra”, “Dos arbolitos”), estes últimos muito divulgados no Brasil principalmente em gravações do mexicano (é claro) Miguel Aceves Mejía (uy, uy, uy, uy, uy!). E Linda também faz bonito nessa área, comprovando ser uma cantora muitíssimo capaz de se reinventar, de superar a si própria. Aos 65 anos, Linda continua em franca atividade, e seu último trabalho em disco data de 2004. Samuel M. Filho |
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| Álbum: Boleros y Rancheras Ano/Gravadora: (1994) SOM LIVRE 407.0192 Artista(s): Linda Ronstadt Acervo: Joaquim Rangel Editado por: Carlão Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Bom |
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| Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long PlayingCrédito: Joaquim Rangel | |||||
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Miguel Proença – Valsas Brasileiras (1988) Miguel Proença Pianista de renome internacional, Miguel Proença é um artista em permanente evidência no meio musical Fonte de pesquisa: Miguel Proença |
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| Álbum: Valsas Brasileiras Ano/Gravadora: (1988) ARSIS 992 732 Artista: Miguel Proença Acervo: GENESYSTUDIO Editado por: GENESYSTUDIO Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo Obs: O Lançamento deste disco se insere no contexto das comemorações do 180º aniversário do Banco do Brasil. |
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Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing Acervo: GENESYSTUDIO |
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Alceu Valença – Cinco Sentidos (1981) Resenha do Álbum O Baú de Long Playing nos apresenta hoje um dos mais expressivos trabalhos de um apreciadíssimo compositor e cantador nordestino: Alceu Paiva Valença. Pernambucano de São Bento do Una, cidade nos limites do sertão com o agreste, Alceu começou a envolver-se com a música ainda na infância, através dos cantadores de feira de lá da sua terra. Sempre foi fã de Luiz Gonzaga, Marinês e Jackson do Pandeiro, e seu pai, Paulo Alves Valença, era violeiro e cantador. Mudou-se para o Recife aos dez anos de idade, ali mantendo contato com a cultura urbana, ouvindo Orlando Silva, Dalva de Oliveira e ícones internacionais da primeira geração do rock, tais como Little Richard e Ray Charles. Advogado e jornalista, tendo sido inclusive correspondente do “Jornal do Brasil”, Alceu desistiu dessas profissões e optou pela música. Em 1971, foi para o Rio de Janeiro com seu amigo e incentivador Geraldo Azevedo, e um ano mais tarde ambos gravam juntos um LP na Copacabana, estreando assim em disco. Em 1974, gravou seu primeiro álbum-solo, pela Som Livre, “Molhado de suor”, e participou do filme “A noite do espantalho”, dirigido por Sérgio Ricardo (aquele que quebrou o violão no festival da Record de 1967 lembram?). Em 1980, Alceu transferiu-se para a recém-fundada sucursal brasileira da gravadora alemã Ariola, e lançou o primeiro LP brasileiro dessa marca, “Coração bobo”, com sucesso extraordinário e definitiva consagração em todo o país. Um ano mais tarde, lançou este segundo álbum para a marca alemã (que depois afastou-se do Brasil, vendendo o cast à Polygram, hoje Universal Music), este mesmo que o Baú de Long Playing he oferece para sua apreciação: “Cinco sentidos”. Neste, como em outros, é nítida a influência da música regional de seu Nordeste, com elementos do rock e do pop (guitarra, baixo elétrico, sintetizadores). As faixas de maior destaque foram “Cabelo no pente”, um xote que relembra o tema do “pisa na fulô”, tão bem tratado por João do Valle nos anos 1950, e “Fé na perua”, que faz referência a outro grande nome da música nordestina, Ary Lobo, e a um hit seu de 1960, “Eu vou pra lua”. Ao todo, nove faixas marcantes em um trabalho marcante e explosivo do beato, romântico e multifacetado Alceu Valença, certamente uma figura singular, única, em nossa música. Sua carreira vitoriosa inclui mais de 30 álbuns, sozinho ou com a colaboração de outros colegas, caso de Elba Ramalho, Geraldo Azevedo e Zé Ramalho, com quem participou, em 1996, de uma série de shows intitulada “O grande encontro”, que percorreu todo o Brasil e foi registrada em disco. Outros sucessos de Alceu são “Vou danado pra Catende” (com fragmentos do poema “O trem das Alagoas”, de Ascenso Ferreira), “Tropicana” (“Morena tropicana, eu quero o teu sabor”…), “Anunciação”, “Como dois animais” e “Ruge carmim” (que ele diz, nessa composição, ser a cor do pecado). Em julho de 2003, Alceu foi agraciado com o Prêmio Tim de Música Brasileira, categoria de melhor cantor regional, pelo CD “De janeiro a janeiro”. E é impossível esquecer sua participação na primeira versão do festival Rock in Rio, em 1985, com direito até a repente com resposta positiva do público presente. Seu último trabalho em disco até agora é o CD “Ciranda mourisca”, lançado em 2009 pela Biscoito Fino. Enfim, um artista arrebatador, cheio de energia e talento, que sempre merece nossos aplausos! Samuel M. Filho |
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| Álbum: Cinco Sentidos Ano/Gravadora: (1981) ARIOLA 201 622 Artista(s): Alceu Valença Acervo: Carlão Editado por: Carlão Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo |
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| Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical BrasileiraFonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing
Crédito: Carlão |
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Há muito abandonamos as postagens de música caipira, mas depois de efetuar a postagem do LP – Poly, com solo de clássicos do cancioneiro da roça, do sertão, bateu uma saudade danada. Com a compreensão dos visitantes, voltamos a efetuar postagens da autentica música caipira.
Álbum: As Melhores de Duo Glacial
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| Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing | |||||
| Crédito: Paulo Lucio | |||||
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Álbum: Choro, Aos Mestres, Com Ternura
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| Fonte de pesquisa: Discos do Brasil
Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing |
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| Crédito: GENESYSTUDIO | |||||
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Vários – CHORO, Aos Mestres, Com Ternura (1987) Resenha do Álbum O choro, que também é conhecido popularmente como chorinho, é tido como a primeira música popular urbana típica do Brasil. Surgiu no Rio de Janeiro, em meados do século XIX, sendo ainda hoje apreciado e executado tanto por grupos tradicionais (regionais e rodas de choro) como por músicos de outras origens. Não se caracteriza por um ritmo específico, mas pela maneira de executá-lo, com muitas improvisações e ornamentos. Os compositores desse gênero baseiam-se em inúmeros outros ritmos: maxixe, polca, valsa, samba… E a principal característica apreciada no choro é o virtuosismo e a capacidade de improvisação de seus executantes, os “chorões”. Existe até, coisa que pouca gente sabe, o Dia Nacional do Choro, comemorado a 23 de abril, data do nascimento de um dos maiores mestres do gênero, o grande Pixinguinha (Rio de Janeiro, 1897-idem, 1973). Em dezembro de 1987, o pesquisador José Silas Xavier, mais tarde colaborador do selo Revivendo, produziu um show a presentado no auditório do Memorial JK, em Brasília, a Capital da República, reunindo músicos de quilate: Alencar 7 Cordas, José Américo de Oliveira Mendes, Nivaldo Francisco de Souza, Pinheirinho, Chico de Assis e Fernando Henrique Machado, entre outros. Gravado ao vivo pela FENAB (Federação das Associações Atléticas Banco do Brasil), o espetáculo é uma verdadeira homenagem-tributo aos grandes nomes do choro: Chiquinha Gonzaga (“Não se impressione”), Callado (“Valsa para flauta”, “Ernestina”), Irineu “Batina” de Almeida (“Qualquer coisa”), por sinal professor de flauta de Pixinguinha (“Miúdo”), Ernesto Nazareth, Juca Kalut, e até mesmo músicos eruditos que incursionaram pelo choro, com resultados interessantes, caso de Francisco Mignone e Heitor Villa-Lobos. Sinhô, o “rei do samba”, aparece com “Kananga do Japão”, uma homenagem à agremiação sócio-cultural que existia no Rio de Janeiro, e da qual até o jornalista Adolpho Bloch era freqüentador assíduo na mocidade (não por acaso, houve uma novela da extinta TV Manchete, que pertencia a Adolpho Bloch, com o mesmo nome). Enfim, um álbum duplo dedicado com a máxima ternura não só aos mestres do choro, como também àqueles que apreciam a mais autêntica música brasileira. Deliciem-se… Samuel M. Filho |
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| Álbum: CHORO, Aos Mestres, Com Ternura Artista(s): Diversos Instrumentistas (ver Músicos) Característica: instrumental Gravadora: (1987)FENAB 116 Produtor: José Silas Xavier Observação: Álbum duplo. Gravado no auditório do Memorial JK, em Brasília (DF), em dezembro de 1987 Acervo: GENESYSTUDIO Editado por: GENESYSTUDIO Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo |
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| Fonte de pesquisa: Discos do Brasil Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing
Crédito: GENESYSTUDIO |
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Maria Creuza – Poético (1982) Álbum: Poético |
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| Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira
Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing |
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| Crédito: Carlão | |||||
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POSTAGEM ESPECIAL Álbum: Hooked On SWING Fonogramas Lado A Fonogramas Lado B
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| Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing
Crédito: GENESYSTUDIO |
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| Downloads: Mediafire |
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Ângelo Apolônio ”Poly” – Poly (1977) Resenha do Álbum Hoje o Baú de Long Playing nos leva ao encontro de um de nossos maiores instrumentistas (alias multi-instrumentistas: Ângelo Apolônio, o Poly (São Paulo, 1920-idem, 1985). Ele demonstrava habilidade com as Samuel M. Filho |
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| Álbum: Poly Ano/Gravadora: (1977) CHORORÓ LPC. 197 Artista: Ângelo Apolônio ”Poly” Acervo: GENESYSTUDIO Editado por: GENESYSTUDIO Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo |
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| Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long PlayingCrédito: GENESYSTUDIO | |||||
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Maria Creuza – Da Cor do Pecado (1989) Resenha do Álbum E eis que Maria Creuza, a chamada “morena maravilhosa”, retorna ao Baú de Long Playing. Desta vez, em um álbum lançado pela gravadora da Rede Globo de Televisão, a Som Livre. A faixa-título todos conhecem: é uma composição de Alberto de Castro Simõens da Silva, o Bororó (Rio de Janeiro, 1898-idem, 1986), que muitos pensam ser sua única música. Na verdade, ele tem outras composições além desta, entre elas “Curare”, hit de Orlando Silva em 1940. Lançada originalmente por Sílvio Caldas, em 1939, “Da cor do pecado” foi muito gravada, tendo sido inclusive tema de abertura de uma novela da Globo de mesmo nome, na voz de Luciana Melo, filha de Jair Rodrigues. Este disco da baianíssima Maria Creuza, claro, tem muito mais: música do Roberto Carlos (“Como é grande o meu amor por você”, do filme “Roberto Carlos em ritmo de aventura”, de 1968, e “Não quero ver você triste”, de 1965), composições da mais autêntica nata da MPB, como Tom Jobim, Vinícius de Moraes (numa faixa com três expressivas composições da dupla), Dolores Duran (“Por causa de você” e “Estrada do sol”, duas de suas três parcerias com o mestre Tom Jobim, e outras duas que ela fez sozinha, “Castigo” e “Fim de caso”), seu ilustre conterrâneo Dorival Caymmi, o poeta do mar (“Marina”, “Nem eu” e “Rosa morena”), Ary Barroso (“Camisa amarela” e “Faceira”, dois sambas clássicos, por sinal), Waldik Soriano (“Torutra de amor”, originalmente lançada pelo autor em 1962 e tirada do esquecimento justamente por Maria Creuza no álbum “Meia-noite”, de 1977), o acreano João Donato (“Simples carinho”), Garoto (“Gente humilde”, que só ganhou letra de Vinícius de Moraes e Chico Buarque muito depois da morte do violonista, ocorrida em 1955), e a parceria Nélson Cavaquinho – Guilherme de Brito (“Folhas secas”, que também tem ótimos registros de Beth Carvalho e Elis Regina). A então nova geração do pop brasileiro também está representada com Cazuza (a belíssima “Faz parte do meu show”) e Lulu Santos (com os hits instantâneos “Como uma onda” e “Um certo alguém”, aliás, o carioca Lulu é um colecionador implacável de músicas de sucesso). Enfim, um repertório muitíssimo bem escolhido, como, aliás, pouca gente sabe escolher. O último trabalho de Maria Creuza em disco até agora foi o CD “É melhor ser alegre que ser triste”, um tributo à obra do compositor e violonista Baden Powell, lançado em 2007 pela gravadora Albatroz. Samuel M. Filho |
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| Álbum: Da Cor Do Pecado Ano/Gravadora: (1989) Som Livre 406.0049 Artista(s): Maria Creuza Acervo: Carlão Editado por: Carlão Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo |
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| Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira
Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing Crédito: Carlão |
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Eny da Rocha – Interpreta Chopin (1982) Texto Contracapa Nesta data, a CLOCK S.A. IND. E COMÉRCIO DE ALUMÍNIO, presta uma homenagem ao sublime ato da criação artística. Carlos Ignácio Nasser |
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| Álbum: Interpreta Chopin Ano/Gravadora: (1982) PLAY PPE 50.001 Artista(s): Eny da Rocha Acervo: GENESYSTUDIO Editado por: GENESYSTUDIO Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing Crédito: GENESYSTUDIO |
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APESAR DE ENTENDER QUE TEMOS DE REVERENCIAR TODOS OS MOMENTOS DA VIDA, ESTAS GUERREIRAS QUE DÃO SUSTENTAÇÃO ÀS FAMÍLIAS E MUITAS VEZES NÃO RECONHECIDAS, VAI DAQUI O NOSSO AGRADECIMENTO A TODAS. DEUS ÀS ABENÇÕE |
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