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Livreto Completo do Box 3 LP’S Lançado em 1975 pela Polydor Ano/Gravadora: (1975) Polydor 2488 234 – 2488 235 – 2488 236 Artista(s): Os Caretas Acervo: Carlão |
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Livreto Completo do Box 3 LP’S Lançado em 1975 pela Polydor Ano/Gravadora: (1975) Polydor 2488 234 – 2488 235 – 2488 236 Artista(s): Os Caretas Acervo: Carlão |
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Álbum: Cem Anos de Samba – Vol. 03/03 |
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| Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Encartes, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing | |||||
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| Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Encartes, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing | |||||
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Álbum: Cem Anos de Samba – Vol. 01/03
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| Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Encartes, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing | |||||
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POSTAGEM ESPECIAL Álbum: For You Crédito: Euclydes |
| Fonogramas Lado A A01. On the Sunny Side of the Street A02. Then I’ll Be Happy A03. Star Dust A04. Without a Song A05. Yes Indeed A06. Opus One Fonogramas Lado B |
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Diversos – Carnaval 69 – Vol. II (1968) Resenha do Álbum Carnaval chegando, é hora de a gente ouvir um dos aqueles álbuns anuais que as gravadoras costumavam lançar com músicas para os chamados “festejos momescos”. Este aqui é da Odeon, futura EMI Music, lançado quando se estava vivendo a ressaca do famoso “ano que não terminou”, 1968, marcado por conflitos estudantis no Brasil e no mundo, e pelo draconiano Ato Institucional número 5 (AI-5), com cassações de políticos a granel. Para cantar as músicas destinadas à folia de 1969, a “marca do templo” colocou o cast quase inteiro (como as demais, aliás, faziam) à disposição. Aqui, vários intérpretes bastante conhecidos: Orlando Dias (“Penumbra” e “Você deixa”), Leila Silva (“A noite é mulher”), Risadinha (“Marcha do costureiro”), por sinal detentor de inúmeros hits carnavalescos, como “O doutor não gosta”, “Cacareco é o maior” e “Se eu errei”, Heleninha Costa (“Coração apaixonado”), para quem não sabe, a criadora do clássico samba “Barracão”, regravado depois por Elizeth Cardoso, Miltinho (“Fantasia de rosas”), Alcides Gerardi (“Tá na cara”), Francisco Egydio (“Garota moderna”) e a grande Dalva de Oliveira com uma marcha-rancho bem ao estilo saudosista que caracteriza o gênero: “Meus primeiros carnavais”, assinada pelo também produtor musical Romeu Nunes em parceria com Sílvio Silva, o “cantor assobiador”. Tem também Rossini Pinto, fértil compositor e versionista dos tempos da Jovem Guarda (autor de “Alguém na multidão” e “Parei… olhei”, entre outras), aqui comparecendo com “Era um broto”, e outros intérpretes esquecidos com o passar do tempo: Roberto Audi (“Você gosta mesmo?”), Hélio Chaves (“Vê se me esquece”), Luís de Carvalho (“Quando um homem ama uma mulher”) e Ivete Garcia “Abre a janela”). Algumas faixas são assinadas por compositores de renome: Vítor Simon (autor de “Bom dia, café” e “O vagabundo”), Newton Teixeira (responsável por clássicos como “Deusa da minha rua”, “Malmequer” e “Você não tem palavra”), Brasinha (que fez “A lua é dos namorados”, “Marcha do Kung-Fu” e “Mexa-se”) e João Roberto Kelly (que muito contribuiu para o repertório carnavalesco, através de hits como “Rancho da Praça Onze”, “Cabeleira do Zezé”, “Bloco do sujo” e “Mulato iê-iê-iê”). Todos eles e outros menos conhecidos assinam as faixas deste álbum carnavalesco, surgido numa época em que o gênero estava em franco declínio (nessa época os hits do passado, os sambas-enredo e até mesmo músicas de meio-de-ano já predominavam nos salões e nas ruas). Mas agora poderemos ouvir estas músicas com a atenção que possivelmente não tiveram na ocasião, várias delas com qualidades. Ó abre alas que o Baú de Long Playing quer passar! (Bom carnaval pra todos! SAMUEL) Samuel M. Filho |
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| Álbum: Carnaval 69 – Vol. II Ano/Gravadora: (1968) Odeon MOFB 3562 Artista(s): Diversos Acervo: Aderaldo Editado por: Aderaldo Formato: MP3 – kBit/s: 256 – Áudio: Ótimo |
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| Fonte de pesquisa:Instituto Memória Musical Brasileira
Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing Crédito: Aderaldo |
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Noite Ilustrada – Revivendo Mestre Ataulfo Alves (1978) Resenha do Álbum O dia 20 de abril de 1969 foi um dos mais tristes da história da música popular brasileira. Nessa data, aos 59 anos, partia de nosso convívio Ataulfo Alves de Souza, o poeta de Miraí, em virtude do agravamento de uma úlcera no duodeno que o incomodava há vinte anos, após uma cirurgia que, por temor, vivia adiando. Nesse mesmo ano, a Continental, rapidíssima no gatilho, lançou o álbum que o Baú de Long Playing agora lhe oferece, com músicas do mestre recém-desaparecido na interpretação de um dos maiores cantores que nossa música já teve, o grande Noite Ilustrada (Pirapetinga, MG, 1928-Atibaia, SP, 2003). Seu nome verdadeiro era Mário Souza Marques Filho, e seu nome artístico foi-lhe dado pelo comediante Zé Trindade (aquele dos bordões “Mulheres, cheguei!” e “Meu negócio é mulher”), que comandava a revista musical “Noite Ilustrada” na cidade mineira de Além Paraíba, onde o cantor iniciou sua carreira (diz-se também que ele gostava muito de fazer as palavras cruzadas da revista “A Noite Ilustrada”). Depois, Noite Ilustrada foi para o Rio de Janeiro, ingressando na Portela, a escola de samba da águia. Em 1955, foi para São Paulo se apresentar com a escola, aí se fixando. Três anos depois, contratado pela Organização Vítor Costa (Rádios Nacional e Excelsior, e TV Paulista, mais tarde vendidas à Globo), gravou seu primeiro disco 78, na Mocambo, interpretando os sambas “Cara de boboca” e “Castiguei”. Consagrou-se definitivamente em 1962, com o samba “Volta por cima”, de Paulo Vanzolini. Aqui, Noite Ilustrada põe sua excelente interpretação a serviço da obra imortal de Ataulfo Alves, desfilando com muita propriedade e talento clássicos perenes de nosso cancioneiro, feitos por Ataulfo com ou sem parceiros. Quem nunca ouviu “Meus tempos de criança” (“Que saudade da professorinha”…), “Boêmio” (co-assinada por Wilson Falcão com o pseudônimo de J. Pereira, pois ele não queria que a família soubesse que era compositor), “Vida de minha vida”, “Pois é”, “Leva meu samba” (estréia de Ataulfo como cantor, em 1941), “Infidelidade”, “Fim de comédia” (gravada por Dalva de Oliveira em Londres e parte da “polêmica musical” com o ex-marido da cantora, Herivelto Martins), “Laranja madura” e outras jóias aqui incluídas? A última faixa, “Banco de réu”, é a única que não leva a assinatura do mestre de Miraí, que a gravou apenas como intérprete (sim, Ataulfo também gravou outros autores) em 1949. Diversão pra lá de garantida… E como Samuel M. Filho |
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| Álbum: Revivendo Mestre Ataulfo Alves Ano/Gravadora: (1978) POPULAR 126.411.181 Outras Edições: (1969) Continental PPL 12408 – Phonodisc 0.30.404.138 (1978) Artista(s): Noite Ilustrada Dados adicionais: Acompanhamento: Carlinhos Mafasolli e Regional Referência / Tributo: Ataulfo Alves Acervo: Joaquim Rangel Editado por: Carlão Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo |
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Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing Crédito: Joaquim Rangel |
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Cyro Aguiar – Vol. 9 (1990) Resenha do Álbum E aqui está, de volta ao Baú de Long Playing, o bom baiano Cyro Aguiar, um dos precursores e depois participantes da Jovem Guarda. Este é o nono álbum da carreira de Cyro, pelo selo independente Clave de Sol, lançado em 1990. Um repertório, como sempre, bem variado e interessante, com muita diversidade rítmica. Temos, para começar, a versão “Fumaça em meu olhar”, do clássico “Smoke gets in your eyes”, assinada por Tom Gomes. Cyro regrava “Boêmio demodê”, de Adelino Moreira, originalmente lançada em 1971 por Paulo Vinícius, um cantor que Adelino lançou para substituir Nélson Gonçalves como seu intérprete oficial (na época eles estavam brigados), mas essa foi a única música que realmente estourou (em 1972, Adelino e Nélson reataram após sete anos de afastamento, e Paulo Vinícius “dançou”…). Fagner e Fausto Nilo assinam a versão “Ansiedade”, conhecida do público brasileiro na interpretação do americano Nat King Cole, que a gravou em espanhol durante temporada entre nós, em 1959. Como naquele final dos anos 1980, começo dos 90, a lambada estava na moda, Cyro ataca aqui de “Forró/lamba/rock/samba” e “Lambada gaúcha”, composições que ele também assina, juntamente com “A hora da partida”, “Apita navio”, “Bye, bye, Rose Marie” e “Itaparica”. Esta última apareceu pela primeira vez no compacto simples de estréia de Cyro, em 1963, pela RCA Victor, o lado A de “Mona Lisa”. Conforme informamos anteriormente, o disco foi gravado em 22 de novembro daquele ano, exatamente o dia da morte do presidente americano John Kennedy, e Cyro soube da infausta notícia após a gravação do compacto. Não deixando nem um pouquinho de lado suas raízes nordestinas, Cyro também nos oferece um delicioso popurri de clássicos da música daquela região, a maioria do repertório do eterno mestre Luiz Gonzaga: “Boiadeiro” (prefixo pessoal do Rei do Baião), “Asa branca”, “Pé de serra”, todas jamais esquecidas, o motivo tradicional “Tico-tico”, e “Sabiá na gaiola”, do mineiro (de Viçosa) Hervê Cordovil em parceria com Mário Vieira, também fundador, em 1958, da gravadora Califórnia. Enfim, um cantor e compositor pra lá de versátil, que se caracteriza por suas bem dosadas misturas rítmicas, pra fazer qualquer um balançar o esqueleto. Divirtam-se! Samuel M. Filho |
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| Álbum: Cyro Aguiar – Vol. 9 Ano/Gravadora:(1990) Clave de Sol Discos 804.092 Artista(s): Cyro Aguiar Acervo: Evangelista Digitalizado por: : Paulo Lucio Editado por: Carlão Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo |
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Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing Crédito: Carlão |
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Momentos de Amor (Boleros) – Vol. 1 – (1965) (1974) Resenha do Álbum De vez em quando a gente encontra umas coincidências pra lá de esquisitas. Apareceu aqui no Baú de Long Playing um álbum do Trio Guadalajara com boleraços tradicionais, sempre prestigiados. Agora, surge um álbum da mesma gravadora (a carioca CID, selo Itamaraty), com as mesmíssimas faixas do anterior, mas… Em versão instrumental! Embora não haja informação sobre músicos ou o responsável pelos arranjos e regências, você poderá ouvir este disco e comparar com a interpretação vocal do Trio Guadalajara. Dizer que estas composições, assinadas por craques da música hispânica, têm qualidades, é pura perda de tempo. São músicas que, em sua maioria, foram bastante regravadas (creio eu, ainda o são), e qualquer versão que delas apareça é sempre muito bem vinda. Com a vantagem, aqui, de se poder cantar junto com o acompanhamento, bastando ter as letras bem aprendidas… Divirtam-se! Samuel M. Filho |
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| Álbum: Momentos de Amor (Boleros) – Vol. 1 Ano/Gravadora: (1965) (1974) ITAMARATY Artistas: Desconhecidos Acervo: Carlão * Na Contracapa consta como composição de Augustin Lara Editado por: Carlão Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo |
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| Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long PlayingCrédito: Carlão | |||||
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POSTAGEM ESPECIAL
Não há Contracapa, Selos A e B e também não conseguimos encontrar a relação de Compositores para esta postagem |
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Fonogramas Lado A A01. Alice Blue Gown A02. Seems Like Old Times A03. Makin’ Whoopee A04. Melancholy Serenade A05. Gimme A Little Kiss A06. Les’ Tango! Fonogramas Lado B |
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Vários – Cinemax O Máximo Em Cinema (1988) Resenha do Álbum Muitos filmes famosos do cinema internacional, sobretudo o americano e o europeu, tiveram uma canção-tema que os caracterizava, em alguns casos até diversas. Essas músicas eram (e em certos casos ainda são) geralmente compostas sob encomenda dos estúdios, para fazer parte das cenas mais românticas e/ou emocionantes das películas. Ainda hoje se confere anualmente o Oscar de melhor canção original, prova de que uma música-tema característica sempre se faz necessária. Alguns dos mais famosos temas de filmes internacionais estão reunidos neste álbum que o Baú de Long Playing lhe oferece agora, lançado pela gravadora Disco Ban, então o braço fonográfico da Rede Bandeirantes de Televisão, surgida na esteira da global Som Livre. Os temas são executados por grandes orquestras, a maior parte de nomes conhecidos do público brasileiro: Franck Pourcel, Mantovani, Bert Kaempfert, Henry Mancini (este responsável por inúmeras trilhas cinematográficas, como, por exemplo, a música-tema da Pantera Cor-de-Rosa). Na faixa de abertura, Franck Pourcel rege a sua orquestra em “I’ve got you under my skin”, de Cole Porter, lançada em 1936 no filme “Nasci para bailar”, da MGM, mais tarde um dos carros-chefes de Frank Sinatra e muito gravada, mais recentemente por Diana Krall e Rod Stewart, entre outros. Em seguida, Mantovani apresenta “More”, na verdade intitulada “Ti guarderó nel cuore”, composta para o documentário italiano (e sensacionalista) “Mundo cão”, de 1962 (lembram da versão gravada pelo Moacyr Franco, “Doce amargura”?). Bert Kaempfert executa outro tema de filme bastante conhecido, “Unchained melody”, na verdade lançado em 1955 para um filme da Warner chamado “Unchained”, que se passava em um presídio, tendo gravações por Al Hibbler e Roy Hamilton, e mais tarde regravado pelos Righteous brothers, versão essa ressurgida no filme “Ghost – Do outro lado da vida”, da Paramount, de 1990. Henry Mancini apresenta o tema principal do filme “Aeroporto”, da Universal, de 1970. Os Magnetic Sounds (na verdade o grupo brasileiro Os Carbonos com outro nome) apresentam o tema principal do filme “Carruagens de fogo”, de 1981, composto por Vangelis, tendo ambos, filme e trilha sonora, ganho o Oscar daquele ano (foi até jingle de cerveja!). Caezar Giovanni apresenta “Love letters”, do filme “Um amor em cada vida”, da Paramount, de 1945. Henry Mancini depois apresenta “Breakfast at Tiffany’s”, que ele mesmo compôs para o filme de mesmo nome, de 1961, no Brasil, “Bonequinha de luxo”, clássico também da Paramount estrelado por Audrey Hepburn e George Peppard, cujo tema principal era “Moon river”, também de Mancini. Mantovani apresenta “This is my song”, composta por Charles Chaplin para seu último filme como diretor, “A condessa de Hong-Kong”, da Universal, de 1966. Os Carbonos (ou Magnetic Sounds) voltam executando “Dio, come ti amo”, vencedora do Festival de San Remo de 1966 e incluída no filme de mesmo nome, estrelado por Gigliola Cinquetti e por ela também cantado na trilha. E encerrando este “cinematográfico” álbum, Caezar Giovanni apresenta, “Al di lá”, inesquecível tema do filme da Warner “O candelabro italiano”, de 1962, estrelado por Troy Donahue e Suzanne Pleshette e Angie Dickinson (a futura “Police woman” da TV). A personagem de Suzanne na filme, Prudence Bell, inspirou o novelista Aguinaldo Silva a criar a personagem Ilka Tibiriçá, magistralmente interpretada na novela global “Fera ferida”, de 1993, por Cássia Kiss Magro. E agora, luzes, câmera, ação… e música! Samuel M. Filho |
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| Álbum: Cinemax O Máximo Em Cinema Ano/Gravadora: (1988) DISCO BAN 835 703 – 1 Artista(s): Vários Ficha Técnica: Produtor Fonográfico: DISCOVÍDEO FONOGRÁFICA LTDA Direção de Produção (Seleção de Repertório): W. RODRIGUES POSO Arte Final: VAGNER COELHO DOS SANTOS Fonogramas gentilmente cedidos por: * BMG ARIOLA DISCOS LTDA ** PATHE MARCONI – EMI SA FRANÇA *** POLYGRAM DO BRASIL LTDA º SOM INDÚSTRIA E COMÉRCIO S/A Acervo: Carlão Editado por: Carlão Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo |
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| Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing
Crédito: Carlão
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POSTAGEM ESPECIAL
Pe. Zezinho, scj. – Canção Para Meu Deus (1973) Meu Caro Francisco (Chiquinho), que Deus o acolha em seu seio. Carlão e Maria |
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| Álbum: Canção Para Meu Deus Ano/Gravadora: (1973) EDIÇÕES PAULINAS EPD 0259 Artista(s): Pe. Zezinho, scj. Dados Adicionais: Participação Especial: Marion Letras e Músicas: Pe. Zezinho, scj. Acompanhamento: Sílvio Brito, Geraldo Nepomuceno, Gilberto, Juarez Direção Geral: C. Nogueira Acervo: Anônimo Editado por: Anônimo |
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Luiz Ayrão – Missão (1975) Resenha do Álbum O Baú de Long Playing tem o prazer de apresentar um dos maiores e mais populares cantores e compositores do Brasil: o carioca (do bairro de Lins de Vasconcelos) Luiz Gonzaga Kedi Ayrão, que em janeiro passado completou 70 anos de vida. Ele teve inclusive canções gravadas por Roberto Carlos – “Só por amor” (1963), e os clássicos “Nossa canção” (1966) e “Ciúme de você” (1968) – e pelo grupo The Sunshines (“Palavra de rapaz”, 1967), além de ter gravados quatro compactos simples em seu início como intérprete, o primeiro deles com a música “Liberdade, liberdade”, com a qual participou do festival O Brasil canta no Rio, promovido em 68 pela TV Excelsior. Em 1970, Ayrão afastou-se do meio musical, passando a atuar como advogado, mas três anos depois voltou à ativa como cantor e compositor, gravando em compacto da Odeon a música “Porta aberta”. que integrou mais tarde o seu primeiro álbum-solo. E este “Missão” é o segundo LP de Luiz Ayrão como solista, prosseguindo esta bem-sucedida e vitoriosa retomada de sua carreira musical. A faixa de abertura, “Saudades da república”, de autoria de Artúlio Reis, tornou-se sucesso logo de saída, relembrando os tempos em que tanto autor como intérprete viviam nas chamadas repúblicas estudantis, lugares em que alunos do ensino superior costumavam (ou ainda costumam) residir. Outras faixas expressivas são “Deixa eu tocar meu tamborim”, “Samba-enredo para uma porta-bandeira” (que cita a toada “Peguei um ita no Norte, do mestre Caymmi), “Camisa Preta” e “Bola dividida”, esta última até hoje obrigatória nos shows de Luiz Ayrão. Ele assina nada mais nada menos do que dez faixas do disco, sozinho ou com parceiros. E o álbum se encerra com um popurri, em tempo de samba, de clássicos do repertório popular latino-americano, como “Esta tarde vi llover”, “Perfídia”, “Cielito lindo” etc. Este “Missão” sintetiza, em sua faixa-título, o destino que foi reservado a Luiz Ayrão: “Cantar, compor, com amor, com o coração”. Esta tem sido a bem-sucedida missão deste cantor e compositor, que tem, sem dúvida, um lugar de destaque entre os mais apreciados e queridos artistas brasileiros. A diversão é garantida! Samuel M. Filho |
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| Missão Ano/Gravadora: (1975) Odeon SMOFB 3873 Artista(s): Luiz Ayrão Acervo: Carlão Editado por: Carlão Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo
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| Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical BrasileiraFonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long PlayingCrédito: Carlão | |||||
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Nelson Gonçalves – Seleção de Ouro Vol. 4 Resenha do Álbum Um dos cantores brasileiros de que meu saudoso pai mais gostava era Nélson Gonçalves (Santana do Livramento, RS, 1919-Rio de Janeiro, 1998). Ele tinha o apelido de “gogó de ouro”, o que de fato tinha, tendo gravado seu primeiro disco em 1941, na RCA Victor, única gravadora de toda a sua vida e carreira. Nélson viveu de tudo: alegrias, tristezas, sonhos, frustrações, envolvimento com tóxicos (do qual conseguiu se libertar após um tratamento de choque), decadência, reaquisição de popularidade… Enfim, um dos maiores cantores que a MPB já teve, e cujo lugar está garantido em sua história. Um pouco do legado do “gogó de ouro” está reunido neste álbum que o Baú de Long Playing ora nos oferece. É o quarto volume da série “Seleção de ouro”, com 14 faixas de qualidade, assinadas por ótimos compositores. O Trio de Ouro, então em sua terceira fase, tendo a voz feminina de Lourdinha Bittencourt (com quem Nélson era casado nessa época, 1955), comparece em duas faixas, ambas lançadas originalmente no mesmo 78: “Canção do rouxinol”, na versão de Nadir Perez Samuel M. Filho |
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| Álbum: Seleção de Ouro Vol. 4 Ano/Gravadora: () RCA Camden 107.0068 Outras Edições: (1968) RCA Victor BBL 1440 – (1970) RCA Camden CALB 5284 (Capa deste LP) Artista(s): Nelson Gonçalves Acervo: Anônimo Editado por: Anônimo Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo |
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| Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira
Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing |
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