Rádio Clube de Varginha – AM – Clube da Saudade

13/02/2011
Por

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RÁDIO CLUBE DE VARGINHA

Vários – Bossa Nova (1985)

27/01/2012
Por

Vários – Bossa Nova (1985)

Resenha do Álbum

O Baú de Long Playing lhe oferece um pouco daquele que foi um dos mais importantes movimentos musicais do Brasil: a bossa nova. Suas primeiras manifestações registraram-se no final dos anos 1940, começo dos 50, no Rio de Janeiro. E com uma turma da pesada: Dick Farney, Os Cariocas, Lúcio Alves, Garotos da Lua, Namorados da Lua, Dóris Monteiro, Nora Ney… Enfim, verdadeiros precursores. E, quando João Gilberto gravou em 78 rpm o clássico “Chega de saudade” (originalmente um choro!), de Tom Jobim e Vinícius de Moraes, em 1958, a bossa explodiu de vez, sendo sucesso até no exterior. É justamente esta a faixa de abertura desta seleção feita pela Polygram (hoje Universal Music) a partir de seus riquíssimos arquivos, magistralmente executada pelo mestre Jobim ao piano. Originalmente, este registro foi lançado em 1963 num álbum que ele fez nos EUA, “The composer of Desafinado plays”. Da parceria dele com Vinícius tem ainda “Brigas, nunca mais”, com a inesquecível Elis Regina (do álbum “Elis & Tom”, gravado também nos EUA, em 1974), a internacionalmente conhecida “Garota de Ipanema”, com os já citados Cariocas (do LP “A bossa dos Cariocas”, de 1963) e “Ela é carioca”, com o pianista Sérgio Mendes e o grupo Bossa Rio (do disco “Você ainda não ouviu nada!”, também de 63). De Tom Jobim sem parceria vêm “Este seu olhar” e “Só em teus braços”, numa única faixa, extraída do álbum “Bossa session”, de 1964, com Lúcio Alves cantando a primeira música e Sylvia Telles a segunda, num “encaixe” inteligentíssimo! (Ainda só de Jobim é a instrumental “Surfboard”, executada pelo conjunto de Roberto Menescal músico e produtor ainda hoje em atividade), em gravação de 1967. Autêntico papa da bossa nova, João Gilberto aqui revive o clássico “Falsa baiana”, de Geraldo Pereira, em gravação que fez no México, e aqui lançada em 1973. De Carlinhos Lyra e do poetinha Vinícius é “Você e eu”, aqui em registro que Nara Leão, a eterna musa da bossa nova, fez em 1971 na França, quando estava exilada naquele país em função das pressões da censura e do regime militar brasileiro, do qual era ferrenha opositora (aliás, ela quase foi presa!). Caetano Veloso revive aqui outro hit da parceria Lyra-Vinícius, “Coisa mais linda”, feito para o álbum “Uns”, de 1983. “Desafinado”, hino da bossa nova composto pela dupla “Newtom” (Newton Mendonça-Tom Jobim) aparece aqui com Gal Costa (originalmente faixa do álbum “Índia”, de 1973). Para encerrar, dois hits da parceria Roberto Menescal-Ronaldo Bôscoli: “O barquinho”, com o Tamba Trio, registro de 1962, e “Você”, inesquecível dueto de Dick Farney com Norma Bengell, também atriz e cineasta, originalmente faixa do álbum “Meia-noite em Copacabana”, de 1964. Que mais se poderia esperar de uma seleção tão cheia de bossa como esta?

Samuel M. Filho

Álbum: Bossa Nova
Ano/Gravadora: (1985) Fontana 826.666 (Série Amarela)
Artista(s): Vários
Acervo: Heleno
Editado por: Carlão
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo
 Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing
Fonogramas Lado A
A01. Chega De Saudade – (Tom Jobim / Vinicius de Moraes) – Tom Jobim (P-1964)
A02. Brigas, Nunca Mais – ((Tom Jobim / Vinicius de Moraes) – Elis Regina (P-1974)
A03. Coisa Mais Linda – (Carlos Lyra / Vinicius de Moraes) – Caetano Veloso (P-1983)
A04. Este Teu Olhar – Só Em Teus Braços – (Tom Jobim) – Sylvia Telles E Lúcio Alves (1964)
A05. Garota De Ipanema – (Tom Jobim / Vinicius de Moraes) -Os Cariocas (P-1963)
A06. Ela É Carioca – (Tom Jobim / Vinicius de Moraes) – Sérgio Mendes E Bossa Rio (P-1964)
Fonogramas Lado B
B01 – Falsa Baiana – (Geraldo Pereira) – João Gilberto (P-1973)
B02 – Você E Eu – (Carlos Lyra / Vinicius de Moraes) – Nara Leão (P-1984)
B03 – Surf Board  – (Tom Jobim)- Roberto Menescal E Seu Conjunto – (P-1966)
B04 – Desafinado – (Tom Jobim / Vinicius de Moraes) – Gal Costa – (P-1973)
B05 – O Barquinho – (Roberto Menescal / Ronaldo Bôscoli) – Tamba Trio – (P-1962)
B06 – Você – (Roberto Menescal / Ronaldo Bôscoli) – Dick Farney E Norma Bengell – (P-1964)

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Pedrinho Mattar – Pianíssimo (1983)

26/01/2012
Por

Pedrinho Mattar – Pianíssimo (1983)

Resenha do Álbum

Aqui está um trabalho desse que sem dúvida foi um dos mais populares pianistas do Brasil, se não o mais popular. Descendente de libaneses, Pedro Mattar (São Paulo, 1936-Santos SP, 2001) era chamado de Pedrinho por ser o caçula de dez irmãos. Começou a estudar piano precocemente, na escola de Magdalena Tagliaferro, e em 1953 já acompanhava com seu instrumento os festivais de música da União Cultural Brasil – Estados Unidos, onde estudava. Tocou com Claudette Soares e Maysa, entre outros artistas, apresentando-se inclusive nos EUA para o então presidente Jimmy Carter. Sua execução era impecáveis, como se pode constatar neste álbum que o Baú de Long Playing agora lhe oferece para sua apreciação, parte da bem-sucedida série de LPs que gravou nos anos 1980 pela RGE. Curiosamente, ele abre com “Pour Elise”, de Beethoven, música que em certa época tocava insistentemente nos caminhões de gás que circulavam pelas grandes cidades, em especial São Paulo, irritando a vizinhança inteira! Ah, mas aqui tudo bem… Pedrinho desfila aqui os clássicos nacionais “Branca”, de Zequinha de Abreu, e “Brasileirinho”, de Waldir Azevedo, páginas imortais, sem sombra de dúvida, como também o são as demais faixas: “Romance de amor” (do misterioso Antônio Rovira, de biografia até hoje desconhecida), “Night and day”, “Jalousie”, “Le lac de Come”, a chopiniana “Tristesse Opus 10 número 3″, “Memory” (do musical “Cats”, recentemente encenado no Brasil), “O vôo do besouro”, “Love is a many splendored thing” (do filme clássico da Fox “Suplício de uma saudade”, de 1955, estrelado por William Holden e Jennifer Jones, e que fez muita gente verter lágrimas nos cinemas)… Tudo isso muito bem dedilhado pelo saudoso Pedrinho, apoiado por bom acompanhamento rítmico. Nessa época, ele também apresentava o programa “Um piano e você”, na TV Cultura de São Paulo, e “Pianíssimo” veio igualmente a ser o último programa que fez na Rede Vida, de 1990 até é o início de 2007, quando morreu de infarto fulminante na cidade praiana de Santos, onde residia. Era tio do flautista e saxofonista Derico (aquele do Jô Soares) e do também pianista Sérgio Sciotti, ambos atualmente formando o Duo Sciotti.

Samuel M. Filho

 Álbum: Pianíssimo
Ano/Gravadora: (1983) RGE 308.6042
Artista(s): Pedrinho Mattar
Dados adicionais: Acompanhamento: Gabriel Jorge Bahlis (Contrabaixo) e Augusto Arid (Bateria/Percussão)
Acervo: Carlão
Editado por: Carlão
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Bom

 Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira

 Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing

 Crédito: Carlão

Fonogramas Lado A
A01. Pour Elise – (Ludwig Van Beethoven)
A02. Romance de Amor – (Antônio Rovira)
A03. Night And Day – (Cole Porter)
A04. Dizzy Fingers – (Z. Confrey)
A05. Jalousie – (Jacob Gade)
A06. Branca – (Zequinha de Abreu)
Fonogramas Lado B
B01. Le Lac de Come – (G. Galos)
B02. Pedacinhos do Céu – (Waldir Azevedo)
B03. Tristesse Opus 10 Nº 3 – (Frederic Chopin)
B04. Memory – (Andrew Lloyd Webber / Trevor Nunn / T. S. Eliot)
B05. O Vôo Do Besouro – (Rimsky-Korsakov) – Adptação sobre arranjo de Freddy Martin)
B06. Love Is A Many Splendored Thing – (Paul Francis Webster / Sammy Fain)
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Roberto Silva – Eu, O Luar E A Serenata (1968)

25/01/2012
Por

Roberto Silva – Eu, O Luar E A Serenata (1968)

Resenha do Álbum

Eis um álbum de um dos poucos cantores da “velha guarda” ainda vivo, pelo menos até o momento em que escrevo esta resenha. Estamos falando de Roberto Napoleão Silva, carioca de Copacabana, nascido no Morro do Cantagalo, e filho de um chapeleiro italiano com uma carioca da gema. Quando Roberto tinha seis anos, a família se mudou para o subúrbio de Inhaúma. Gostando de cantar, participava ainda criança das festinhas da vizinhança, cantando músicas do repertório dos maiores cartazes da época, entre eles Orlando Silva, que muito o influenciou em seu estilo de interpretação. Sua estréia em disco foi em 1946, na Continental, interpretando “Ele é esquisito” e “O errado sou eu”. Um ano depois foi para a Star, depois Copacabana, onde gravou a maior parte de sua extensa discografia, com inúmeros 78 rpm e LPs. Roberto Silva seria redescoberto nos anos 2000, com a reedição em CD dos quatro álbuns de sua série “Descendo o morro”. E o Baú de Long-Playing nos oferece um Roberto Silva seresteiro, nesse que foi o primeiro dos dois LPs da série “Eu, o luar e a serenata” (o segundo viria quatro anos mais tarde, 1964). O repertório é muito bem selecionado, imperdível para aqueles que sentem saudade de uma serenata à janela da amada… E a coisa começa com “Ave-Maria”, obra-prima de Erotides Jonas Neves de Campos (Cabreúva, SP, 1896-Piracicaba, SP, 1945). Foi lançada originalmente por Pedro Celestino (irmão de Vicente), em 1926, mas ficou mais famosa na interpretação de Augusto Calheiros, “o patativa do Norte”, tendo sido muitíssimo regravada. O restante do repertório reflete bem as influências recebidas por Roberto Silva, com páginas imortalizadas por Orlando Silva (“Ciúmes sem razão”, “Rosa”, “Deusa do cassino”, “Lábios que beijei”), e Sílvio Caldas (“Arranha-céu”, “O pião”, a nunca esquecida “Chão de estrelas”, “Mimi”, “Serenata”, “Três lágrimas”). Um bom álbum que compensa a frustração de não se poder fazer mais serenata como antigamente. Delicie-se…

Samuel M. Filho

Álbum: Eu, O Luar E A Serenata
Ano/Gravadora: (1968) Som/Copacabana SOLP 40145
Outras Edições: (1960) Copacabana CLP 11149.
Obs: A Capa e Contracapa corresponde a edição de (1968) BEVERLY BLP 81476
Obs: Consta ainda na Contracapa, texto escrito por JURANDIR CHAMUSCA, com data de 1975  e LP identificado como BEVERLY BLP 81476 
Obs: Selos Lado A e Selos Lado corresponde a edição de  (1968) Som/Copacabana SOLP 40145
Artista(s): Roberto Silva
Acervo: Joaquim Rangel
Editado por: Carlão
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Bom 
 Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical BrasileiraFonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing

Crédito: Joaquim Rangel

Fonogramas Lado A
A01. Ave-Maria – (Erothides de Campos)
A02. Arranha-céu – (Silvio Caldas / Orestes Barbosa)
A03. Ciúmes Sem Razão – (João de Barro / Alberto Ribeiro)
A04. Rosa – (Pixinguinha / Otávio de Souza)
A05. O Pião – (Custódio Mesquita / Sady Cabral)
A06. Deusa do Casino – (Newton Teixeira / Torres Homem)
Fonogramas Lado B
B01. Lábios Que Beijei – (J. Cascata / Leonel Azevedo)
B02. Chão de Estrelas – (Silvio Caldas / Orestes Barbosa)
B03. Mimi – (Uriel Lourival)
B04. Serenata – (Silvio Caldas / Orestes Barbosa)
B05. Três Lágrimas – (Ary Barroso)
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Vários – Homenagem a John Lennon (1981)

24/01/2012
Por

Vários – Homenagem a John Lennon (1981)

Resenha do Álbum

Oito de dezembro de 1980, Nova York, EUA. Terminava o sonho de muita gente de ver os Beatles novamente cantando juntos. John Lennon, o “cérebro” da banda, era assassinado a tiros por Mark David Chapman bem em frente ao edifício em que residia, o Dakota. Foi uma comoção no mundo todo! Chegou até a sair um anúncio no “Jornal da Tarde”, de São Paulo, com o título “Mais um que pegaram pra Cristo”, lamentando a morte de Lennon. Um ano após o infausto acontecimento, a gravadora RCA Victor decidiu prestar uma homenagem ao ex-beatle assassinado, lançando o presente álbum, produzido por Eliete Fonseca. Nele, a “marca do cachorrinho” botou alguns nomes que tinha sob contrato na época para interpretar músicas de Lennon em versões para o português. A paraguaia Perla interpreta “Ontem (Yesterday)” e “Deixa estar (Let it be)”. O hoje esquecido Cláudio di Moro então figura carimbada dos programas populares de auditório da televisão, canta “Imagine” e “Vida nova (Just lik e starting over)”, esta última, no original, faixa do álbum “Double fantasy”, que Lennon tinha acabado de lançar quando foi morto. Os Pholhas, que têm músicas em inglês que marcaram a vida de muita gente, interpretam “Passou-se mais um mês (A hard day’s night)” e “Ela só quer te amar (You’re going to lose that gril)”. Esta última, aliás, já tinha uma versão nacional lançada em 1965 por Renato e seus Blue Caps (a famosa “O meu primeiro amor”, lembram?). Juanita, aquela da música “Guarde o seu amor pra mim”, que cantava com o marido Richard, vem com “Help” e “Regressa (Get back)”. Lilian, que fazia dupla com Leno, então recém-saída de dois expressivos sucessos como solista, “Sou rebelde” e “Uma música lenta”, aqui interpreta “Ele era assim (Fool on the hill)” e “Pra se poder viver (Here, there and everywhere)”. A obscura Leila vem com “Amor (Love)” e “Não compre, amor (Can’t buy me, love)”. Essa Leila, aliás, gravou uma canção chamada “Caixinha de música a” (versão de “Mirrors”, de Sally Outfield), e quando vinha cantar a música na TV costumava sempre trazer a tal caixinha, para que o apresentador do programa não esquecesse o título! A famosa dupla de “Não se vá”, Jane e Herondy, canta “Eu te amo (And I love her)”, versão já conhecida na voz do próprio Rei Roberto Carlos, e “Michelle”. O grupo Tutti-Frutti, que acompanhava Rita Lee em seus shows e discos e foi o embrião do Rádio Táxi, comparece interpretando “Mãe (Mother)” e “Revolução (Revolution)”, esta última cuja versão, curiosamente, é assinada pelas ex-Frenéticas Lidoka e Leiloca, mais o goiano Léo Jaime, que seria um dos astros do rock brasileiro dos anos 1980. Falando em rock, os Tarântulas, de curta carreira, cantam “Eu quero ser feliz (We can work it out)” e “Quando a noite vem (The Night before)”. Dênis e Demian, que em 1990/91 seriam Orelhinha e Cotonete na novela “Ana Raio e Zé Trovão”, da extinta Manchete (depois reprisada por essa emissora e pelo SBT), cantam “Você vai ser feliz (From me to you)” e “Quis fazer você feliz (If I fell)”, sendo que esta última versão seria regravada mais tarde por Angélica, ao lado do Roupa Nova. Adriano Santa Cruz, cujo irmão montou recentemente um blog para divulgar suas músicas, relembra duas versões que fizeram muito sucesso com Renato e seus Blue Caps, assinadas pelo líder da banda, Renato Barros: “Menina linda (I should have known better)” e ‘Feche os olhos (All my loving)”. E todos os participantes do álbum interpretam juntos “Canção da paz e do amor”, “Dê uma chance a paz (Give peace a chance)”, “Tudo o que você precisa é amor (All you need is love)” e “Hey Jude”. Dê você também uma chance a paz!

Samuel M. Filho

Álbum: Homenagem a John Lennon – Pelo Amor, Pela Paz, Pela Coragem
Ano/Gravadora:(1981) RCA Victor
Artista(s): Vários
Acervo: Heliete Fonseca
Editado por: Heliete Fonseca
Álbum já postado nos bloggers: Blog do Pimentel e Música dos Anos 60

Obs: Consta no detalhamento do LP no site Memória Musical as informações dos autores das versões dos fonogramas:
B02. Intérprete(s): Jane e Herondy – Eu Te Amo (And I Love Her) – (John Lennon / Paul McCartney / Vrs. Roberto Carlos) – Michelle – (John Lennon / Paul McCartney)

B03. Intérprete(s): Tutti Frutti – Mãe (Mother) – (John Lennon / Vrs. Mauro Sergio) – Revolução (Revolution) – (John Lennon / Paul McCartney / Vrs. Lidoka / Vrs. Leiloca / Vrs. Léo Jaime)

 Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical BrasileiraFonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long PlayingAcervo: Heliete Fonseca
Fonogramas Lado A
A01. Ontem (Yesterday) -   Deixa Estar (Let It Be) – (John Lennon / Paul McCartney / Vrs. Rossini Pinto) (John Lennon / Paul McCartneyr / Vrs. A. Soares) – Intérprete(s): Perla
A02. Imagine – Vida Nova (Just Like Starting Over) – (John Lennon / Vrs. A. Soares) (John Lennon / Vrs. Verta) -  Intérprete(s): Cláudio Di Moro
A03. Passou-se Mais Um Mês (A Hard Day’s Night) Ela Só Quer Te Amar (You’re Going To Lose That Girl) – (John Lennon / Paul McCartney – / Vrs. W. Benatti) (John Lennon / Paul McCartney / Vrs. W. Benatti) – Intérprete(s): Os Pholhas
A04. Help – Regressa (Get Back) – (John Lennon / Paul McCartney / Vrs. Richard – Juanita) – (John Lennon / Paul McCartney / Vrs. A. Soares) – Intérprete(s): Juanita
A05. Ob-la-di Ob-la-da – Submarino Amarelo (Yellow Submarine) – (John Lennon / Paul McCartney / Vrs. Maletta) – (John Lennon / Paul McCartney / Vrs. Maletta) -  Intérprete(s): A Patotinha
A06. Amor (Love) – Não Compre Amor (Can’t Buy Me Love) – (John Lennon / Vrs. Verta) John Lennon / Paul McCartney / Vrs. Verta) -  Intérprete(s): Leila
A07. Canção da Paz E Amor (Parte I) – Dê Uma Chance A Paz (Give Peace A Chance) – (Ainda Sem Compositor) (John Lennon / Paul McCartney / Vrs. A. Soares) – Intérprete(s): Cast RCA
Fonogramas Lado B
B01. Ele Era Assim (Fool On The Hill) – Pra Se Poder Viver (Here, There And Everywhere) – (John Lennon / Paul McCartney / Vrs. Knapp – Alessandro) (John Lennon / Paul McCartney / Vrs. Knapp – Alessandro) – Intérprete(s): Lilian
B02. Eu Te Amo (And I Love Her) -  Michelle – (John Lennon / Paul McCartney / Vrs. R. Pinto) (John Lennon / Paul McCartney) – Intérprete(s): Jane e Herondy
B03. Mãe (Mother) – Revolução (Revolution) – (John Lennon / Vrs. L. Carlini – Simbas) (John Lennon / Paul McCartney / Vrs. L. Carlini – Simbas) -  Intérprete(s): Tutti Frutti
B04. Eu Quero Ser Feliz (We Can Work It Out) – Quando A Noite Vem (The Night Before) – (John Lennon / Paul McCartney / Vrs. Pink) (John Lennon / Paul McCartney / Vrs. Pink) – Intérprete(s): Tarântulas
B05. Você Vai Ser Feliz (From Me To You) – Quis Fazer Você Feliz (If I Fell) – (John Lennon / Paul McCartney / Vrs. Rossini Pinto)     (John Lennon / Paul McCartney / Vrs. Rossini Pinto) – Intérprete(s): Denis e Demian
B06. Menina Linda (I Should Have Known Better) – Feche os Olhos (All My Loving) – (John Lennon / Paul McCartney / Vrs. Renato Barros) (John Lennon / Paul McCartney / Vrs. Renato Barros) – Intérprete(s): Adriano Santa Cruz
B07. Canção da Paz E Amor (Parte II) – Tudo O Que Você Precisa É Amor (All You Need Is Love) -  Hey Jude – (Ainda Sem Compositor) (John Lennon / Paul McCartney / Vrs. R. Pinto) – Intérprete(s): Cast RCA

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Tarancón – Terra Canabís (1986)

23/01/2012
Por

Tarancón – Terra Canabís (1986)

Resenha do Álbum

 O Baú de Long-Playing coloca agora a seu alcance este que foi o sétimo álbum realizado pelo grupo Tarancón. Formado por artistas de vários países da América Latina, o grupo foi criado em 1972, com o intuito de pesquisar e divulgar a diversidade de ritmos e canções de países de língua espanhola das Américas, com influências brasileiras, andinas e afro-caribenhas. O nome Tarancón era o mesmo de uma mina de carvão da cidade espanhola de Astúrias, que desabou ocasionando a morte de onze trabalhadores, história essa contada numa canção intitulada “En La mina Del Tarancón”. Seu primeiro álbum foi “Gracias a La vida”, lançado em 1976, e desde então a banda passou a ser cultuada por estudantes em universidades, faculdades e centros acadêmicos. Neste “Terra canabis”, temos um repertório variado, que inclui Beatles (“Eleanor rigby”), temas tradicionais do Peru (“Cholito pantalón blanco”) e México (“Male betúlia”) e composições de Lula Barbosa. Com uma del as, “Mira Ira”, o Tarancón viveu um dos momentos mais importantes de sua carreira, participando do Festival dos Festivais, promovido pela TV Globo em 1985, defendendo a composição junto com Miriam Mirah (integrante da primeira formação do grupo) e a banda Placa Luminosa (onde o saudoso Jessé começou) e arrebatando o segundo lugar geral e o prêmio de melhor arranjo. O Tarancón usa instrumentos originários dos Andes, como a quena (flauta de cana ou osso), o bombo leguero (instrumento de percussão feito de couro de ovelha ou guanaco), a tarka (flauta ortoédrica de madeira de uma só peça, com seis furos, conhecida no norte da Argentina como anata) e o charango (instrumento de dez cordas ou mais feito de carapaça de tatu), além de violão e baixo acústico. O Tarancón continua na estrada, com sua síntese latina na linha “poncho-conga” e agradando a muita, muita gente!

Samuel M. Filho

 Álbum: Terra Canabís
Ano/Gravadora: (1986) Continental 1.77.405.009
Artista(s): Tarancón
Acervo: Carlão
Editado por: Carlão
Formato: MP3 – k/Bits: 320 – Áudio: Ótimo

 Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing

Crédito: Carlão

Fonogramas Lado A
A01. Gostosa – (Gordo / Jica / Sergio Turcão)
A02. Eleanor Rigby – (John Lennon / Paul McCartney)
A03. Tomaracá – (Lula Barbosa / Glads Júnior)
A04. Mira Ira (Povo Mel) – (Lula Barbosa / Wanderlei de Castro) – Participação: Tarancón / Placa Luminosa / Miriam Mirah
Fonogramas Lado B
B01. Contraste -  (Eduardo Carrasco)
B02. Cholito Pantalón Blanco – (Tradicional / Adpt. Emílio / Adpt. Jica / Adpt. Sergio Turcão) – Música tradicional peruana
B03. Canbombe Para José – (Roberto Pernán)
B04. Suítenegra – (Sergio Turcão / Gordo / Jica) – Participação: Tarancón / Lula Barbosa
B05. Male Betulia – (Tradicional / Adpt. Irmãs Pulido) – Música tradicional Mexicana
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Cyro Aguiar – Balanço de Janeiro a Janeiro (1984)

20/01/2012
Por

Cyro Aguiar – Balanço de Janeiro a Janeiro (1984)

Resenha do Álbum

E eis que surge no Baú de Long Playing o baiano (e soteropolitano) Cyro Mendes de Aguiar. Ele se mudou para o Rio de Janeiro em 1959, com 17 anos de idade, e passaria a cantar em programas de rock no início da década seguinte, os explosivos anos 1960. Na Rádio Mayrink Veiga, apresentava-se acompanhado pelo conjunto Renato e seus Blue Caps, interpretando os últimos hits internacionais, sobretudo os de Pat Boone, o que lhe valeu a alcunha de “Pat Boone baiano”. Seu primeiro compacto simples foi gravado na RCA Victor, com as músicas “Mona Lisa” e “Itaparica”, exatamente no dia 22 de novembro de 1963, dia o assassinato do presidente americano John Kennedy (Cyro soube da notícia após a gravação do disco). Alguns do sucesso de Cyro Aguiar: ”A loucura das garotas”, “O gavião”, “Leninha”, “Meia-noite”, “Do you like samba?”, “Asfalto do falsificado”, “Desprezado”, ‘Simão diz”, “Crítica”. Ele comparece aqui com um álbum de 1984, lançado pela empresa carioca CID, então a bambambã dos chamados “discos econômicos”, e ainda hoje existente. Ele aqui exercita várias de suas experiências rítmicas, misturando samba com rock (“Samba-rock”, sim, é esse o título da faixa!) e até mesmo com ritmos caribenhos (“Salsamba”). Tem uma versão dele e Humberto Garin (também produtor de TV) para o clássico “The lullaby of Broadway”, imortalizado por Doris Day em filme dos anos 1950, regravações de clássicos como “Risque”, “Na Glória”, “Tico-tico no fubá” e até mesmo a afro-cubana “Paranpanpan”, e composições próprias. Cyro Aguiar, felizmente, continua na ativa, gravando e se apresentando em shows, e ainda comandando nas manhãs de domingo o programa “Éramos todos jovens”, na Rádio Tropical FM de São Paulo, da qual é sócio-fundador

Samuel M. Filho

Álbum: Balanço de Janeiro a Janeiro
Ano/Gravadora: (1984) CID 8073
Artista(s): Cyro Aguiar
Acervo: Evangelista
Digitalizado por: Paulo Lucio
Editado por: Carlão
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo
 Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing

Crédito: Evangelista 

 

Fonogramas Lado A
A01. De Janeiro a Janeiro – (Carlos Buby / Cyro Aguiar) – Mus. Inc. “Do You Like Samba” (Marcelo Duran)
A02. Risque – (Ary Barroso)
A03. Salsamba – (Cyro Aguiar)
A04. Samba Rock – (Cyro Aguiar / Paulo Sette)
A05. Na Glória – Paranpanpam – Tico-tico no Fubá – (Raul de Barros / Ari dos Santos) (S. de Karlo / Vrs. Cyro Aguiar) (Zequinha de Abreu / Eurico Barreiros)
Fonogramamas Laod B
B01. Tapete Mágico – (Cyro Aguiar)
B02. Botequim da Brodway (Lullaby Of Broadway) – (Al Dubin / Harry Warren / Vrs. Cyro Aguiar / Vrs. Humberto Garin)
B03. Retrato Falado – (Cyro Aguiar)
B04. Língua Brasileira – (Cyro Aguiar)
B05. Terapia do Balanço – (Cyro Aguiar)

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Ângela Maria – Apenas Mulher (1980)

19/01/2012
Por

Ângela Maria – Apenas Mulher (1980)

Resenha do Álbum

Chegar a 100 álbuns gravados é uma façanha para poucos na música popular do mundo inteiro. Pois, em 1980, Ângela Maria conseguiu atingir essa cifra, e nos anos seguintes até a ultrapassou. Este álbum foi de fato um “lançamento histórico”, de uma intérprete que conseguiu passar incólume por todos os modismos e manter sua popularidade inabalável. No repertório, destaque para a participação de Chico Buarque na faixa “Quase quebrei o meu rádio”, de Nélson Ned, Majó (autor do hit de Agnaldo Timóteo “Tristeza danada”) e Frank Gal (Chico entoa “Minha história”, versão dele próprio para uma música do italiano Lúcio Dalla, e ainda  assina com Francis Hime a faixa “O rei de Ramos”). Temos ainda faixas assinadas por renomados compositores: João Roberto Kelly (“Mormaço”), Gonzaguinha (“Apenas mulher”, a faixa-título), Wando, o futuro “rei das calcinhas” (“Corações Lusitanos”), Sérgio Bittencourt, falecido no ano anterior (“Pra quê?”), José Augusto, “o novo” (“De que adianta?”), Fernando Mendes (“Coragem”), Mariozinho Rocha, Renato Correia, integrante dos Golden Boys (que assinam junto com Cláudio Cavalcanti – seria aquele ator? – a faixa “Gosto do passado”), José Messias, ele mesmo, o jurado do Raul Gil (“Tributo a Maysa”, homenagem à “rainha da fossa”, morta três anos antes em acidente rodoviário na Ponte Rio – Niterói), e ainda uma regravação do bolero “Que será?”, de Marino Pinto e Mário Rossi, clássico do repertório de Dalva de Oliveira, cantora que Ângela, por sinal, imitava a perfeição em suas apresentações na TV e em locais públicos. Enfim, um álbum tratado a leite de cabra, com o máximo esmero, coroando um marco importantíssimo da carreira da Sapoti. Que mais você quer?

 Samuel M. Filho

 Álbum: Apenas Mulher
Ano/Gravadora: (1980) EMI-Odeon 062 421192
Artista(s): Ângela Maria
Acervo: Carlão
Editado por: Carlão
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo
 Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical BrasileiraFonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long PlayingCrédito: Carlão
Fonogramas Lado A
A01. Quase Quebrei o Meu Rádio – (Nelson Ned / Majó / Frank Gal)  – Participação: Chico Buarque
A02. Coragem – (Fernando Mendes / Wagner Montanheiro)
A03. Gosto de Você – (Mita)
A04. Apenas Mulher – (Gonzaguinha)
A05. Tributo à Maysa – (José Messias)
A06. Mormaço – (João Roberto Kelly)
Fonogramas Lado B
B01. Que Será – (Marino Pinto / Mário Rossi)
B02. De Que Adianta – (José Augusto)
B03. Gosto do Passado – (Mariozinho Rocha / Renato Correia / Cláudio Cavalcanti)
B04. Corações Lusitanos – (Wando)
B05. O Rei de Ramos – (Chico Buarque / Francis Hime)
B06. Pra Que – (Sergio Bittencourt)
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Agnaldo Timóteo – Sucessos de Ouro (1975)

18/01/2012
Por

Agnaldo Timóteo – Sucessos de Ouro (1975)

Resenha do Álbum

 Mineiro de Caratinga, Agnaldo Timóteo iniciou sua carreira cantando em programas de calouros na rádio local e também em Governador Valadares e Belo Horizonte, onde tornou-se conhecido como “o Cauby Peixoto mineiro”. Mudou-se depois para o Rio de Janeiro, onde tornou-se motorista particular da cantora Ângela Maria, prosseguindo em paralelo sua carreira de cantor, e ingressando aos poucos nos meios musicais. Em disco, Agnaldo estreou na Caravelle (Consórcio Eletro Musical), em 1963, interpretando o samba-canção “Sábado no morro” e o rock-balada “Cruel solidão”. Mas foi em sua gravadora seguinte, a Odeon, que ele passou a colecionar sucessos sobre sucessos. Doze deles estão nesta coletânea da série “Sucessos de ouro”, que agora o Baú de Long Playing lhe oferece. Começando com o pé direito, tem “Meu grito”, composição do então rei da juventude (e depois da MPB) Roberto Carlos, coqueluche absoluta em 1967. Originalmente saiu no LP “Obrigado, querida”, do qual também foram extraídas as versões “Os verdes campos da minha terra” (standard do country americano, e uma das músicas favoritas do próprio Agnaldo) e “Mamãe, estou tão feliz”, originalmente uma canção napolitana, faixa de encerramento da coletânea. Uma “modinha do velho tempo” aqui comparece, a famosa “Quem sabe?” (‘tão longe, de mim distante “…) composta em 1859 pelo campineiro Antônio Carlos Gomes com versos de Bittencourt Sampaio, sendo a gravação de Agnaldo de 1969 (álbum “Agnaldo Timóteo comanda o sucesso”). Desse mesmo disco é “Eu vou sair para buscar você”, de Cláudio Fontana e Nélson Ned. “A hora do amor”, no original, chama-se “Homburg”, e foi hit do grupo britânico Procol Harum. Timóteo lançou a versão em 1968 no álbum “O sucesso é Agnaldo Timóteo”. “Fumaça nos olhos”, versão de Nazareno de Brito para o clássico “Smoke gets in your eyes”, já havia sido gravada por Tito Madi na Continental, em 1959, e o registro de Timóteo é de um compacto duplo de 1970. A interpretação dele para o standard lusitano ‘Foi Deus” foi pinçada do álbum “O sucesso e o astro”, de 1967, de onde também saiu “Quem será”, dos “hitmakers” Jair Amorim e Evaldo Gouveia. Do álbum “O intérprete”, de 1970, foram extraídas a versão “Simplesmente adeus” e a reinterpretação de Timóteo para “Minha casa”, de Joubert de Carvalho. Para terminar, tem uma das músicas favoritas do repertório do Timóteo: “Os brutos também amam”, da dupla Roberto & Erasmo Carlos, hit absoluto em 1972, e faixa-título e de abertura do LP de mesmo nome. Enfim, uma pequena amostra do trabalho de Agnaldo Timóteo, atualmente exercendo seu segundo mandato de vereador no município de São Paulo, felizmente sem deixar de cantar.

Samuel M. Filho

 Álbum: Sucessos de Ouro
Ano/Gravadora: (1975) Coronado/EMI-Odeon SC 10039
Artista(s): Agnaldo Timóteo
Acervo: Carlão
Editado por: Carlão
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo
 Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing

Crédito: Carlão

Fonogramas Lado A
A01. Meu Grito – (Roberto Carlos)
A02. Quem Sabe – (Antônio Carlos Gomes / F. L. Bittencourt Sampaio)
A03. A Hora do Amor (L’ora Dell’amore) – (Keith Reid / Pace / Gary Brooker / Vrs. Geraldo Figueiredo)
A04. Fumaça nos Olhos (Smoke Gets In Your Eyes) – (Kern / Harbach / Vrs. Nazareno de Brito)
A05. Foi Deus – (Alberto Janes)
A06. Simplesmente Adeus (La Lontananza) – (Domenico Modugno / Bonaccorti / Vrs. Geraldo Figueiredo)
Fonogramas Lado B
B01. Os Verdes Campos da Minha Terra (Green Green Grass Of Home) – (Curly Putman / Vrs. Geraldo Figueiredo)
B02. Eu Vou Sair Para Buscar Você – (Nelson Ned / Cláudio Fontana)
B03. Minha Casa – (Joubert de Carvalho)
B04. Os Brutos Também Amam – (Roberto Carlos / Erasmo Carlos)
B05. Quem Será – (Jair Amorim / Evaldo Gouveia)
B06. Mamãe Estou Tão Feliz (Mamma) – (Cesare Andrea Bixio / Bruno Cherubini / Vrs. Geraldo Figueiredo)
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Trio Los Panchos – Presença de Trio Los Panchos – LP 02/2

17/01/2012
Por

Trio Los Panchos – Presença de Trio Los Panchos – LP 02/02

Resenha do Álbum

 Quando se fala em música romântica latino-americana, a menção ao Trio Los Panchos é obrigatória. O grupo vocal e instrumental foi criado em 1944 nos EUA, e sua primeira formação tinha os mexicanos Chucho Navarro e Alfredo Gil, mais o porto-riquenho Hernando Aulez, radicados em Nova York. Eles foram os criadores da interpretação do bolero a três vozes, pois até então o gênero era interpretado apenas por solistas. Excursionaram por toda a América Latina e Caribe, inclusive no Brasil, onde estiveram pela primeira vez em 1948. Em cinqüenta anos de vitoriosa carreira, o trio atuou em mais de 35 filmes, tendo gravado inclusive com a cantora americana Eydie Gormé. O álbum duplo que o Baú de Long Playing agora põe ao seu alcance é uma síntese bem completa do trabalho do Trio Los Panchos. Clássicos e mais clássicos românticos latino-americanos aqui desfilam, sendo sempre desnecessário falar de suas qualidades. Você poderá se deliciar com pérolas do quilate d e “El dia que me quieras”, “História de un amor” (“como no hay otro igual”), “Quizás, quizás, quizás”, “La barca” (“dicen que la distáncia se olvida”…), “Siete notas de amor”, “Quiereme mucho”, “Mi último fracasso”, “La malagueña” (“salerosa”…), “La cucaracha” (“ja no puede cambinar”), “Noche de ronda”, “Perfume de gardenia” (“tiene tu boca”…), “Solamente una vez” (“ame en la vida”), “Tu me acostumbraste’ (“ a todas esas cosas”), “Sabor a mi”, “Sabra Diós” (“se tu me quieres o me enganas”), “Esperame en cielo”, e até dois clássicos da música brasileira em espanhol: “Caminhemos”, de Herivelto Martins, e “A noite do meu bem”, de Dolores Duran (até Nélson Gonçalves gravou essa versão, em compacto raríssimo). Enfim, o Trio Los Panchos se apresenta para seu deleite, saudade e encantamento. É ouvir, dançar e sonhar…

Samuel M. Filho

Álbum: Presença de Trio Los Panchos – LP 02/2
Ano/Gravadora: (N/D) CBS 138.805
Artista(s): Trio Los Panchos
Acervo: Carlão
Editado por Carlão
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo

 Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing

Crédito: Carlão

Fonogramas Face A – LP 02
A01. La Barca – (Roberto Cantoral)
A02. Quizas, Quizas, Quizas – (Osvaldo Farrés)
A03. Cielito Lindo – (Fernandez)
A04. Siboney – (Ernesto Lecuona)
A05. La Cucaracha – (D. P.)
A06. Adelita – (D. P.)
A07. A Media Luz – (Edgardo Donato / Carlos César Lenzi)
Fonogramas Face B – LP 02
B01. Mi Ultimo Fracasso – (Alfredo Gil)
B02. Siete Notas De Amor – (Santiago “Chago” Alvarado)
B03. Noche De Ronda – (Maria Tereza Lara)
B04. La Ultima Copa – (Francisco Canaro / Juan A. Caruso)
B05. Malagueña – (Elpídio Ramirez / Pedro Galindo)
B06. Sabrá Dios – (Álvaro Carrillo)
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Trio Los Panchos – Presença de Trio Los Panchos – LP 01/02

16/01/2012
Por

Trio Los Panchos – Presença de Trio Los Panchos – LP 01/02

Fonogramas Face A – LP 01
A01. El Dia Que Mi Quieras – (Carlos Gardel / Alfredo Le Pera)
A02. Historia De Un Amor – (Carlos Almarán)
A03. Quiereme Mucho – (Rodrigues / Roig)
A04. La Noche De Mi Amor (A Noite Do Meu Bem) – (Dolores Duran)
A05. Sabor a Mi – (Álvaro Carrillo)
A06. Tu Me Acostumbrate – (Frank Dominguez)

Fonogramas Face B – LP 01
B01. Vaya Con Dios – (Larry  Russel / Inez James / Buddy Pepper)
B02. Caminemos – (Herivelto Martins / Vrs. Alfredo Gil)
B03. Solamente Una Vez (You Belong To My Heart) – (Agustin Lara)
B04. Perfume De Gardenia – (Rafael Hernandez)
B05. Maria Elena – (Lorenzo Barcelata)
B06. Esperame En El Cielo – (Francisco Lopez Vidal “Paquito”)

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Álbum: Presença de Trio Los Panchos – LP 01
Ano/Gravadora: (N/D) CBS 138.805
Artista(s): Trio Los Panchos
Acervo: Carlão
Editado por Carlão
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo
 Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing

Crédito: Carlão

Helmut Zaccharias – On Lovers’ Road (1961)

15/01/2012
Por

POSTAGEM ESPECIAL

Helmut Zaccharias – On Lovers’ Road (1961)

Fonogramas lado A
A01. The Man I Love – (Gershwin)
A02. Body And Soul – (Green)
A03. Moonglow – (Hudson – De Lange – Mills)
A04. I’ve Got You Under My Skin – (Porter)
A05. April In Paris – (Duke)
A06. You Go To My Head – (Coots)

Fonogramas Lado B
B01. Makin’ Whoopee – (Donaldson)
B02. I Can’t Give You Anything But Love – (McHugh)
B03. Love Is Here To Stay – (Gershwin)
B04. Dream – (Mercer)
B05. Embraceable You – (Gershwin)
B06. Love For Sale – (Porter)

Obs: Não há na postagem Contracapa, Selo A e B

Álbum: On Lovers’ Road
Ano/Gravadora: (1961) Polydor 237524 SLPHM
Artista(s): Helmut Zaccharias
Acervo: Euclydes
Editado por: Euclydes
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo

 Fonte de pesquisa: Capa

 Crédito:  Euclydes

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Ângela Maria e Agnaldo Timóteo, Juntos (1979)

14/01/2012
Por

Ângela Maria e Agnaldo Timóteo, Juntos (1979)

Resenha do Álbum

Um encontro histórico de Ângela Maria com aquele que foi seu motorista particular! Aguardado havia muitos anos pelos fãs tanto de Ângela quanto de Agnaldo Timóteo, eis que, em 1979, a gravadora de ambos, EMI-Odeon, tornou-o realidade. E eles não decepcionaram nem um pouco, apresentando um repertório com músicas e compositores românticos de várias épocas. Para deliciar seus fãs, Ângela e Timóteo apresentam músicas do porte de “Travessia” (que revelou Milton Nascimento para o Brasil, em 1967), “Cabecinha no ombro” (quem nunca teve um ombro amigo pra chorar?), “Saudades de Matão” (que até minha irmã mais velha tocava na sanfona!), “Samba em prelúdio” (dos mestres Baden e Vinícius), “Meu nome é ninguém” (“Foi assim, a lâmpada apagou, a vista escureceu, um beijo então se deu”…), “Brigas” (um dos carros-chefes de Altemar Dutra, confira sua gravação no LP duplo aqui constante), “Jura-me”, “Perfídia”, “Sorri” (versão de Braguinha para “Smile”, de Charles Chaplin, lançada em 1936 no seu filme “Tempos modernos”), “Sabe Deus” (“Se tu me queres ou me enganas”)… Tudo encerrando com uma singela homenagem aos “baixinhos”, com a “Canção da criança”, gravada por Francisco Alves em 1952, poucos dias antes de seu trágico falecimento em acidente rodoviário, e lançada logo em seguida ao mesmo, conhecendo vendagem incomum. Enfim, um belo repertório para os fãs de Ângela e Timóteo, que voltariam a gravar juntos em outras oportunidades. Divirtam-se e recordem este grande momento!

Samuel M. Filho

Álbum: Ângela Maria e Agnaldo Timóteo, Juntos
Ano/Gravadora: (1979) EMI-Odeon 062 421161
Artista(s): Ângela Maria e Agnaldo Timóteo
Acervo: Carlão
Editado por: Carlão
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo 
 Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira

 Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing

Crédito: Carlão 

Fonogramas Lado A
A01. Meu Primeiro Amor (Lejania) – (Hermínio Gimenez / Vrs. José Fortuna / Vrs. Pinheirinho Jr.)
A02. Cabecinha no Ombro – (Paulo Borges)
A03. Saudades de Matão – (Jorge Galati / Raul Torres)
A04. Sabe Deus (Sabrá Dios) – (Álvaro Carrillo / Vrs. Nely B. Pinto)
A05. Samba Em Prelúdio – (Baden Powell / Vinicius de Moraes)
A06. Travessia – (Milton Nascimento / Fernando Brant)
Fonogramas Lado B
B01. Amor – (Gabriel Ruiz / Ricardo Lopes Mendez / Vrs. Haroldo Barbosa)
B02. Jura-me (Jurame) – (Maria Grever / Vrs. Capitão Furtado)
B03. Sorri (Smile) – Perfidia -  Lembrança (Un Recuerdo) – (Charles Chaplin / Geoffrey Parsons / John Turner / Vrs. João de Barro) (Alberto Dominguez / Vrs. Lamartine Babo) (C. Martinez / Vrs. Serafim Costa Almeida)
B04. Meu Nome É Ninguém – (Haroldo Barbosa / Luis Reis)
B05. Brigas – (Jair Amorim / Evaldo Gouveia)
B06. Canção da Criança – (Francisco Alves / René Bittencourt)
Downloads:

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Altemar Dutra – Especial – 30 Sucessos LP2/2 – (1979)

13/01/2012
Por

Altemar Dutra – Especial – 30 Sucessos LP2/2 – (1979)

Resenha do Álbum

 Aqui está, em primoroso LP duplo, uma seleção de grandes sucessos e interpretações definitivas de um cantor que sem dúvida deixou muitas e muitas saudades, e de quem aliás meu saudoso pai era fã incondicional: Altemar Dutra de Oliveira (Aimorés, MG, 1940-Nova York, EUA, 1983). Ele estreou em disco na Tiger, em 1962, ainda em 78 rpm, com o samba “Saudade que vem” e o bolero “Somente uma vez”, sem alcançar nenhuma repercussão. E foi na sua gravadora seguinte, a Odeon, que Altemar conheceria o sucesso com o 78 de “Maldito” e “Tudo de mim”, boleros dos “hitmakers” Evaldo Gouveia e Jair Amorim, lançado em abril de 1963, seguido de seu primeiro LP, “A grande revelação”. Esta seleção é justamente desse triunfal período na “marca do templo”. Dizer que esse maravilhoso repertório tem qualidades é pura perda de tempo. Aí estão músicas-chave do repertório do eterno “trovador das Américas”: as músicas do 78 rpm de estreia de Altemar na Odeon, já citadas anteriormente (“Maldito” e “Tudo de mim”), “O trovador” (bela marcha-rancho do carnaval de 1965, que seria ainda mais executada em rádio após a folia daquele ano), “Poema do amor maior”, “Dai-me um luar”, “Brigas” (que o próprio Altemar declarou ser a música com a qual gostaria de ser lembrado), “Meu velho”, “Sentimental demais”, “Somos iguais”, “Oferenda”, “Que queres tu de mim?”, “Eu pago esta noite”… Enfim, peças essenciais do repertório do saudoso Altemar. E ele também nos oferece belas interpretações para clássicos do porte de “Ternura antiga” (obra póstuma de Dolores Duran, só musicada depois de sua morte pelo pianista José Ribamar e lançada por Lucienne Franco em 1960), “Laura” (obra-prima de Braguinha e Alcyr Pires Vermelho, hit de 1957 com Jorge Goulart), “Hino ao amor” (que Edith Piaf compôs em homenagem ao puglilista Michel Serdan, seu grande amor de então, morto em acidente aéreo, e alcançou sucesso no Brasil justamente nesta versão de Odair Marzano , na voz de Wilma Bentivegna), “Preciso aprender a ser só” (dos irmãos Valle), “Bom dia, tristeza” (poema que Vinícius de Moraes enviou de Paris, onde era diplomata, para Aracy de Almeida, e musicado por Adoniran Barbosa a pedido dela), “Eu sonhei que tu estavas tão linda” e duas composições da parceria Roberto & Erasmo Carlos: “As flores do jardim de nossa casa” e “Eu disse adeus”, ambas originalmente lançadas pelo próprio rei da MPB e muitíssimo gravadas por outros cantores. O animador de TV Raul Gil, aliás, conta que pouco antes de Altemar Dutra embarcar para Nova York, em 1983, ele o procurou e disse: “Olha, Raul, você ainda não fez imitação de mim em seu programa. Depois que eu voltar de viagem quero ver você fazendo imitação minha!” Raul achou difícil, ele que sempre fez ótimas imitações de cantores como Miltinho, Jerry Adriani e Cauby Peixoto, mas Altemar não arredou pé: queria porque queria que Raul Gil o imitasse em seu programa. E o animador não teve outro remédio: ensaiou dias a fio a imitação de Altemar Dutra. De repente, chega a notícia do falecimento do cantor, de AVC, durante uma apresentação na casa noturna novaiorquina El Continente. E Raul Gil acabou fazendo uma bela imitação de Altemar em seu programa de TV, em sua homenagem. “Quis o destino que eu me preparasse para homenagear o Altemar postumamente com sua imitação!”, relembrou, comovido, Raul Gil, em entrevista a Amaury Jr. Coisas do destino…

Álbum: Especial – 30 Sucessos LP 2/2
Ano/Gravadora: (1979) Coronado/EMI-Odeon 152 421162/3/4
Artista(s): Altemar Dutra
Acervo: Carlão
Editado por: Carlão
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo
 Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical BrasileiraFonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing

Crédito: Carlão

Fonogramas Lado A – Disco 2
A01. Sentimental Demais – (Jair Amorim / Evaldo Gouveia)
A02. Somos Iguais – (Jair Amorim / Evaldo Gouveia)
A03. Oferenda – (Jair Amorim / Evaldo Gouveia)
A04. Bloco da Solidão – (Evaldo Gouveia / Jair Amorim)
A05. Quando Tu Me Queiras (Cuando Tu Me Quieras) – (Raul Shaw Moreno – Mario Barrios – Versão: G. Serafim)
A06. Preciso Aprender a Ser Só – (Marcos Valle / Paulo Sergio Valle)
A07. Eu Sonhei Que Tu Estavas Tão Linda – (Lamartine Babo / Francisco Matoso)
A08. Vai Andorinha (Vola Colomba) – (Carlo Concina / Bruno Cherubini / Vrs. Almeida Rego)
Fonogramas Lado B – Disco 2
B01. Tudo de Mim – (Jair Amorim / Evaldo Gouveia)
B02. Maldito – (Jair Amorim / Evaldo Gouveia)
B03. Roga Por Nós (Ruega Por Nosotros) – (Fuentes / Cervantes / Vrs. Julio Nagib / Vrs. Lusadio de Freitas)
B04. Que Queres Tu de Mim – (Jair Amorim / Evaldo Gouveia)
B05. Brigas de Nós Dois – (Toso Gomes / Antônio Correia)
B06. Eu Pago Esta Noite (stasera Pago Io) – (Domenico Modugno / Vrs. Waldir Santos)
B07. As Flores do Jardim de Nossa Casa – (Roberto Carlos / Erasmo Carlos)

Downloads LP 2/2

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Altemar Dutra – Especial – 30 Sucessos LP1/2 – (1979)

13/01/2012
Por

Altemar Dutra – Especial – 30 Sucessos LP1/2 – (1979)

Resenha será publicada no: Altemar Dutra – Especial – 30 Sucessos LP 2/2 – (1979)

Álbum: Especial – 30 Sucessos – LP 01
Ano/Gravadora: (1979) Coronado/EMI-Odeon 152 421162/1/2
Artista(s): Altemar Dutra
Acervo: Carlão
Editado por: Carlão
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo

 Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing

Crédito: Carlão

Fonogramas Lado A – Disco 1
A01. O Trovador – (Jair Amorim / Evaldo Gouveia)
A02. Poema do Amor Maior – (Romeo Nunes / Carlito)
A03. Dai-me Um Luar – (Evaldo Gouveia / Jair Amorim)
A04. Maria Elena – (Lorenzo Barcelata / Vrs. Haroldo Barbosa)
A05. Bom Dia Tristeza – (Adoniran Barbosa / Vinicius de Moraes)
A06. Outrora (Nosotros) – (Pedro Junco Jr. / Vrs. Haroldo Barbosa)
A07. Laura – (João de Barro / Alcyr Pires Vermelho)
A08. Faça de Conta – (Jair Amorim / Evaldo Gouveia)
Fonogramas Lado B – Disco 1
B01. Brigas – (Jair Amorim / Evaldo Gouveia)
B02. Eu Sei Que Vou Te Amar – (Tom Jobim / Vinicius de Moraes)
B03. Vaya Con Dios – (Joubert de Carvalho / L. Russel / I. James / B. Pepper)
B04. Eu Disse Adeus – (Roberto Carlos / Erasmo Carlos)
B05. Meu Velho (Mi Viejo) – (Piero / José / Vrs. Nazareno de Brito)
B06. Ternura Antiga – (Dolores Duran / Ribamar (1))
B07. Hino Ao Amor (Hymne A L’amour) – (Edith Piaf / Marguerite Monnot / Vrs. Odair Marsano)
Download LP 1/2 

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Jair Rodrigues – Pisei Chão (1978)

12/01/2012
Por

Jair Rodrigues – Pisei Chão (1978)

Resenha do Álbum

E eis aqui mais um álbum do “cachorrão” Jair Rodrigues, parte de sua longa carreira na Philips, hoje Universal Music. Talvez a faixa de maior sucesso tenha sido a de abertura, o samba “Gotas de veneno”, de dois craques do gênero, Wilson Moreira e Nei Lopes, que compuseram inclusive para Clara Nunes. Tem também “Até quando?”, marcha-rancho da dupla Evaldo Gouveia-Jair Amorim que venceu o concurso de carnaval da finada TV Tupi naquele ano. A bossa nova é relembrada num popurri que tem “Onde está você?” (criação de Alaíde Costa no histórico show “O fino da bossa”, de 1964), “Franqueza” (na verdade lançada bem antes da bossa nova eclodir, em 1957, nas vozes de Nora Ney e Maysa), “Marcha da quarta-feira de cinzas” (Carlinhos Lyra e Vinícius) e a famosa “Suíte dos pescadores” (“Minha jangada vai sair pro mar”…), do mestre baiano Dorival Caymmi, sendo que o trecho inicial é também conhecido como “Canção da partida”. Outros autores então consagrados completam o programa: a dupla Tom e Dito (“Beijinho na boca”), Marku Ribas, um nome que voltou à evidência com o revival do samba-rock (“Saga do negro”), Vevé Calazans (que também fez “Nêga”, hit de Emílio Santiago, e aqui comparece com “Samba, nascimento e vida”, parceria com Roberto Santabna), Edil Pacheco e Ederaldo Gentil (“Oceano de paz”), Sidney da Conceição e Baianinho (que assinam a faixa-título, “Pisei chão”), Paulo Debétio, também habilidoso produtor de discos (aqui com “Rosalina da Pavuna”, parceria com Joel Menezes), Beto Scala e São Beto (“É, pois é”) e um certo Salobinho (quem seria?), autor de “Laço de fita”. Aqui está, portanto, mais um trabalho de um nome que tem seu lugar garantido na história da música popular brasileira, e que chegou até a se apresentar na cidade em que resido hoje, Ribeirão Bonito, interior de São Paulo (perto de São Carlos, onde ele começou a carreira), show que tive o prazer de presenciar. Divirtam-se!

Samuel M. Filho

Álbum: Pisei Chão
Ano/Gravadora: (1978) Philips 6349 393
Artista(s): Jair Rodrigues
Acervo: Carlão
Editado por: Carlão
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo

 Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing

Crédito: Carlão

Fonogramas:
A01. Gotas de Veneno – (Nei Lopes / Wilson Moreira)
A02. Beijinho na Boca – (Tom / Dito)
A03. Até Quando – (Evaldo Gouveia / Jair Amorim)
A04. Saga do Negro – (Marku Ribas)
A05. Samba Nascimento e Vida – (Vevé Calazans / Roberto Santana)
A06. Potpourri
A06. Onde Está Você – Franqueza – Eu Não Existo Sem Você – Suíte dos Pescadores -  Marcha da Quarta-feira de Cinzas – (Oscar Castro Neves / Luvercy Fiorini) (Denis Brean / Osvaldo Guilherme) (Tom Jobim / Vinicius de Moraes) (Dorival Caymmi) (Carlos Lyra / Vinicius de Moraes)
Fonogramas Lado B
B01. Pisei Chão – (Sidney da Conceição / Baianinho)
B02. Oceano de Paz – (Edil Pacheco / Ederaldo Gentil)
B03. Laço de Fita – (Salobinho)
B04. Rosalina da Pavuna -
B05. Dinheiro Não Há – (Otacílio)
B06. É Pois É – (Beto Scala / São Beto)

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Les Brown – Orquestras Famosas e Seus Hits “As Big Bands” – LP 5/1 (1973)

11/01/2012
Por

Les Brown – Orquestras Famosas e Seus Hits “As Big Bands” – LP 5/1 (1973)

Textos em Box

Lester Raymond Brown, nasceu em Reinerton, Pennsylvania, a 14 de março de 1912. Seu pai, um padeiro, tinha verdadeira paixão por música, sabendo tocar saxofone. Les criou-se ouvindo o pai e o “Quarteto de Saxofones Brown”, constituído por dois irmãos, o pai e um vizinho. Com 8 anos de idade foi matriculado num curso de piano mas, logo em seguida, optou pelo saxofone.

Em 1933, Les Brown e sua orquestra passaram a exibir-se no “Milke Todd’s Theatre Café”, em Chicago, onde ficaram por 4 meses. Sua fama começou a ganhar vulto nos meios “jazzísticos” e cronistas especializados tiveram suas atenções voltadas para o criativo principiante.

Sucederam-se as exibições em New Yok, Chicago, Los Angeles e em Ceder Gove, New Jersey. Contratado pelo ator Bob Hope para apresentar-se em seus programas de rádio, Les seria dos músicos mais solicitados durante a 2ª Guerra Mundial, para tocar nos alojamentos dos soldados. Ella Fitzgerald costumava dizer que a orquestra de Les Brown era uma de suas favoritas.

Seu primeiro grande sucesso surgiu em 1944, “Sentimental Journey”, composição sua em parceria dom Bem Homer e o letrista Bud Grenn. A vocalista do disco era a obscura Doris Kapelhoff, vinda da orquestra de Bob Crosby e já usava o nome artístico de Doris Day. Em sua fase Columbia (CBS), ele registrou outros sucessos como “I’ve Got My Love To Keep Me Warm”, “Mexican Hot Dance”, “Lullaby In Rhythm” e “Leap Frog”.

Texto em box de: EGÍDIO GRANDINETTI  JR – Jornalista e Crítico Musical.

Álbum: Orquestras Famosas e Seus Hits “As Big Bands” – LP 5/1
Ano/Gravadora: (1973) CBS ESPECIAL 600014
Artista: Les Brown
Acervo: Carlão
Editado por: Carlão
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Bom

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing

Crédito: Carlão

Fonograma Lado A
A01. Sentimental Journey – (B. Green – Les Brown – Homer ) (Vocal: Doris Day)
A02. Just One Of Those Things – (C. Porter)
A03. Leap Frog – (L. Corday – J. Garland)
A04. Bizet Has His Day – (B. Homer)
A05. Be My Love – (S. Cahn – N. Brodszky) (Vocal: Champ Butler)
Fonogramas Lado B
B01. Undecided – (S. Robin – C. Shavers)
B02. Out Of Nowhere – (Heyman – J. Green)
B03. Mexican Hat Dance – (Arr. B. Homer)
B04. Ive Got My Love To Keep Me Warm – (I. Berlin)
B05. Twilight Tme – (B. Ram – M. Nevins – A. Nevins – A. Dunn)
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Jair Rodrigues – O Sorriso do Jair (1966)

10/01/2012
Por

Jair Rodrigues – O Sorriso do Jair (1966)

Resenha do Álbum

Ele é paulista de Igarapava, e foi criado em outra cidade do interior, Nova Europa. Em 1954, mudou-se com a família para São Carlos, onde pôde iniciar sua carreira de cantor, no rádio e em casas noturnas. Em 1958 cumpriu seu ano de serviço militar no Tiro de Guerra Sancarlense e, no início dos anos 1960, foi tentar a sorte em São Paulo, participando de programas de calouros. Foi aí que Jair Rodrigues de Oliveira começou a fazer sucesso. Seus dois primeiros discos, ainda em 78 RPM, saíram em julho de 1962 ela Philips: “Brasil sensacional/Marechal da vitória” e Coincidência/Balada do homem seu Deus”. Mas Jair explodiu de vez em 1964, com o famoso “Deixa isso pra lá”. E acabou sendo contratado pela antiga TV Record, onde apresentou junto com Elis Regina, entre 1965 e 1967, o programa “O fino da ossa” (depois “O fino”, uma vez que Horácio Berlinck, proprietário da marca “O fino da bossa”, deixaria a Record pouco depois da estréia desse musical). É desta época o álbum que o Baú de Long-Playing agora lhe oferece, gravado ao vivo no ntigo Teatro Record da Rua da Consolação em 1966 (três anos depois o teatro se ncendiou e hoje, em seu lugar, estão um banco e uma loja de lustres). O repertório do “Cachorrão” neste disco é bastante variado, repleto de sambas antigos e (então) atuais. Abrindo o disco, um de seus carros-chefes, “Disparada”, de Geraldo Vandré e Théo de Barros, vencedora do Festival de MPB da Record daquele ano, empatada com “A banda”, de Chico Buarque. Em seguida, o samba que dominou o carnaval daquele ano, de autoria de Zuzuca, “Vem chegando à madrugada” ou “Sereno da madrugada”, de Zuzuca, muitíssimo gravado. Tem também Chico Buarque (“A Rita”), Gilberto Gil (“Vem, menina”), Paulinho Nogueira (“Contracanto”), Zé Di (“Deixa como está”), uma composição no ritmo do jequibau, de Mário Albanese e Ciro Pereira, este último maestro de lantão da Record na época, um popurri de sambas da velha guarda (” Louco”, “Emília”, “Fechei a porta”, “Meu fraco é mulher” etc.)… E aqui Jair também mostra o seu lado romântico-seresteiro, entoando à belíssima e jamais esquecida “Chão de estrelas”, de Sílvio Caldas e Orestes Barbosa. Ressalte-se que, entre 1979 e 1981, o cantor gravaria dois LPs só de seresta. Enfim, um álbum-documento precioso para aqueles que apreciam a MPB com MPB maiúsculo. Confiram!

Samuel M. Filho

Álbum: O Sorriso do Jair
Ano/Gravadora: (1966) Philips P 765.004 P
Artista(s): Jair Rodrigues
• Gravado no Teatro Record – São Paulo
Editado por: GENESYSTUDIO
Acervo: E-mail para contato: genesystudio@terra.com.br
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo

Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing

Crédito: GENESYSTUDIO

Fonogramas Lado A
A01. Disparada – (Geraldo Vandré / Theo de Barros)
A02. Vem Chegando a Madrugada – (Noel Rosa de Oliveira / Zuzuca)
A03. Rapaz Da Moda – (Jair Amorim / Evaldo Gouveia)
A04. Contracanto – (Paulinho Nogueira)
A05. O Chegar da Primavera – (Niltinho / Luis Henrique)
A06. A Rita – (Chico Buarque)
A07. Vem Menina – (Gilberto Gil / Torquato Neto)

Fonogramas Lado B
B01: Potpourri
B01. Louco (Ela É Seu Mundo) -  Meu Fraco É Mulher -  Emília – Fechei a Porta – Só Eu Sei – Volta – Dá-me – (Wilson Batista /H enrique de Almeida) (Conde / Heitor de Barros) (Wilson Batista / Haroldo Lobo) (Sebastião Mota / Ferreira dos Santos) (J. Marques Ferraz / Francisco Ávila) (Djalma Ferreira / Luis Bandeira) (Adilson Godoy)
B02. Chão de Estrelas – (Silvio Caldas / Orestes Barbosa)
B03. Inaê – (Vera Brasil / Maricene Costa)
B04. Deixa Como Está – (José Di)
B05. Fiz Meu Samba de Manhã – (César Roldão Vieira)
B06. No Balanço do Jequibau – (Mário Albanese / Ciro Pereira)

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Artie Shaw – Orquestras Famosas e Seus Hits “As Big Bands” – LP 4/1 (1973)

09/01/2012
Por

Artie Shaw – Orquestras Famosas e Seus Hits “As Big Bands” – LP 4/1 (1973)

Textos em Box

Artie Shaw nasceu no dia 23 de maio de 1910 e seu nome de batismo é Arthur Arshawsky, filho de um fotógrafo e de uma   costureira. Com a idade de 13 anos começo tocando saxofone. Entre 1930 e 1934, atuou em várias formações orquestrais, afastando-se do meio em 1935, retornando em 1936.

A partir de 1937 e até 1941, Artie Shaw explodiu como um dos “reis do swing” nos EUA. Reconhecido como um exímio clarinetista, reuniu em sua orquestra futuras celebridades como Billy Butterfield (pistonista), Tony Pastor (sax-tenor), Ray Conniff (trombonista e arranjador), Buddy Rich, (baterista), a cantora Helen Forrest, dentre outros.

Passando a gravar para a RCA, em selo Bluebird, estabeleceu grandes sucessos como “Begin the Beguine” num arranjo de Jarry Gray, que era violinista e seu principal arranjador”, “Back Bay Shuffle, “Vilia”, “Star Dust” e outros.

A hoje a presenteada vocalista Billie Holyday, tem um registro antológico com a orquestra de Artie Shaw – sua vibrante interpretação para a música “Anny Old Time”. Entre 1942 e 1944, durante a 2ª Guerra Mundial, ele serviu na Marinha dos Estados Unidos, como imediato e tendo como função, dirigir a orquestra da corporação em apresentações no Pacífico Sul.

Passou por várias gravadoras americanas – RC, Columbia (CBS), Musicraft e MGM. A partir de 1950 passou para a DECA, hoje MCA, onde gravou “I’ll Remember April”.

“Nightmare” prefixo da banda de Shaw, é uma gravação da fase Columbia.

De temperamento irrequieto, casou-se várias vezes: as estrelíssimas do passado Lana Turner e Ava Gardner, dentre outras foram suas esposas.

Texto em box de: EGÍDIO GRANDINETTI  JR – Jornalista e Crítico Musical.

 Álbum: Orquestras Famosas e Seus Hits “As Big Bands” – LP 4/1
Ano/Gravadora: (1973) CBS ESPECIAL 600012
Artista: Artie Shaw
Acervo: Carlão
Editado por: Carlão
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Bom
Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long PlayingCrédito: Carlão
Fonogramas Lado A
A01. Nigth And Day – (Cole Porter)
A02. Fee Fi Fo UM
A03. I Concentrate On You – (Cole Porter) (Arr: A. Shaw – A Shulman)
A04. I’m Yours – (E. Y. Harburg – J. Green)
A05. I Surrender Dear – (G. Clifford – J. Green)
Fonogramas Lado B
B01. Non-Stop Flight – (A. Shaw)
B02. Nightmare – (A. Shaw)
B03. Free Wheeling – (A. Shaw) – (Vocal: Leo Watson)
B04. Blue Skies – (I. Berlin)
B05. The Main I Love – (I. Gershwin – G. Gershwin) – (Arr. A. Shaw – H. Kay)

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Agostinho dos Santos – Agostinho Sempre Agostinho (1960)

08/01/2012
Por

POSTAGEM ESPECIAL

Agostinho dos Santos – Agostinho Sempre Agostinho (1960)

Texto Contracapa

Ao invés de falar de Agostinho dos Santos, é bem mais fácil ouvi-lo. Sentir tudo que diz, com meiguice, com ternura, com otimismo. Fácil é sentir-se envolvido docemente, é ver o mundo através da pureza das mensagens que traduz em músicas.

Se num teste de associação de palavras fosse mencionado o nome Agostinho, a primeira palavra que se seguiria, sem dúvida alguma seria “estilo”! Mais do que qualquer outra consideração que se quisesse elaborar para defini-lo, é estilo a palavra mais adequada, a que mais fala de todo um complexo de fatores que o levaram até onde está: no alto.

Constando esta afirmativa, basta que se anote os títulos dos LPs anteriores da RGE: “Inimitável Agostinho dos Santos” e “Agostinho Espetacular” onde não se recorre a nenhum outro appeal que não seu nome.

Agostinho, talvez sem o saber, abriu um caminho dentre as formas usuais de interpretação. Este caminho, de certa forma, preparou a mentalidade do público para a aceitação de novos valores, e, a longo prazo, para uma renovação na música popular brasileira.

Foi, certamente, por um desses caminhos, no vasto horizonte “desbravado” por Agostinho, que enveredou e tomou forma o movimento da “Bossa Nova”. A renovação veio. Outros movimentos surgirão e desaparecerão, mas Agostinho-estilo ficará sempre!

Sem a pretensão de definir anseios e emoções de um determinado momento, as músicas na sua interpretação falam de sentimentos sem qualquer dependência de tempo ou lugar.

É isto, porque é tão natural para ele, ser simples e alegre, como respirar.

E é assim também, tão simplesmente, que se afirma… “Agostinho, Sempre Agostinho”.

ERI

Álbum: Agostinho Sempre Agostinho
Ano/Gravadora:(1960) RGE XRLP 5081
Dados adicionais:  Faixas 1 a 6 com orquestra de Waldemiro Lemke e faixas 7 a 12 com conjunto
Artista(s): Agostinho dos Santos
Acervo:Anonimo
Editado por: Anonimo
Formato: MP3 – kBit/s: 160 – Áudio: Ótimo

Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa do Long Playing

Nesta postagem não há Selo Lado A e Selo Lado

Fonogramas Lado A
A01. Céu e Mar – (Johnny Alf)
A02. O Amor Em Paz – (Tom Jobim / Vinicius de Moraes)
A03. Na Solidão da Noite – (Tom Jobim)
A04. Mais Que a Minha Vida – (Pernambuco / Antônio Maria)
A05. Leva-me Contigo – (Dolores Duran)
A06. Dindi – (Tom Jobim / Aloysio de Oliveira)
Fonogramas Lado B
B01. Chora Tua Tristeza – (Oscar Castro Neves / Luvercy Fiorini)
B02. Saudade Querida – (Tito Madi)
B03. Beleza Moça – (Garoto)
B04. Chuva Para Molhar o Sol – (Agostinho dos Santos / Édson Borges)
B05. Coisas Certas – (Roberto Ribeiro / Waltinho)
B06. Mulher Passarinho – (Caetano Zamma / Roberto Freire)

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Medifire

Chico Buarque – Chico Buarque de Hollanda na Itália (1968)

07/01/2012
Por

Chico Buarque – Chico Buarque de Hollanda na Itália (1968)

Resenha do Álbum

Foi em 1968 que o regime militar endureceu cada vez mais. Esse ano foi marcado por manifestações estudantis e pela
promulgação do Ato Institucional número 5. A conseqüente rigidez da censura a artes e espetáculos levariam nossos melhores compositores a se exilarem no exterior: Caetano, Gil, Edu Lobo, Geraldo Vandré e, evidentemente, Chico Buarque de Hollanda. É justamente desta fase o álbum que o Baú de Long Playing coloca agora ao seu alcance. Foi lançado na Itália com o título de “Per un poglio di samba”, e nele Chico interpreta suas composições mais expressivas até então em versões para o italiano, várias delas assinadas por Sérgio Bardotti, parceiro de Sérgio Endrigo na célebre “Canzone per te”, música com a qual Roberto Carlos venceu o festival de San Remo daquele ano. Chico também saboreou duas vitórias em 68: com “Bem vinda”, no júri popular do Festival de MPB da TV Record (no júri especial venceu “São, São Paulo, meu amor”, de e com Tom Zé) e com “Sabiá”, parceria de Tom Jobim, no Festival Internacional da Canção (FIC), da TV Globo, defendida por Cynara e Cybele, tanto na fase nacional como na internacional. No presente álbum, Chico interpreta em italiano músicas significativas de seus primeiros trabalhos gravados no Brasil, tais como “Bom tempo” (da Bienal do Samba da TV Record, vencida por “Lapinha”, de Baden Powell e Paulo César Pinheiro), “A banda” (vencedora do Festival da Record de 1966 empatada com “Disparada”, de Vandré e Théo de Barros), “A Rita”, “Tem mais samba”, “Carolina” (do FIC de 1967, também defendida por Cynara e Cybele), “Pedro pedreiro”, etc. Curiosamente, o álbum saiu na Itália pela RCA, mas no Brasil ele chegou pela RGE, gravadora com a qual Chico ainda tinha contrato no Brasil. Foi na Itália que nasceu sua primeira filha, Sílvia Buarque, mais tarde atriz consagrada, fruto de seu casamento com Marieta Severo (ela mesma, a Dona Nenê da “Grande Família”!). E aconteceu nessa ocasião um fato até engraçado: sabendo, no Brasil, do nascimento de Sílvia, o cantor Ciro Monteiro, flamenguista roxo, mandou de presente para a recém-nascida, por via aérea, uma camisa do Flamengo. Ora, Chico sempre foi torcedor do Fluminense, e isso só podia ser gozação do “Formigão”. Em resposta,
Chico fez um samba chamado “Ilustríssimo senhor Ciro Monteiro ou Receita para virar casaca de neném”, que ficou mais conhecido por “Amigo Ciro”, o primeiro verso da letra. Chico voltaria ao Brasil em 1970, mas muitos de seus trabalhos posteriores enfrentariam problemas com a censura (“Apesar de você”, “Fado tropical”, “Ana de Amsterdam”, “Vai trabalhar, vagabundo”, “Cálice”, “Tanto mar”, o álbum “Chico canta Calabar”, que teve inúmeras letras vetadas…), sendo depois liberados, fato que coincidiu com a chamada “abertura lenta e gradual” do regime militar e a conseqüente democratização do país. Assim é Chico Buarque de Hollanda: um autêntico herói da resistência.

Samuel M. Filho

 Álbum: Chico Buarque de Hollanda na Itália
Ano/Gravadora: () RGE XRLP 5330
Artista(s): Chico Buarque
• Gravações realizadas em Roma (Italia) com Chico Buarque cantando em italiano.
Acervo: Joaquim Rangel
Editado por: Carlão
Formato: MP3 – kBit/s: 320 – Áudio: Ótimo

Fonte de pesquisa: Instituto Memória Musical Brasileira

Fonte de pesquisa: Capa, Contracapa, Selo Lado A e Selo Lado B do Long Playing

Crédito: Joaquim Rangel

Fonogramas Lado A
A01. Bom Tempo (Far Niente) – (Chico Buarque / Vrs. Sergio Bardotti)
A02. A Banda (La Banda) – (Chico Buarque / Vrs. Amurri)
A03. Juca – (Chico Buarque / Vrs. Sergio Bardotti)
A04. Olê, Olá – (Chico Buarque / Vrs. Sergio Bardotti)
A05. A Rita – (Chico Buarque / Vrs. Sergio Bardotti)
A06. Você Não Ouviu (Non Vuoi Ascoltar) – (Chico Buarque / Vrs. Sergio Bardotti)
Fonogramas Lado B
B01. Meu Refrão (Una Mia Canzone) – (Chico Buarque / Vrs. Sergio Bardotti)
B02. Tem Mais Samba (C’è Piú Samba) – (Chico Buarque / Vrs. Playboy)
B03. Madalena Foi Pro Mar (Madalena É Andata Via) – (Chico Buarque / Vrs. Sergio Bardotti)
B04. Carolina – (Chico Buarque / Vrs. Sergio Bardotti)
B05. Pedro Pedreiro – (Chico Buarque / Vrs. Calabrese / Vrs. Jannacci)
B06. A Televisão (La TV) – (Chico Buarque / Vrs. Sergio Bardotti)

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